Os sete procuradores da Operação Lava Jato de São Paulo enviaram ofício ao procurador-geral da República, Augusto Aras, pedindo exoneração do cargo. Eles alegam incompatibilidade com a procuradora indicada por Aras que assumiu o grupo.
Deltan Dallagnol pediu afastamento para supostamente "cuidar da saúde da filha".
O Centrão tenta acabar com a Lava Jato desde 2015. Agora o Centrão está no poder. Finalmente o objetivo foi alcançado.
3 de set. de 2020
2 de set. de 2020
Hitler suicidou-se em Berlim?
Hitler realmente se suicidou em seu bunker ou ele conseguiu fugir para América do Sul como algumas teorias defendem?
1 de set. de 2020
Investigações contra Flávio Bolsonaro já terminaram e ele pode ser denunciado à qualquer momento
O MP-RJ anunciou hoje que o GAECC concluiu as investigações sobre o senador Flávio Bolsonaro. Os autos, ainda sob sigilo, agora seguem para o procurador-geral do Rio, Eduardo Gussem. Eles foram encaminhados à Subprocuradoria-Geral de Justiça de Assuntos Criminais e de Direitos Humanos do MP-RJ.
Em nota, a defesa de Flávio Bolsonaro afirmou que "os promotores da Gaecc manobraram para encontrar uma saída honrosa do Grupo da condução dos trabalhos".
A CASA DO HORROR
O portão com os dizeres Arbeit Macht Frei (‘Trabalho traz liberdade’ ou ‘O Trabalho Liberta’) em letras de ferro fundido soa irônico a quem adentra o antigo campo de concentração de Auschwitz I, palco do horror da Segunda Guerra (1939-1945), quando cerca de 1,5 milhão de poloneses foram exterminados pelos nazistas. A liberdade nada mais era do que a morte, atroz, indigna. Um passeio pelos alojamentos, rodeados por guaritas e cercas de arame farpado, é deprimente, mas essencial para entender um dos episódios mais sombrios e repugnantes da história da humanidade. A câmara de gás, o crematório, o paredão, os pertences tirados dos prisioneiros, os trilhos do trem que os conduzia para a morte… Tudo continua ali, em Auschwitz e Birkenau, para reflexão dos visitantes.
Auschwitz é o nome alemão para a cidade polonesa de Oswiecim, a cerca de 70 quilômetros a oeste da Cracóvia. Seu atribulado passado inclui batalhas sangrentas entre as potências da Europa Central e a Rússia, com as sortes indo e vindo entre este último, a Prússia e o Império Austro-Húngaro. Quase que imediatamente após a invasão nazista de 1939 a cidade passou a abrigar um campo de prisioneiros, sendo aumentado diversas vezes. Quando as edificações originais em alvenaria já não suportavam o volume de pessoas para lá enviadas, foi construído o campo II – Auschwitz-Birkenau, onde foram montadas dezenas de galpões de madeira onde judeus, ciganos, homossexuais e todos os inimigos do regime eram amontoados em condições precárias. Ali, aguardariam seu fim em câmaras de gás, definhariam de fome e exaustão ou, de alguma forma, sobreviveriam para contar suas terríveis memórias. Eles vinham de toda a Europa ocupada, em trens que aqui descarregavam sua ‘carga’.
Durante as visitas guiadas, preste atenção em histórias emocionantes, como a do frade Maximiliano Kolbe, que ofereceu sua vida para salvar a de um prisioneiro condenado, ou atrozes, como as experiências ‘científicas’ conduzidas em gêmeos.
Listada como patrimônio da humanidade pela Unesco, Auschwitz certamente não é uma visita agradável, mas fundamental para que erros do passado não sejam repetidos.
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