Por que será que pra pensar em medicina a gente sempre pensa - DOENÇA?
O nosso entendimento de saúde, bem como entendimento de medicina tão permeado pela ideia de doença, porque esse é mais ou menos o sistema de pensamento, que a gente aqui na periferia do capitalismo está alinhado com....
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21 de ago. de 2019
8 de jun. de 2017
Estudo mostra que jogar vídeo game ajuda a melhorar habilidades e funções do cérebro. Será?
Jogar vídeo game pode melhorar as habilidades e as funções do cérebro. A constatação foi divulgada no encontro da associação americana para o avanço da ciência.
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4 de jun. de 2017
Existe produtos que faz aumentar a inteligência? E se existe tem efeitos eficazes?
É possível aumentar a inteligência, falaremos sobre as chamadas "pílulas da inteligência" e outras formas que as pessoas têm buscado de tentar turbinar as suas próprias inteligências.
25 de mai. de 2017
Vacinas Podem Causar Autismo? Elas contém Mercúrio? - Lenda ou Fato
E hoje vamos falar dessa polêmica envolvendo Teorias conspiratórias e vacinas, as vacinas são seguras? Causam autismo? Descubra assistindo ao vídeo de hoje.
Fontes:
https://www.indicedesaude.com/artigos...
https://noticias.uol.com.br/saude/ult...
16 de fev. de 2017
Como responder a quem diz que o leite faz mal. Mito ou Verdade?
São tantas as lendas negativas sobre produtos lácteos que chegamos a tomá-los com medo
No mundo de hoje, há dois tipos de pessoas: as que toleram a lactose e as que não. Se você está no segundo grupo, não tem opção a não ser restringir os lácteos ou eliminá-los (conforme o grau de intolerância que tiver) para evitar problemas. Mas inclusive se você não tem dificuldade de ingerir leite e derivados, possivelmente acredita que esses alimentos possam causar danos ou prejudicar sua saúde; talvez tenha lido ou ouvido todo tipo de afirmações, muitas delas contraditórias, pois esse líquido branco suscita fortes paixões e fobias entre críticos e partidários. Não há motivo para o temor, como diz Giuseppe Russolillo, presidente da Fundação Espanhola de Dietistas-Nutricionistas: “Os membros da comunidade científica, e os nutricionistas em particular, veem o leite como o alimento biologicamente completo e muito apto para o consumo humano."
Para poder digerir o açúcar do leite é necessário uma enzima chamada 'lactase'. Na Europa, onde a capacidade de produção dessa enzima aumentou, entre 70% e 90% da população a produzem (mas isso pode mudar ao longo da vida)A seguir, apresentamos algumas afirmações sobre o leite que podem confundir o consumidor. E oferecemos a informação para responder, com rigor, a essas sentenças frequentes.
“A maioria da população mundial não pode beber leite”
É verdade. Estima-se que dois terços da população mundial não podem ingerir a lactose depois dos oito anos. Um poderoso argumento para que essa maioria restrinja os lácteos (iogurtes e alguns queijos costumam ser bem digeridos pela maioria dos que têm intolerância, assim como pequenas quantidades de outros laticínios) ou não os consuma nos casos mais extremos. Para poder digerir o açúcar do leite, é necessária uma enzima chamada lactase. Na Europa, onde a capacidade de produção dessa enzima aumentou, entre 70% e 90% da população a produz (embora isso possa mudar ao longo da vida). Na Ásia e na África, ao contrário, a maioria dos habitantes são intolerantes, com taxas que superam 90% em muitos lugares. Por outro lado, existe a alergia ao leite (mais exatamente à sua proteína), que não tem nada a ver e afeta uma porcentagem mínima da população – em geral, menos de 1%. Além disso, a alergia costuma ser transitória. Um conselho pode ser útil para quem sofre dela: não tome lácteos. Já para você que não tem intolerância nem é alérgico, mesmo que se compadeça e se solidarize com os demais, a afirmação que encabeça esse parágrafo não o impede de se deleitar.
