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6 de set. de 2016
21 de ago. de 2016
Por que Bolt corre tão rápido?
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| Photo postad by Liberte Sua Mente |
Mais uma Olimpíada, mais uma vitória. O jamaicano Usain Bolt parece imbatível. Mas engana-se quem pensa que ele consegue isso movendo suas pernas mais rapidamente que os demais. Seria assim se ele fosse um corredor comum. Mas o que os atletas de elite fazem é dar passadas mais longas e mais fortes. Pesquisas mostram que um corredor amador normalmente dá entre 50 e 55 passos para completar uma prova de 100m rasos, enquanto um velocista profissional dá em média 45.
“Atletas de elite têm mais impulsão, porque têm mais fibras musculares capazes de realizar movimentos rápidos. Eles passam menos tempo em contato com o chão, o que permite que se propulsionem para frente ainda mais rapidamente”, disse Sam Allen, da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, à rede BBC.
Desde que surgiu nos Jogos de Pequim, em 2008, a invencibilidade de Bolt - que no Rio não fez diferente - é estudada pela ciência. Estudos realizados pelo pesquisador americano Peter Weyand chegaram à conclusão que, ao atingir sua velocidade máxima, um corredor de elite normalmente passa 0,08 segundos em contato com o solo em cada passada, em comparação com 0,12 segundos de um corredor amador.
Sam Allen diz que os velocistas mais rápidos passam cerca de 60% do tempo no ar, sem tocar os pés no chão, enquanto um amador passa 50% do tempo assim. Bolt se destaca ainda mais nesse cenário por causa de sua altura. Com 1,95 metro, é capaz de completar uma prova de 100m rasos dando 41 passos, cerca de três ou quatro a menos que seus adversários. Ele nem deveria conseguir acelerar tanto porque suas pernas são grandes demais. O fato dele quase sempre sair atrás de seus adversários seria por conta de ser tão alto. Mas fenômeno é fenômeno e logo ele recupera. E que ainda venham os 200m rasos e os 4x100m.
Fonte: BBC
Jesse Owens é ouro nos 100 metros da Olimpíada de Berlim
Em 3 de agosto de 1936, o jovem negro norte-americano Jesse Owens contrariava Adolf Hitler ao derrotar seu companheiro de equipe, também afro-americano, Ralph Metcalfe, e ganhar os 100 metros rasos em impressionantes 10,3 segundos. A cena ocorreu no terceiro dia dos Jogos Olímpicos de Berlim, evento que havia sido projetado pelos nazistas para mostrar ao mundo a superioridade da raça ariana.
Jesse Owens superou todas as barreiras em Berlim, conquistando quatro medalhas de ouro: 100m e 200m rasos, no salto em distância e no revezamento 4x100 m. Isso tudo em solo nazista, onde os funcionários do Reich chegaram a classificar os atletas negros de “não humanos”.
Anos mais tarde, em sua biografia, Owens afirmou que o que mais o magoou, contudo, foi o fato de o presidente americano Franklin Delano Roosevelt não ter lhe mandado sequer um telegrama felicitando-o por suas conquistas na olimpíada. Naquela época, também havia um forte sentimento racista nos Estados Unidos.
Fonte: Enciclopédia do Holocausto
Jesse Owens superou todas as barreiras em Berlim, conquistando quatro medalhas de ouro: 100m e 200m rasos, no salto em distância e no revezamento 4x100 m. Isso tudo em solo nazista, onde os funcionários do Reich chegaram a classificar os atletas negros de “não humanos”.
Anos mais tarde, em sua biografia, Owens afirmou que o que mais o magoou, contudo, foi o fato de o presidente americano Franklin Delano Roosevelt não ter lhe mandado sequer um telegrama felicitando-o por suas conquistas na olimpíada. Naquela época, também havia um forte sentimento racista nos Estados Unidos.
Fonte: Enciclopédia do Holocausto
Adolf Hitler abre os Jogos de Berlim
01-08-1936 D.C.
No dia 1º de agosto de 1936, Adolf Hitler abria a XI Olimpíada, também chamada de Jogos Olímpicos de Verão, em Berlim, na Alemanha. Com grande pompa, no Estádio Olímpico de Berlim, a cerimônia de abertura contou com fanfarras musicais dirigidas pelo compositor Richard Strauss.
Os Jogos Olímpicos de Verão de 1936, realizados de 1º a 16 de agosto, marcaram a história da Olimpíada e também da Alemanha. Hitler não poupou dinheiro e esforços para usar o evento como propaganda da Alemanha nazista.
Gastou-se 20 vezes mais do que havia sido orçado e construiu-se o mais moderno complexo esportivo visto até então, com capacidade para 100 mil pessoas. Pela primeira vez na história, a cerimônia de abertura e alguns jogos foram retransmitidos pela recém-criada televisão, além dos cinemas, teatros e pelas imagens projetadas por circuito interno em enormes panos brancos retangulares pendurados em Berlim.
Foi em Berlim que se criou também o cortejo da tocha olímpica, realizado até hoje. Hitler mandou que um corredor solitário saísse de Olímpia, na Grécia, carregando a tocha, e chegasse para a cerimônia de abertura dos Jogos, em Berlim.
A XI Olimpíada foi usada por Hitler para mostrar ao mundo uma suposta Alemanha pacífica, mas superior. Ele retirou das ruas todos os símbolos antissemitas, prendeu cerca de 800 ciganos que vivam na cidade e criou uma delegação com 348 atletas, em sua maioria arianos.
Apesar de terminar os jogos liderando o quadro de medalhas – 33 de ouro – Hitler teve de aceitar a vitória de um pequeno grupo de atletas negros norte-americanos, que conquistou a maioria das medalhas do atletismo, a modalidade mais importante dos Jogos.
