25 de mai de 2015

A quem se deve ouvir? A voz da minha alma ou as sensações do sentimentalismo?

A quem se deve ouvir? A voz da minha alma ou as sensações do sentimentalismo?

Tenho observado alguns nocivos comportamentos entre as pessoas, em relação de como as pessoas são mecânicas e devoradas pelo próprio ego, por falta completa da consciência e também a falta de bom senso consigo mesma, e isso tudo ocorre demasiada principalmente no seio familiar, em que muitos são os que constrói a própria prisão regido irresponsavelmente pelo herdado sentimentalismo, e com efeito acabam vivendo como prisioneiros se achando e enganando a si mesmos (as) como "salvadores" das "ovelhas negras", do marido que bebe, do filho irresponsável e etc. E nessa vivendo a ilusão de achar ou na pseuda sensação que ele tem o "dever" de ajudar todo mundo. E é nessa de ajudar tudo e a todos, é que vem as consequências indesejáveis. Ninguém veio ao mundo como "salvador" ou alguém que deve se sacrificar por conta da irresponsabilidade do outro ou seja quem for.

Vou dar agora uma enfase maior em algo mais destrutivo em relação a tudo que envolve o ser humanos em algo que se tem por uma infantilidade embasada por crenças e não por realidade......
Isso inclui dentro do assunto em questão os
casais que não se respeitam quando é hora de aceitar a realidade em dar um ponto final em algo que já "morreu", e que já se percebeu que é irreversível qualquer chance de ir a diante, mas ficam veementemente "velando o morto" a vida toda, por conta apenas de valer-se da predatória hipocrisia em querer manter ou de passar uma falsa imagem a todo custo por alguém que luta pelo o que é "seu"....kkk.....como você pode achar que você tem alguma coisa sendo "seu"....se você não tem nem a si mesma??!! Você querendo ou não a aceitar a realidade, ninguém é de ninguém, o casamento é um sistema criado pela elite religiosa medieval, e que esse mesmo sistema nunca foi sinônimo de felicidade e amor. O casamento só existe por conta de trazer uma falsa promessa de que serão felizes para sempre como se você fosse a "Branca de Neve" casando-se com seu príncipe encantado, o grande amor de sua vida. Isso tudo é regido por puro sentimentalismo e não pela razão de que ninguém se interessa de qual é o real propósito desse sistema existir.

O propósito real do casamento é de prender as pessoas umas nas outras, escravos mútuos, onde a relação é apenas de senhores e servos, proprietários e mercadorias,donos e objetos,e não de duas pessoas que livremente se amam, sem a necessidade de relação, sem a necessidade de "contrato" ou de "pacto".

Para o AMOR real e amplo não existe essa idiotização de que amor tem por parâmetro essa jogada de relação de egos. Mas, infelizmente o que se vê mesmo dentro de tudo isso é apenas "artistas" que interpretam papéis nesse teatro de uma novela que nunca tem um final feliz. Porque apenas obedecem roteiros ou scripts, e não vivem a sua própria história, em função da "cartilha" social...e nessa mesma "cartilha" vivendo a mediocridade de vida de puro repeteco. 

Então em sua.....o casamento não é e nem pode eternizar o que não é eterno. 
A ideia não é ter ninguém fantasiosamente por "esposa" ou por "marido", mas livremente ESTAR e não TENDO ninguém, porque o amor estar no ESTAR, e nunca TENDO ninguém por "esposa ou por marido" mas 'estando' livremente com uma amante. Lembrando que a ideia de AMANTE não tem nada a vê com o conceito de amante, mas sim, da realidade do que é mesmo de fato e verdade uma amante. Vamos sair dessa hipnose dessa crescente ignorância.Eu dei uma atenção especial sobre essa parte do assunto, porque principalmente a mulher se penitencia em achar que ela tem que levar tudo nas costas de tudo e a todos, e que as burrices do marido, ela tem que estar em todas a resolver todos os problemas do marmanjão. E quando a esposa percebe que ele "atraiu" aí o desespero toma conta, sem antes saber e entender do porque ele fez o que fez. A tal "traição" ou "infidelidade" só existe por conta de um amor condicionado e cultural. 
Num amor livre e real tudo isso deixa de existir. A ideia é o foco, não os efeitos de uma doença chamado posse ou apego. 

Quando a história sua com alguém chega ao fim, seja sincero em encarar o THE AND, porque quanto mais você tende agir pela força em manter o que já morreu, é desrespeitar o outro, em não aceitar a saída de alguém que agora precisa andar sozinho, onde você esteve por um período em amor com ele, mas agora devido essa convivência ele tem uma eterna "dívida" com você.....continue negando a natureza e você será uma eterna infeliz, sem se dar a chance de viver as novas e imprescindíveis fases da vida para seu próprio crescimento, independência e amadurecimento.    

Sinais e apontamentos é para serem entendidas e compreendidas, para que nada em você seja comprometida pelo engano e sofisma. 

Voltando ao que eu estava dizendo....assumir a irresponsabilidade do outro ainda que seja seu filho (a), é ser ainda mais irresponsável do que aquele que você acha que precisa tomar a frente dele, e isso não é sinal de amor, só porque é o seu marido ou seu próprio filho ou qualquer membro da família, e que as vezes acaba sendo até os de fora do seio familiar.