No ano passado, só 0,09% do leite analisado apresentou uma quantidade de antibióticos acima dos limites que estabelece a legislação
“O ser humano é o único animal que bebe leite após a amamentação"
Também é certo. Isso porque o ser humano é o único animal que desenvolveu a agricultura e pecuária. Também é o único que cozinha feijoada, que joga futebol e diz obviedades. Os traços que nos tornam humanos são exatamente os que apenas nós desenvolvemos – muitos deles bons, outros nem tanto. Além disso, embora a frase aí de cima geralmente seja aplicada como argumento contrário, poderia ser perfeitamente a favor. Há cerca de 8.000 anos, um grupo de humanos utilizou o leite para se alimentar na Europa e, com o tempo, acabou desenvolvendo a capacidade de digeri-lo. E onde o hábito foi adotado, a adaptação (ao longo de gerações) foi majoritária, de modo que a digestão da lactose parece mais uma vantagem evolutiva que um inconveniente.
“Os produtos lácteos contêm muita gordura saturada”
Há muitos outros alimentos que também fornecem cálcio, como os legumes e as frutas secas, e sua absorção pode ser inclusive melhor
Para começar, há lácteos desnatados que praticamente não contêm gordura alguma. Entre os demais, alguns têm porcentagens modestas (o leite integral tem 3,6% e um iogurte não desnatado tem ao redor de 3%). Esse é um terreno escorregadio, onde a evidência científica parece colocar em xeque ideias que estavam muito arraigadas. Como explica o nutricionista Juan Revenga, durante um tempo pensou-se que todas as gorduras saturadas eram ruins, mas novos estudos mostram que não se pode generalizare que as provenientes do leite podem inclusive ser benéficas para a saúde.
“O leite está cheio de antibióticos e hormônios aplicados às vacas”
Começando pelo final, dar hormônios aos animais é uma prática proibida há anos. Aplicar antibióticos para fomentar o crescimento também é (na União Europeia desde 2006). Miguel Ángel Lurueña, doutor em ciência e tecnologia dos alimentos e autor do blog Gominolas de Petróleo, explica que os antibióticos só podem ser empregados em situações específicas, exclusivamente para fins de tratamento. “Caso sejam administrados, é necessário respeitar um tempo de espera para conseguir que o animal metabolize essas substâncias, a fim de que não estejam presentes no leite (ou na carne) em quantidades que possam representar um risco à saúde humana. Quem menos deseja que haja resíduos de antibióticos no leite é a indústria de alimentos: a presença dessas substâncias traz enormes inconvenientes, entre eles a impossibilidade de elaborar laticínios fermentados como queijo e iogurte. Isso porque os antibióticos podem impedir o desenvolvimento das bactérias que entram em sua elaboração”, diz Lurueña. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) publica todo ano um relatório mostrando os resultados do controle que realiza periodicamente sobre os alimentos. No relatório do ano passado, apenas 0,09% do leite analisado apresentou uma quantidade de antibióticos acima dos limites estabelecidos por lei.
“O leite está cheio de antibióticos e hormônios aplicados às vacas”
Começando pelo final, dar hormônios aos animais é uma prática proibida há anos. Aplicar antibióticos para fomentar o crescimento também é (na União Europeia desde 2006). Miguel Ángel Lurueña, doutor em ciência e tecnologia dos alimentos e autor do blog Gominolas de Petróleo, explica que os antibióticos só podem ser empregados em situações específicas, exclusivamente para fins de tratamento. “Caso sejam administrados, é necessário respeitar um tempo de espera para conseguir que o animal metabolize essas substâncias, a fim de que não estejam presentes no leite (ou na carne) em quantidades que possam representar um risco à saúde humana. Quem menos deseja que haja resíduos de antibióticos no leite é a indústria de alimentos: a presença dessas substâncias traz enormes inconvenientes, entre eles a impossibilidade de elaborar laticínios fermentados como queijo e iogurte. Isso porque os antibióticos podem impedir o desenvolvimento das bactérias que entram em sua elaboração”, diz Lurueña. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) publica todo ano um relatório mostrando os resultados do controle que realiza periodicamente sobre os alimentos. No relatório do ano passado, apenas 0,09% do leite analisado apresentou uma quantidade de antibióticos acima dos limites estabelecidos por lei.
