23 de abr de 2015

A verdadeira faceta do "Deus" de amor

A VERDADEIRA FACETA DO "DEUS" DE AMOR

Nem de longe podemos chamar isso de um ser de amor, quando na verdade "Ele" apenas obriga e intimida por meio do pavor e medo as suas criaturas a fazer somente Sua divina egóica vontade, onde você sendo "filho" "Dele" a sua vontade é logo anulada para atender o egocentrismo desse coroado 'Serial Killer'.
O interessante que "Ele" não sabe diferenciar entre
corrigir e matar, porque se "Ele" é pai de todos como assim o mundo acredita, então qual é pai que corrigi o seu filho matando-o?! Existe alguém que aprendeu depois de morto nessa visão de "correção" ou de "justiça divina"?! A não ser que ambas palavras significam as mesmas coisas! Ou "Deus" tem o seu próprio kairós vocabulário, em que a "Dele" serve para quebrar a lógica ou a regra gramatical quando tem "Ele" como pretexto de "corrigir" amorosamente um dos seus "filhos"!!! 

O dilúvio foi a maior prova de genocídio global afogando o planeta tendo como método a chamada "correção" ou "justiça divina", para que o mundo fosse purificado e com efeito começasse do zero...mas o que vemos depois dessa "infalível" ação divina a esse extermínio em massa?! O que houve de positivo nisso?! Qual é a história de lá pra cá com essa chamada "correção divina"?! Ele sabia mesmo o que estava fazendo quando na verdade "Ele" tentou e sendo "Ele Deus" trouxesse mesmo a solução para humanidade?!
Um "Deus" não pode tentar, porque dizem que "Ele" é onisciente, mas os resultados desde o jardim do Éden e também o dilúvio provam ao contrario essa afirmativa religiosa. 


AMOR nada tem a vê com que se acham que o mesmo depende ou que vem numa simbiose com a tal justiça divina, porque a primeira coisa que esse "Deus" deveria saber que no AMOR não há lei, porque sendo assim um anularia o outro, porque lei é sinônimo de obrigações ou deveres, e que nada disso é feito em amor e para o amor, mas uma imposição a ser feita em nome de uma violenta e cruel dispensação teocrática. 
A classe religiosa foi predatoriamente condicionados com esse "amor" desenhado e culturalmente imposta e implantado sem hesitação nas mentes como sendo esse perfil de "amor" que atua nos dois lados, mas o AMOR verdadeiro não tem parte com essas coisas de dualidades humana e divinamente equivocada.

O que se chamam condicionadamente de "Deus" de "justiça" é na verdade para abrandar o seu real e verdadeiro caráter de um psicopata sanguinário.....porque vocês acham que "Ele" disse que o rei Davi era segundo o seu coração, quando "Ele" disse que Abraão era apenas amigo.....não é estranho isso??!! Alguma vez o seu pastor disse a você do porque dessa discrepância?  Analise a fundo a de como foi a vida do idolatrado endeusado Davi em comparação a Abraão.

Veja esse vídeo de uma desconhecida história do rei Davi que os lideres dessas empresas religiosas não te contam....http://libertesuamente13.blogspot.com.br/2014/09/rei-davi-da-biblia-o-psicopata.html

Como você se sentiria se o seu "Deus" considerasse Adolf Hitler como sendo segundo o seu coração?!! Ou você iria apelar dizendo que isso seria os designos de "Deus" ou que "Deus" é "Deus"??!!

Uma coisa que ninguém se dá conta é de uma coisa, a ideia de "justiça" divina, será que isso tem mesmo a vê com suposto "Deus" de amor, que não consegue nem diferenciar entre corrigir com matar??!!! E por que disso tudo??  Porque simplesmente aceitam tudo sem o senso crítico ou analítico em nada, porque até os atributos inerentes aos seres humanos foram "engessados", onde o que vale mesmo para quase todos, é apenas dizer amém para tudo sem processar nada do que ouve e vê, afinal de contas a "mão" de "Deus" é pesada quando "Ele" se ira...né?! 
Então voltando a ideia equivocada do "Deus" de "justiça", deixando apenas uma pergunta quanto a essa grande problemática....JUSTIÇA é a mesma coisa de JUSTICEIRO? 

No AMOR real e amplo não se há temor, leis, justiça, punições, barganhas, obrigações, superior ou inferior e nem muito menos a ideia de um tal de inferno, porque AMOR é totalmente incompatível a todas essas coisas, e qualquer um desses itens e outras semelhantes a essas, posto em prática em nome do "amor" ou "justiça" seja ela de caráter humana ou divina, o AMOR real perde presença e o livre fluir de uma plena consciência na expansão do que é o homem em si mesmo, não segundo o que a religião na sua conceitualidade descreve sobre a humanidade. O desconhecido não pode mais ficar sendo ignorado na indiferença da escravocracia religiosa.

O AMOR é pura liberdade de consciência, onde essa mesma consciência é que observa todas as ações do próprio ser em atividade e de plena interatividade nesse mundo 3D. Essa mesma consciência de puro amor e liberdade apenas observa e não pune ou castiga alguém, porque essa mesma Consciência Universal atua interagindo de forma natural de que os dois lados da mesma moeda são intrinsecamente fundamentais para nos fazer evoluir percorrendo o "caminho" do AMOR sem interesse do fantasioso conforto de um "céu" ou "paraíso" (prêmio) ou de fazer ou de reprimir-se por medo da ficção divina do tal "inferno".

Tudo e qualquer coisa que em nome do amor que tira a sua inata liberdade, logo esse amor não é digno de relevância alguma. 



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