5 de nov. de 2020

Assine a petição online que pede denúncia de Rodrigo Constantino - Justiça por Mariana Ferrer

Um abaixo-assinado no site change.org recolhe apoio para a formalização de uma denúncia contra o comentarista Rodrigo Constantino. O movimento ainda tem por objetivo forçar a demissão de Rodrigo Constantino da Gazeta do Povo. 
A Jovem Pan dispensou o comentarista nesta quarta. A movimentação tem por objetivo fazer com que o comentarista "seja investigado por apologia ao crime e, mesmo sabendo que essas empresas não estão nem aí com a decência, pedimos a demissão imediata das suas posições na Jovem Pan e na Gazeta do Povo". 

Vale ressaltar que na tarde desta quarta-feira (4) Constantino foi demitido da rádio Jovem Pan por seu comentário machista. Pelo Twitter, o comentarista afirmou que teve sua fala distorcida: "vcs venceram uma batalha, parabéns! A pressão foi tão grande sobre a Jovem Pan, DISTORCENDO CLARAMENTE MINHA FALA, que não resistiram. Não os culpo. É do jogo. Quem me conhece e quem viu de fato sabe que eu jamais faria apologia ao estupro! Mas desde já estou fora da Jovem Pan". 

Link da Petição: https://tinyurl.com/y3naxbkl



Confessou! Ex-assessora de Flávio confessa rachadinha e entrega de dinheiro para Queiroz

Uma ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro confessou ao Ministério Público ter devolvido a maior parte de seu salário para o policial militar aposentado Fabrício Queiroz, apontado como operador do esquema de “rachadinha” no gabinete do filho de Jair Bolsonaro. 

Luiza Souza Paes foi a primeira ex-funcionária do filho do presidente a confirmar o esquema descrito pela Promotoria e dar detalhes sobre sua operação. O depoimento da ex-assessora foi revelado pelo jornal O Globo e confirmado pela Folha. Flávio, Queiroz, Luiza e outras 14 pessoas foram denunciadas sob a acusação de peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita. Entre os acusados estão a mulher do senador, a dentista Fernanda Bolsonaro, e também Márcia Aguiar, Nathalia e Evelyn Queiroz, mulher e filhas do PM aposentado. 

Também foram denunciadas a ex-mulher e a mãe do miliciano Adriano da Nóbrega, morto numa operação policial na Bahia, e outros sete ex-assessores que repassaram dinheiro para Queiroz. O atual chefe de gabinete de Flávio no Senado, Miguel Angelo Braga Grillo, também é alvo da acusação. O caso está em "super sigilo".



4 de nov. de 2020

GRANDE DIA - Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz denunciados por 'RACHADINHA' na Alerj

Após mais de dois anos de investigação do Ministério Público do Rio, o senador e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi denunciado por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A denúncia se dá no âmbito do Caso Queiroz, como ficou conhecido o processo das "rachadinhas" supostamente praticadas pelo filho do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. Queiroz está atualmente em prisão domiciliar. Ele chegou a passar menos de um mês detido em Bangu, na zona oeste do Rio, mas conseguiu ir para casa por meio de habeas corpus. O ex-assessor foi encontrado numa casa de Frederick Wassef, ex-advogado de Flávio, em Atibaia, São Paulo - o que foi considerado, junto com mensagens obtidas pelo MP, provas de que o grupo buscava se esconder das investigações. Na denúncia apresentada à Justiça, o MP amarra uma série de informações que já haviam sido oferecidas ao longo da investigação. Tudo gira em torno de Flávio ter supostamente se apropriado do dinheiro público da remuneração de seus assessores e, depois, praticado a lavagem desses recursos por meio da organização criminosa. Entenda abaixo o porquê dos três crimes citados na denúncia: Peculato

É o desvio de dinheiro público. Ou seja, seria a essência da "rachadinha": ao repassarem seus salários, os assessores estariam praticando o crime, assim como seus chefes. Ao longo da investigação, o MP mostrou uma série de dados das quebras de sigilo bancário e fiscal que apontaram saques em dinheiro e transferências bancárias dos funcionários para Queiroz. Lavagem de dinheiro Aqui, nem todos os assessores devem ser enquadrados. Flávio e Queiroz, porém, tem na lavagem um ponto-chave. Como seriam o "autor intelectual" e o operador do esquema, respectivamente, eles teriam agido para lavar o dinheiro supostamente desviado dos cofres públicos. Isso se deu por diferentes formas, no caso do senador: transações imobiliárias com dinheiro vivo e supostas fraudes em declarações da sua franquia da rede Kopenhagen, por exemplo. Queiroz também teria colaborado para isso ao pagar contas da família de Flávio, como mensalidades da escola de suas filhas e plano de saúde. 

Organização criminosa Ao participarem todos do suposto esquema de "rachadinha", Flávio, Queiroz, os ex-assessores e demais aliados se enquadram no que o MP considera uma organização criminosa. Em casos como esse, costuma-se apontar uma pessoa (Flávio, no caso) como "autor intelectual" dos crimes praticados pelo grupo, além de um operador (Queiroz). 



Gabriela Prioli conseguiu colocar Lula no meio do caso Mariana Ferrer

A apresentadora Gabriela Prioli, da CNN Brasil, usou as redes sociais na tarde desta terça-feira (3) para comparar a absolvição do empresário André de Camargo Aranha no processo movido pela influenciadora digital Mariana Ferrer por abuso sexual com a prisão do ex-presidente Lula. O juiz do caso, Rudson Marcos, foi alvo de reclamação no Conselho Nacional de Justiça por não ter impedindo os ataques do advogado Claudio Gastão da Rosa Filho contra a vítima.
 Em uma longa sequência de publicações feitas nas histórias do Instagram, a apresentadora que se notabilizou pelos confrontos com Caio Coppolla na CNN pede “coerência” e “mais razão e menos emoção” às pessoas. “Eu entendo que vocês, sem o conhecimento técnico, achem difícil separar a emoção da razão nesse caso. Acreditem, eu me sensibilizo muitíssimo também, mas, como técnica, eu preciso dizer a visão técnica”, afirmou.

Para “ilustrar” sua argumentação em defesa da argumentação do Ministério Público, a apresentadora cita a condenação do ex-presidente Lula. “Tanta gente defendendo que ele não é o culpado mesmo depois da opinião da polícia, do Ministério Público e do Judiciário em mais de uma instância. E agora, nesse caso, a opinião da polícia é suficiente?”, escreveu. As publicações geraram polêmicas nas redes. Gabriela Prioli foi cancelada por passar pano.



3 de nov. de 2020

Defesa humilha influencer Mariana Ferrer em julgamento que terminou com sentença de estupro culposo

A jovem influencer Mariana Ferrer afirma ter sido estuprada numa festa no fim de 2018 em Santa Catarina. A justiça entendeu que o réu, um empresário rico, ‘não teve intenção’ de estuprá-la. 
Vídeo inédito mostra defesa do acusado humilhando a jovem. Atualização: A legenda do vídeo no ponto 01:49 foi corrigida para deixar claro que quem se manifesta nesse momento é o juiz que analisa o caso. Leia a reportagem completa: https://interc.pt/2HYmzVC
 

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