“O leite favorece o câncer”
Sobre esse tema não há conclusões científicas sólidas. Ou seja: se favorece ou impede o desenvolvimento do câncer, não seria de forma determinante, posto que não existe uma clara evidência de uma coisa ou de outra. Em todo caso, os estudos realizados vão na linha do que resume a Escola de Saúde Pública de Harvard: “Enquanto o cálcio e os lácteos podem reduzir o risco de câncer de cólon, um alto consumo desse grupo de alimentos poderia, possivelmente, aumentar ao mesmo tempo o risco de câncer de próstata e de ovário.” Os especialistas tomam essa afirmação com cuidado, já que foram encontradas correlações, mas não causalidades: ou seja, não se sabe se o que provoca um aumento ou uma redução dos tumores seja o leite; pode haver outros fatores na equação. “Esses valores tão estreitos não deveriam ser utilizados para fazer recomendações radicais ou excludentes demais”, conclui Luis Jiménez, químico e autor do livro Lo que dice la ciencia para adelgazar (“O que diz a ciência para emagrecer”).
“O leite produz catarro e favorece o resfriado”
A comunidade científica não tem dúvidas sobre isso. É um mito sem nenhum fundamento. O pediatra Carlos González explica desse modo: “Como o catarro é um mecanismo de defesa das vias respiratórias contra as infecções, poderia-se considerar que essa é uma vantagem do leite. No entanto, vários estudos realizados com um grupo placebo (leite de vaca ou de soja com substâncias que maquiam a diferença do sabor) mostraram que isso não acontece. O leite não produz muco.
Não parece que seja assim. Como dizia numa entrevista de 2013 Sergio Calsamiglia, catedrático do Departamento de Ciência Animal e dos Alimentos da Faculdade de Veterinária da Universidade Autônoma de Barcelona, nos últimos 25 anos foram realizadas 138 pesquisas a respeito. E apenas duas indicaram uma maior incidência de osteoporose entre consumidores de leite. Na imensa maioria ocorreu o contrário. Calsamiglia afirma que esse panorama continua vigente. A Escola de Saúde Pública de Harvard conclui que o consumo de lácteos e cálcio parece “reduzir o risco de osteoporose”, como apontam dezenas de pesquisas.“Os lácteos contribuem para a osteoporose”
E no outro extremo, alguém poderia dizer: “O leite é um alimento imprescindível para ter ossos saudáveis”
Isso é totalmente correto? O leite é uma rica fonte de cálcio, que é importante para os ossos. Portanto, os nutricionistas costumam recomendar sua ingestão para o aporte desse mineral. Mas o leite está longe de ser o único alimento que contém cálcio. Muitos outros também o oferecem, como os legumes e as frutas secas, e sua absorção pode inclusive ser melhor nesses casos. Além disso, como explica Revenga, para ter uma saúde óssea adequada existem muitos fatores em jogo. “A presença de cálcio na dieta é só um deles (e não tem por que ser o mais importante); também influem, e de forma importante: a adequada presença de vitaminas D e K; não consumir vitamina A em excesso; ter um adequado, não excessivo, aporte de proteína; não tomar refrigerante em excesso; e ter um padrão de vida ativo”, afirma.
Conclusão: Se você tem intolerância à lactose, é melhor não ingerir lácteos (ou consumir só alguns e em pequenas quantidades). Se tem alergia à proteína do leite, também deve evitá-los. Mas se não se enquadrar nos casos anteriores e gostar do leite e dos seus derivados, aproveite-os e saiba que o leite é um alimento completo cujo consumo habitual tem uma grande quantidade de benefícios em quantidades moderadas. Se você não gosta de lácteos, não quer toma-los, odeia-os, é filosoficamente contra eles por algum motivo ou quer se solidarizar com os que não podem prová-los, escolha outros alimentos que proporcionem uma dieta equilibrada. Nenhum é imprescindível.
6 de jun. de 2014
UMA NOVA SOLUÇÃO QUE PARÁ RONCO E DEIXA VOCÊ DORMIR

Se você se sentir constantemente exaustos, dores de cabeça de experiência sem nenhum motivo aparente ou tem pressão alta, pode ser o resultado de ronco.
Mais do que um simples aborrecimento, o ronco é também o sintoma mais comum de uma apnéia potencialmente grave problema de saúde-obstrutiva do sono (SAOS).
Mais de 18 milhões de americanos roncar, e é relacionado com OSA. Pessoas que sofrem de OSA repetidamente e, sem saber, pare de respirar durante a noite devido a uma obstrução completa ou parcial de suas vias aéreas. Ela ocorre quando a mandíbula, garganta e língua músculos relaxam, bloqueando as vias aéreas usadas para respirar. . A consequente falta de oxigênio pode durar um minuto ou mais, e ocorrem centenas de vezes a cada noite OSA tem sido associada a:
Refluxo ácido
Freqüente micção noturna
A perda de memória
Golpe
Depressão
Diabetes
Ataque cardíaco
Pessoas com mais de 35 estão em maior risco.