É uma desonestidade consigo mesmo quando você deixa de se envolver livremente com você e com vida, por conta daquilo que não é da sua conta. Você se permite em se acabar por coisas que não é de sua alçada ou de sua responsabilidade. Ninguém é isento de responsabilidade, mas alguns transfere o intransferível para o outro, e a vezes idiotamente ou outro chama ou toma pra si o que é apenas do outro....e depois o que vem como resultado em que o "bonzinho" fez o que fez pelo outro? A tão criticada ingratidão, e será mesmo que o problema está no ingrato ou naquele que inconscientemente esperava a gratidão do "ingrato"?!
Isso tudo é reflexo do que você fez consigo mesmo (a) resultados esses de sua falta de respeito por si mesmo. Não seja "salvador" de ninguém, mas sim, realista e honesto com você sempre.

Se nota que as pessoas se perdem na sutileza entre o sentimentalismo e a voz da alma ou da consciência, e vemos na prática que elas não agem no que senti naquele momento e também para tal pessoa, sempre confundem a voz da alma com sentimentalismo, e a maioria adota essa fantasia herdada por essa cultura de seres perdidos em si mesmos, se valendo apenas como de costume pela "absoluta verdade da maioria" e nunca pela sua verdade real interna. 

Uma coisa que as pessoas tem que por em mente é o seguinte; a prioridade é sempre você!!! E como e a partir de quando você ama a si mesmo e começa dá amor a alguém? A partir do momento em que você aprendeu a amar a si mesma, e quando você ama nesse nível ou nesse estado de consciência, você ama os outros na honestidade consigo mesma, e não o contrário em que a maioria aprendeu e faz, isso não é ser honesto e nem inteligente, isso é a mais pura prova do seu condicionamento acorrentado em seu estado sentimental e não real.

"Não se ama se negando ou se sacrificando, não se ama passando apuros por algo que não é seu, não se ama assumindo os erros dos outros, e não se ama assumindo a responsabilidade do outro, isso tudo é apenas seres reféns de sua própria ignorância de não saber amar a si mesmo, em ficar bajulando e massageando o ego de alguém mimado." 

Qual é a "ordem" do amor? "Ame o próximo como a si mesmo." Então a ideia não é apenas amar o próximo em primeiro lugar, mas antes você mesma é a pessoa que precisa e deve ser amada (o) e não o contrário disso. É por essas e outras razões é que muitas pessoas sofrem por não se amarem a si mesmas em primeiro lugar, porque dão o que não tem e recebe em troca o indesejável.
"Devemos" amar as pessoas sem sairmos de nossa real dimensão para uma outra dimensão alheia, e nem o outro adentrando em sua dimensão, a não ser aqueles que pela ordem interior foram convidados segundo os critérios do feeling.
Na real devemos apenas ajudar ou estender as "mãos" para quem quer mesmo verdadeiramente ser ajudado ou de alguém pedindo socorro, mas nunca se esquecendo de que só vamos fazer algo por alguém segundo o feeling, e nunca de forma mental ou sentimentalmente, mas sempre na convicção da ordem interior, ou seja, sendo conduzido pela voz de sua própria alma. 


Eu em primeiro lugar significa o que sinto, e não seguir uma "cartilha" do que se deve ou não fazer.
Ser e ouvir de você mesmo o que você deve ou não fazer, isso é ser verdadeiro e fiel consigo mesmo.
A vontade não está no seu arbítrio, a alma não está ou segue o arbítrio, a alma não tem moral, a alma não tem regras ou parâmetros, ela não segue paradigmas, nada disso irá fazer alguém bom ou boa, isso é tudo ilusão. Você se engana quando você acredita ou alguém diz que você é do bem, mas será?! E quem disse que o ser humano é do bem? 

Nós na verdade somos apenas humanos com inerentes forças que irá dependendo da situação utilizaremos um lado ou o outro. Não haveria como o ser humano ser constituído apenas de um lado da moeda, ou aquilo que chamam de bem, porque para nossa sobrevivência exigi-se força, transformação, e até matamos se for preciso um "leão",.....e isso tudo que enfrentamos ou fazemos de bom, é porque somos do bem? Não. Porque atuamos em duas poderosas forças de uma mesma linha, então não dá para desprezar e achar que você é 100% do bem, se você fosse só do bem, você já teria morrido com certeza. E tudo é claro se utilizando de tudo com sabedoria, e não ficar castrando o seu violento "bichão" a "fera" que há dentro de você. Se você não sabe...é com essa "fera" é que você abre os seus caminhos ou portas para sua vida. 

Se você quiser mudanças ou transformações em sua vida, comece a respeitar a si mesmo, não seja tapete de ninguém....não seja e nem faça o que os outros querem ou espera de você. Ouça a voz divina de seu mestre (coração), e comece a ouvir mais você, trilhando livremente o seu próprio "caminho", e o seu não-caminho é o seu único caminho.

Pare de ser fiscal dos outros! Assumindo os outros e perdendo as oportunidades de sua vida e do seu progresso. Quem é "responsável" pelos outros não é por si....falha consigo, se abandona, é ficar contra si, e o resultado de carregar o mundo nas costas é terminar doente e podre....tendo como título o "bobão" da corte! Não há como viver a vida toda desonestamente com você mesmo e achando que irá sair ileso?! É impossível....então viva a sua vida livremente em amor.....sem construir uma fantasia de alguém ideal, mas se aceitando como alguém real. 

O sistema mente quando diz que temos que ser pessoas ideias, e não reais.


"Seja feita a SUA vontade, siga o SEU próprio caminho pra ser feliz de verdade"


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