Assista a trechos da abertura da cerimônia de 1936:
Imagem: Frame vídeo abertura da cerimônia
Jesse Owens e a reação de Hitler
As
Olimpíadas são muito mais do que uma festa do esporte: funcionam como termômetro da História, dos momentos que o mundo vive. Abaixo, selecionamos dez momentos olímpicos em que esporte e política se misturaram.
http://seuhistory.com/noticias/veja-10-momentos-mais-marcantes-das-olimpiadas
1936 (Berlim): Atleta americano negro faz ruir o mito da supremacia ariana Diante de Hitler (e olhem que a Segunda Guerra Mundial não tinha nem começado), o atleta americano Jesse Owens ganhou nada menos do que quatro medalhas de ouro na Olimpíada de Berlim.
Justamente quando Adolph Hitler tentava provar sua teoria de que os brancos eram superiores. Owen era negro. Reparem na cara de perplexidade de Hitler.
Olimpíadas são muito mais do que uma festa do esporte: funcionam como termômetro da História, dos momentos que o mundo vive. Abaixo, selecionamos dez momentos olímpicos em que esporte e política se misturaram.
http://seuhistory.com/noticias/veja-10-momentos-mais-marcantes-das-olimpiadas
1936 (Berlim): Atleta americano negro faz ruir o mito da supremacia ariana Diante de Hitler (e olhem que a Segunda Guerra Mundial não tinha nem começado), o atleta americano Jesse Owens ganhou nada menos do que quatro medalhas de ouro na Olimpíada de Berlim.
Justamente quando Adolph Hitler tentava provar sua teoria de que os brancos eram superiores. Owen era negro. Reparem na cara de perplexidade de Hitler.
20 de ago. de 2016
Thiago Braz ganha ouro inédito e bate Record Olimpico. Ele agora é o homem a ser batido!
Brasileiro enfim consegue afastar fantasmas e ultrapassa pela primeira vez na carreira a marca dos seis metros. Recordista mundial, francês Renaud Lavillenie leva a prata A voz tranquila podia até disfarçar à primeira vista, mas Thiago Braz travava uma guerra constante contra sua mente. Bem antes desta noite, o medo de fracassar vinha sendo a maior armadilha, na qual ele caiu algumas vezes. Mas quis o destino que a confiança viesse no momento e no local certos, justo diante da maior pressão de toda sua vida. Aquele menino inseguro, abandonado na infância pela mãe, acabou acolhido de forma calorosa pela torcida do Engenhão. Foi mágico ver o jovem de Marília superando o sarrafo como se estivesse respondendo a quem duvidou. Enterrou todos os fantasmas e se reinventou saltando impressionantes 6,03m para levar a medalha de ouro, com direito a novo recorde olímpico. A conquista teve doses extras de emoção. O ouro só viria se o brasileiro passasse de seis metros, algo que nunca havia alcançado. Mas ele conseguiu ser o primeiro atleta do continente a fazê-lo, na segunda tentativa. Viu o até então campeão olímpico e recordista mundial indoor, o francês Renaud Lavillenie, errar duas vezes os 6,03m e uma os 6,08m, já no tudo ou nada. Sucumbiu com cara de espanto, levou a prata com 5,98m e reclamou das vaias da torcida. O bronze ficou com o americano Sam Kendricks, com 5,85m. - Agradeço muito a Deus por tudo, por esse momento. É uma oportunidade incrível. As pessoas acreditaram em mim, estavam do meu lado me apoiando. Poder completar uma prova com recorde pessoal e recorde olímpico, ganhando medalha de ouro... É inexplicável - comemorou.
19 de ago. de 2016
5 Curiosidades sobre as Olimpíadas Nazistas
As Olimpíadas que conhecemos surgiu no século 8 a.C. na Grécia Clássica, na cidade Olímpia. Desde então, com algumas pausas em alguns momentos, os jogos olímpicos viraram tradição no mundo todo.
Mas hoje iremos falar para você sobre uma Olimpíada específica que aconteceu em um dos momentos mais controversos da história da humanidade. Você já ouviu falar das olimpíadas do ditador Hitler?
Mas hoje iremos falar para você sobre uma Olimpíada específica que aconteceu em um dos momentos mais controversos da história da humanidade. Você já ouviu falar das olimpíadas do ditador Hitler?
17 de ago. de 2016
MAGIC SPEED BOLT - MOMENTO OLÍMPICO
) é um velocista jamaicano, multicampeão olímpico e mundial, recordista mundial dos 100 e 200 metros rasos, além do revezamento 4 x 100 metros como integrante da equipe da Jamaica. É o único atleta na história do atletismo a se tornar bicampeão em todas as três modalidades em Jogos Olímpicos de forma consecutiva e a conquistar seis medalhas de ouro em provas de velocidade, sendo onze vezes campeão mundial. Suas conquistas no atletismo o fizeram ser chamado de Lightning Bolt (relâmpago, raio) pela imprensa internacional e entre os muitos prêmios que já recebeu tem como mais expressivos os de Atleta do Ano da IAAF e o Laureus World Sportsman of the Year, que recebeu por três vezes. Entre as honrarias que recebeu fora do atletismo estão a Ordem da Jamaica (OJ) e a Ordem de Distinção (OD), outorgadas pelo governo de seu país. O mais bem pago atleta da história do atletismo recebendo de acordo com a Forbes 20,3 milhões de dólares por ano, ele é considerado por Jacques Rogge, ex-presidente do Comitê Olímpico Internacional, por especialistas e por ex-atletas, como uma lenda viva e o maior velocista de todos os tempos. (Usain Bolt)
LIGHTNING BOLT (Vídeos)
Make by Renato Brito
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