OSA pode ser caro para o diagnóstico e tratar - até R $ 5.000 - e os tratamentos às vezes pode ser bastante doloroso. Além disso, eles não estão sempre cobertos pelo seguro.
No entanto, um estudo recente publicado pela Divisão de Medicina do Sono da Eastern Virginia Medical School, concluiu que o uso de uma barbicha simples durante o sono pode ser um tratamento eficaz para a SAOS.
O queixo, que já está disponível a partir de uma empresa chamada MySnoringSolution, trabalha apoiando a mandíbula e língua, evitando a obstrução das vias aéreas. É feito a partir de uma alta tecnologia, leve e material super-confortável. Milhares de pessoas têm usado a barbicha MySnoringSolution e relatou dormir melhor, e melhor saúde em geral por causa disso. Uma solução ronco eficaz para apenas 119 dólares O Chinstrap "Minha solução ronco" está disponível exclusivamente no site da empresa, que está oferecendo um tempo limitado "2 por 1" oferta. O produto também vem com um de 90 dias, garantia de reembolso incondicional!
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26 de abr. de 2014
PARA SE CURAR DO 'HPV', FORTALEÇA O ORGANISMO

O vírus papilomavírus humano (HPV) está ligado ao câncer de colo de útero. O vírus muitas vezes fica instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar. Geralmente o HPV entra em ação em determinadas situações, como na gravidez ou numa fase de estresse, quando as defesas do organismo caem. Chás de ervas ajudam a combater esse vírus
O vírus papilomavírus humano (HPV), com mais de cem subtipos, está ligado ao câncer de colo de útero.
Podem surgir feridas ou pequenas verrugas na região anogenital, entretanto, na maioria das vezes, a infecção pelo HPV não apresenta sintomas. O vírus muitas vezes fica instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar, mas pode ser transmitido. Geralmente o HPV entra em ação em determinadas situações, como na gravidez ou numa fase de estresse, quando a defesa do organismo fica abalada.
A mulher pode sentir uma leve coceira, ter dor durante a relação sexual ou notar um corrimento. Entretanto, o mais comum é ela não perceber qualquer alteração no corpo.
TRATAMENTO NATURAL DO HPV
O tratamento natural consiste em fortalecer o organismo com uma alimentação saudável e com suplementos alimentares.
As ervas indicadas são unha-de-gato, ipê-roxo, uxi-amarelo, vitex agnus-castus e equinácea, além de chá de melão-de-são-caetano
Para evitar doenças, a mulher deve beber sempre chá de aroeira e chá de ipê-roxo, bem como tomar pelo menos duas vezes ao ano cápsulas de unha-de-gato. Essas ervas fortalecem o sistema imunológico e agem sobre o aparelho reprodutor, evitando o surgimento de mioma, câncer e outros males.
http://
22 de jan. de 2014
BENEFÍCIOS DO MELÃO, COM RECEITA DE SUCO CONTRA ANSIEDADE: MELÃO COM BANANA

Coma melão. E com muita frequência.
E por vários motivos, pois essa fruta é muito rica tanto em termos medicinais como nutricionais.
Nutricionalmente, o melão se destaca pela presença de uma boa quantidade de vitamina C.
Nele ainda encontramos três minerais muito importantes: o cálcio, que ajuda a fortalecer os ossos; o potássio, que diminui a flacidez do corpo; e o magnésio, que é levemente laxante e é eficaz contra a prisão de ventre.
Medicinalmente, o melão tem várias propriedades.
Ele combate os males dos rins, ajuda na desintoxicação alimentar e ameniza sintomas da menopausa.
A fruta é excelente para a pele e ajuda a retardar o aparecimento dos sinais de envelhecimento.
O melão também ajuda a regular o ciclo menstrual e é ótmo no combate a doenças do aparelho digestivo.
Por ser rico em água, ele é excelente diurético, auxiliando as dietas de emagrecimento.
E ainda ajuda no tratamento de reumatismo e de inflamações.
O melão é ótimo para combater o estresse e a ansiedade.
Esta ação antiansiedade é elevada no suco de melão com banana.
Isso porque a banana contém um aminoácido chamado triptofano, que o corpo transforma em serotonina, também conhecido como “hormônio da felicidade".
