6 de jan. de 2022

FELIPE NETO: EU XINGAVA O LULA, AÍ ESTUDEI O CASO E VI QUE ESTAVA ERRADO DESDE O INÍCIO

Não há problema algum em errar, até porque somos humanos, porem, saber reconhcer numa auto crítica é uma atitude de elegância e nobreza para qualque um, como foi no caso do Felipe Neto. Só os nobres são capazes de tamanha façanha. Parabéns, Felipe Neto...
 

21 de dez. de 2021

POR QUE BOLSONARO FOI PARA O PL?

Agora foi! Bolsonaro casou de papel passado, com direito a aliança no dedo com o Centrão. Dois anos depois de sair do PSL por causa de briga de Fundo Partidário, ele resolveu se filiar ao novo partido. E logo o sujeito que dizia que iria mudar tudo o que tava aí, que era contra a velha política, decidiu entrar no PL, o partido de Valdemar Costa Neto. Nesse #CaféComBoulos a gente vai mostrar porque é que o Bolsonaro se filiar a um partido do Centrão para disputar as eleições de 22. E aí, tem tempo para um cafézinho?
 

10 de nov. de 2021

Reportagem do Fantástico revela como funcionava o esquema de Fake News da Familícia Bolsonaro

O Fantástico apresentou no domingo (02/08/2020) detalhes inéditos da investigação do Facebook que levou, no começo de julho, à derrubada de páginas em redes sociais ligadas ao presidente Jair Bolsonaro e a políticos do PSL.
Por trás desses perfis, estavam assessores, pagos com dinheiro público. Eles estão sendo acusados de manipular o debate público na internet, usando fake news, desinformação e ataques a adversários do presidente. 

O anúncio do Facebook da remoção de um conjunto de contas e páginas brasileiras devido ao chamado comportamento inautêntico coordenado foi no dia 8 de julho. Segundo a plataforma, era um esquema com dezenas de perfis, que escondiam a verdadeira identidade dos criadores. Essas contas acumulavam cerca de 2 milhões de seguidores no Facebook e no Instagram - rede social que também pertence à empresa. 

O Fantástico teve acesso exclusivo às principais páginas derrubadas pelo Facebook, e nossa equipe analisou as postagens em detalhes, mostrando o mecanismo dessa rede e revelações sobre o perfil dos integrantes. 

Um deles é assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, que trabalha dentro do Palácio do Planalto: Tércio Tomaz recebe um salário de mais de R$ 13 mil. Além de uma conta pessoal, Tércio mantinha outras duas, anônimas, chamadas Bolsonaro News. 

A investigação também apontou que a rede de contas falsas era operada por dois assessores ligados ao deputado federal Eduardo Bolsonaro. Um deles é Eduardo Guimarães, que já tinha sido descoberto na CPI das Fake News por ter usado um computador da Câmara dos Deputados para criar a conta de ataques virtuais "Bolsofeios"; o outro assessor é Paulo Eduardo Lopes, ou Paulo Chuchu, como ele se apresenta - ele teve seis contas derrubadas: quatro se passavam por redações jornalísticas, como The Brazilian Post, The Brazilian Post ABC e Notícias São Bernardo do Campo, segundo o Facebook. 

Outro assessor que mantinha pelo menos oito páginas inautênticas era Leonardo Rodrigues de Barros. Ele trabalhava pra deputada estadual Alana Passos, do PSL do Rio, e recebia um salário de mais de R$ 6 mil. O presidente chegou a gravar um vídeo para uma dessas páginas. 

Postagens feitas por Leonardo eram compartilhadas pela noiva, Vanessa Navarro, assessora do deputado estadual Anderson Moraes, do PSL. Pelo menos sete páginas ligadas a Vanessa foram derrubadas - os nomes eram parecidos, com pequenas variações, apesar de pertencerem à mesma pessoa, uma prova, segundo o Facebook, do comportamento enganoso. 

A investigação também aponta que funcionários ligados ao senador Flávio Bolsonaro, do Republicanos, participaram do esquema, mas não traz detalhes. 

O histórico de postagens a que tivemos acesso exclusivo são peças fundamentais pra entender como as redes sociais foram operadas na eleição de 2018. 

Detalhes dessa investigação sobre a rede brasileira vão ser encaminhados à Polícia Federal. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, nos inquéritos que apuram a disseminação de fake news e o financiamento de atos antidemocráticos.

Nós procuramos o presidente Jair Bolsonaro e os filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PSL, e o senador Flávio Bolsonaro, mas eles não responderam. 

O assessor do Planato Tércio Tomaz também não quis falar.

A defesa de Paulo Eduardo Lopes afirmou que ele "jamais administrou qualquer página de conteúdo jornalístico" e que "o Facebook se equivocou ao banir as páginas de Paulo Chuchu de suas plataformas". 

O advogado de Leonardo Rodrigues de Barros Neto disse que "não há qualquer fundamento" nas investigações que apontam seu cliente como dono de "perfis inautênticos", "já que sua identidade é conhecida". Mas a defesa não esclareceu por quê Leonardo mantinha um site, que omitia sua autoria e se apresentava como jornalístico. 

A deputada Alana Passos, do PSL do Rio, disse que "não responde por aquilo que servidores publicam em suas redes sociais pessoais" e que Leonardo pediu exoneração em abril. 

A defesa da assessora Vanessa Navarro classificou a exclusão da conta como "atentado à liberdade de expressão". O deputado estadual Anderson Moraes, também do PSL do Rio, afirmou que a derrubada das páginas de Vanessa configura censura prévia./ 

A reportagem é de Murilo Salviano, Diego Zanchetta, Alan Graça Ferreira e Nancy Dutra.
 


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