30 de mai de 2015

4 provas de que a escola está escravizando nossos filhos

Para tornar a construção de fábricas ao redor do mundo possível, dois problemas precisaram ser resolvidos:
  • a necessidade de trabalhadores para produzir; e
  • a necessidade de consumidores para suprir a super-produção.
A solução para resolver o problema da falta de trabalhadores foi a criação de escolas públicas e para resolver o problema da super-produção, fomentou-se o consumismo.
Nas escolas, aprendemos o mindset de fábrica: seja substituível, como uma peça de uma máquina e consuma tudo o que puder.
Nossas crianças aprendem a correr atrás de dinheiro como todas as outras porque são treinadas a acreditar que é no acúmulo de dinheiro que reside a segurança e a felicidade.
Conseguiram traduzir poder como acúmulo de dinheiro.
Poder é a capacidade de dominar a si mesmo, suas fraquezas e suas fortalezas para construir uma vida de valor na direção das suas próprias intenções.
O que se faz na escola, é remover a capacidade dos nossos filhos de aprenderem mais sobre si mesmos para decorar as melhores respostas as mesmas perguntas, inibindo a construção de valor e incentivando a busca de valor em tudo o que está fora.

4 provas concretas de que a escola está escravizando nossos filhos:

1. As escolas incentivam a competição
Nas escolas existem os “bons” alunos (os que se adaptam) e os “maus” alunos (os que não se adaptam).
As escolas tem esquecido de estimular a colaboração, evidenciando o potencial do trabalho de um grupo com diferentes qualidades e maturidade.
Assim, o bom aluno sai da escola satisfeito por estar seguindo o caminho “certo” mesmo sem certeza disto e o mau aluno sai da escola desmotivado a seguir o seu próprio caminho.
O “vitorioso” e o “fracassado” se enfrentam diversas vezes na vida adiante jogando suas frustrações em cima do outro através de várias formas de ataque.
Escolas são fábricas que produzem alunos em um sistema de comando e controle.” — Seth Godin
 

2. As escolas acabam com a criatividade
Tudo que tem para se saber está em uma apostila e se uma pergunta vem sobre um “conteúdo” que ainda não está sendo “trabalhado”, ela é repreendida ou simplesmente recebe como resposta “ano que vem estudaremos isso”.
Afinal de contas, saber os pormenores da crise de 1929 faz muito mais sentido para a vida de uma criança que aprender como lidar com relacionamentos ou postura ética e moral.
A inspiração das crianças é aniquilada em troca da manutenção de um currículo escolar focado em remover qualquer estímulo a criatividade.
3. As escolas colocam as crianças sob pressão
O seu filho é diferente do meu, tenha certeza disso.
Por mais que eles tenham a mesma idade, morem no mesmo bairro e sejam criados praticamente dentro da mesma cultura, eles são diferentes.
Entretanto a escola ignora isto e os enclausura no mesmo espaço, aprendendo as mesmas coisas e tendo que cumprir uma tabela semelhante para receber uma nota que os distinguirá.
Ambos tem que fazer isto e aquilo mesmo sem inspiração, sendo obrigados a se encaixar em uma caixa que talvez não naquele momento, eles desejem se encaixar.
O problema está no sistema que pune artistas e recompensa burocratas.” — Seth Godin
 

4. As escolas isolam as crianças da realidade
A escola por vezes ignora que “lá fora” as ideias não são todas iguais, as regras não se aplicam a todos da mesma forma e o conflito faz parte da nossa natureza.
Na escola deveríamos aprender a conflitar de forma pacífica, deveríamos aprender a lidar com ideias diferentes, deveríamos conversar sobre o que acontece “lá fora” e dentro de nós mesmos.

(Autor: Marcos Rezende | Artigo completo: Insistimento)

Ainda com relação ao tema abordado, gostaria de sugerir um documentário interessante que foi produzido em 2012, chamado A Educação Proibida, o filme questiona a escolarização moderna e propõe um novo modelo educativo. Entre aqui para maiores informações e documentário completo.




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