Assim como o melão, a banana é rica em potássio, razão pela qual o suco de melão com banana ajuda a reduzir a hipertensão.
A receita do suco de melão com banana está a seguir.
INGREDIENTES
4 fatias de melão (pode ser de qualquer variedade)
1 banana
1/2 copo de água ou de água de coco
MODO DE PREPARO
Bata bem os ingredientes e beba na hora.
OBSERVAÇÃO: Quando consumido com outros alimentos, o melão costuma ser indigesto. Por isso recomenda-se comê-lo sozinho; mas, quando consumido na forma de suco, o melão combina bem com outras frutas.
E por vários motivos, pois essa fruta é muito rica tanto em termos medicinais como nutricionais.
Nutricionalmente, o melão se destaca pela presença de uma boa quantidade de vitamina C.
Nele ainda encontramos três minerais muito importantes: o cálcio, que ajuda a fortalecer os ossos; o potássio, que diminui a flacidez do corpo; e o magnésio, que é levemente laxante e é eficaz contra a prisão de ventre.
Medicinalmente, o melão tem várias propriedades.
Ele combate os males dos rins, ajuda na desintoxicação alimentar e ameniza sintomas da menopausa.
A fruta é excelente para a pele e ajuda a retardar o aparecimento dos sinais de envelhecimento.
O melão também ajuda a regular o ciclo menstrual e é ótmo no combate a doenças do aparelho digestivo.
Por ser rico em água, ele é excelente diurético, auxiliando as dietas de emagrecimento.
E ainda ajuda no tratamento de reumatismo e de inflamações.
O melão é ótimo para combater o estresse e a ansiedade.
Esta ação antiansiedade é elevada no suco de melão com banana.
Isso porque a banana contém um aminoácido chamado triptofano, que o corpo transforma em serotonina, também conhecido como “hormônio da felicidade".
Assim como o melão, a banana é rica em potássio, razão pela qual o suco de melão com banana ajuda a reduzir a hipertensão.
A receita do suco de melão com banana está a seguir.
INGREDIENTES
4 fatias de melão (pode ser de qualquer variedade)
1 banana
1/2 copo de água ou de água de coco
MODO DE PREPARO
Bata bem os ingredientes e beba na hora.
OBSERVAÇÃO: Quando consumido com outros alimentos, o melão costuma ser indigesto. Por isso recomenda-se comê-lo sozinho; mas, quando consumido na forma de suco, o melão combina bem com outras frutas.
25 de dez. de 2013
O SAL MARINHO É REALMENTE BENÉFICO?
Muitas são as dúvidas sobre o sal marinho, se é saudável, se devemos adiciona-lo ou não à comida, etc.
Devido ao seu teor mais baixo em sódio e seu refinamento, o sal marinho é recomendado para pessoas com problemas cardíacos, obesos, para retenção de líquidos ou simplesmente para aqueles que desejam cuidar da saúde.
Sal marinho X sal de mesa
Primeiramente, devemos saber que o sal “comum”, passa por um processo onde o magnésio e outros minerais são eliminados. Além disso, o iodo natural é destruído durante sua refinação e o iodo de potássio é adicionado em altos níveis, quase sempre níveis tóxicos.
Logo, é adicionada dextrose como estabilizadora e um agente de branqueamento para que o sal chegue à cor que conhecemos.
O sal do mar, ou sal marinho é seco naturalmente, ao sol. Não passa por nenhum processo e contém quantidades microscópicas de vida marinha e claro, iodo natural. É de coloração menos branca e levemente mais úmido.
Tem um sabor mais forte e é menos utilizado em receitas de cozinha, apesar de proporcionar o mesmo efeito do sal refinado.
Logo, se comparamos as características de cada tipo de sal, perceberemos por que o sal marinho é mais saudável para a ingestão diária.
O sal marinho é seco naturalmente, ao sol, e não por processos que o fazem perder suas propriedades naturais. (Foto: Cocoabiscuit / Flickr.com)
Benefícios do sal marinho para a saúde
Ao consumir o sal marinho diariamente, equilibraremos e nutriremos nosso organismo com minerais essenciais. Alguns dos benefícios que este sal nos oferece são:
- Excelente para a concentração e expansão muscular, estimulo dos nervos, bom funcionamento das glândulas suprarrenais e em outros processos biológicos;
- Nos proporciona cloreto, que serve para produzir os ácidos necessários na digestão de proteínas, enzimas e hidratos de carbono.
- É excelente para pessoas que desejem equilíbrio do peso.
- Por conter magnésio, ajuda na produção de enzimas, transmissão nervosa, formação óssea, resistência a doenças cardíacas e criação de esmalte para os dentes.
- Deve ser consumido por crianças pequenas, pois ajuda no desenvolvimento cerebral.
- Ajuda a estabilizar os batimentos cardíacos e serve para regular a pressão arterial ou frear os níveis altos.
- Elimina os depósitos de sódio prejudiciais ao corpo.
- Permite um sono mais profundo, relaxante e longo (se ingerido com água quente antes de dormir).
- Limpa a mucosa, congestão nasal e seios nasais.
- Mantêm os eletrólitos no corpo, essenciais para o processamento da comunicação entre as células do cérebro.
- Combate a retenção de água e ajuda a dissolver cálculos renais.
Os inumeráveis benefícios do sal marinho o torna uma opção mais saudável que o sal comum. (Foto: LittleMissPlump – Sara / Flickr.com)
Ao contrário da crença popular, o sal não é prejudicial, se consumimos o sal do tipo marinho. Ajuda nosso corpo em vários aspectos e é mais saudável que o sal comum, esse ultimo que passa por vários processos para chegar a nossas mesas.
E você? Já provou o sal marinho? O que está esperando...
http://saudealternativaa.blogspot.com.br/2013/12/o-sal-marinho-e-realmente-benefico.html
20 de dez. de 2013
EPILEPSIA: TRATAMENTO NATURAL AJUDA E PODE ATÉ CURAR
A epilepsia uma doença do sistema nervoso não contagiosa e não hereditária.
As drogas usadas pela medicina alopática são, normalmente, de efeitos anticonvulsivos, isto , travam os sintomas (parte exterior da doença) sem ir as causas (parte interna e essencial da doença).
A carência de vitamina B6 altera a natureza das ondas cerebrais e constitui uma das causas da epilepsia, conforme demonstrou o médico e pesquisador Baird Cousin, de Lancaster, Pensilvnia, EUA.
A administração diria de 450 miligramas de magnésio e doses substanciais de vitamina B6 e outras vitaminas do grupo B melhora substancialmente ou cura de vez a generalidade dos epilépticos.
A médica Adelle Davis verificou que a ingesto diria de 450 miligramas de magnésio por 30 crianças epilépticas que estavam sendo medicadas com drogas anticonvulsivas lhes restituiu a saúde, sem necessitarem mais de recorrer a essas drogas.
Segundo a naturopata Linda Clark, no livro Healing Ourselves (Curando-nos a nós mesmos), o autor, Naboru Muramoto, conta o caso de uma mulher que, depois de um traumatismo na espinha na altura em que tinha 13 anos, passou a sofrer de ataques epilépticos durante 22 anos. Foi-lhe ministrado no fim desses 22 anos de intenso sofrimento um chá, denominado em língua inglesa oriental day lily tea, que em português se traduz por chá de lírio, ou aucena do oriente, considerado nos países do Extremo Oriente como excelente para o tratamento das perturbações do sistema nervoso. Essa mulher tomou o dito chá ininterruptamente durante 60 dias. Terminado esse período de tempo, nunca mais teve convulsões, não tendo necessidade alguma de voltar a tomar os remédios que lhes tinham sido prescritos pelos médicos assistentes (Linda Clark, A epilepsia, citado in Natura n 243, de dezembro de 1974).
O livro How to get Well, do médico Paavo Airola, indica as exatas dosagens de vitamina B6 e de outras vitaminas para a cura natural dos epilépticos.
Fonte de pesquisa:
http:// naturopatia.blogs.sapo.pt/ arquivo/1068245.html
http://www.curapelanatureza.com.br
As drogas usadas pela medicina alopática são, normalmente, de efeitos anticonvulsivos, isto , travam os sintomas (parte exterior da doença) sem ir as causas (parte interna e essencial da doença).
A carência de vitamina B6 altera a natureza das ondas cerebrais e constitui uma das causas da epilepsia, conforme demonstrou o médico e pesquisador Baird Cousin, de Lancaster, Pensilvnia, EUA.
A administração diria de 450 miligramas de magnésio e doses substanciais de vitamina B6 e outras vitaminas do grupo B melhora substancialmente ou cura de vez a generalidade dos epilépticos.
A médica Adelle Davis verificou que a ingesto diria de 450 miligramas de magnésio por 30 crianças epilépticas que estavam sendo medicadas com drogas anticonvulsivas lhes restituiu a saúde, sem necessitarem mais de recorrer a essas drogas.
Segundo a naturopata Linda Clark, no livro Healing Ourselves (Curando-nos a nós mesmos), o autor, Naboru Muramoto, conta o caso de uma mulher que, depois de um traumatismo na espinha na altura em que tinha 13 anos, passou a sofrer de ataques epilépticos durante 22 anos. Foi-lhe ministrado no fim desses 22 anos de intenso sofrimento um chá, denominado em língua inglesa oriental day lily tea, que em português se traduz por chá de lírio, ou aucena do oriente, considerado nos países do Extremo Oriente como excelente para o tratamento das perturbações do sistema nervoso. Essa mulher tomou o dito chá ininterruptamente durante 60 dias. Terminado esse período de tempo, nunca mais teve convulsões, não tendo necessidade alguma de voltar a tomar os remédios que lhes tinham sido prescritos pelos médicos assistentes (Linda Clark, A epilepsia, citado in Natura n 243, de dezembro de 1974).
O livro How to get Well, do médico Paavo Airola, indica as exatas dosagens de vitamina B6 e de outras vitaminas para a cura natural dos epilépticos.
Fonte de pesquisa:
http://
http://www.curapelanatureza.com.br
17 de set. de 2013
O SUCO DE INHAME É UM PODEROSO DEPURATIVO DO SANGUE

Ele livra a pele de acnes, espinhas, cravos e de outros problemas.
Ele também fortalece os ossos, é poderoso antibiótico, facilita a digestão e evita problemas no aparelho digestivo.
Como tem o poder de purificar o sangue, esse suco fortalece o sistema imunológico, ajudando no combate a gripes, dengue, cansaço físico e doenças infecciosas.
Acesse o link e saiba como fazer e tomar esse poderoso suco.
O inhame, sem dúvida, está na lista dos alimentos mais medicinais.
Ele é muito rico em nutrientes e vitaminas, sendo considerado ótima fonte de energia.
No inhame, há boa quantidade de betacaroteno, vitamina C, B, cálcio, ferro e magnésio.
Combate os radicais livres e melhora a circulação sanguínea.
Esse tubérculo é um poderoso depurativo do sangue.
E, por isso, embeleza a pele e combate acnes, espinhas, cravos e celulite.
Mas não para nisso: o inhame fortalece os ossos, é poderoso antibiótico, facilita a digestão e evita problemas no aparelho digestivo.
Como tem o poder de purificar o sangue, ele fortalece o sistema imunológico, ajudando no combate a gripes, dengue, cansaço físico e doenças infecciosas.
O inhame é especial para as mulheres, pois tem a capacidade de equilibrar os níveis do hormônio feminino progesterona, além de amenizar os sintomas da TPM, como cólicas, irritação e ansiedade.
Na menopausa, o inhame também é muito indicado por reduzir o risco de perda óssea.
Inhame cru é tóxico?
O inhame contém o ácido oxálico, que também está presente em vegetais como batata, beterraba, espinafre, ruibarbo.
O inhame branco japonês, o mais medicinal, possui teor baixíssimo desse ácido.
O ácido oxálico não é prejudicial à saúde, mas ele é o responsável pela coceira provocada quando manipulamos o inhame cru.
Por isso, antes de tomar o suco com inhame cru, faça o teste: se ao descascar o inhame, sentir alguma coceira na mão, significa que você deve ter cautela ao consumi-lo cru e também deve evitar usá-lo na pele (como ingrediente de máscaras caseiras).
Se não sentir coceira, você pode tomar tranquilamente o suco de inhame, cuja receita está a seguir.
Suco de inhame
Ingredientes
1 maçã.
1 limão.
1 inhame pequeno ou metade de um médio da variedade conhecida como japonês ou paulista (veja a foto).
Meio litro de água.
Se quiser adoçar, use mel ou açúcar mascavo.
Preparo
Esprema o limão, pique o inhame e a maçã.
Bata tudo no liquidificador e sirva com ou sem gelo.
O suco pode ser consumido diariamente.
www.curapelanatureza.com.br/2013/08/aprenda-fazer-o-suco-de-inhame e.html#sthash.l8gMKM3m.dpuf
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