26 de jul. de 2015

Reencarnação – Ciclo Anunnaki

Photo by Liberte Sua Mente 


















Conforme já estudado, sabemos que a palavra Anunnaki significa “aqueles que do
 céu vieram”. Sabemos que nas milhares de Tábuas de argila encontradas e decifradas suas escrituras por Zacharia Sitchin nos conta que esses Anunnakis estiveram aqui a cerca de 450 mil anos e consta principalmente que manipularam nosso DNA.   

Veja essa história toda AQUI:

Bom, e o que isso tem a ver com o nosso ciclo reencarnatório na Terra ???  Muitas pessoas são espiritualizadas de alguma forma e estão inclinadas a aceitar que há um processo Reencarnatório que nos “traz” de volta à esse plano físico, mas não conseguem entender de forma mais profunda esse processo justamente pela fragmentação de toda a informação que “Re-montaria” muitas verdades de nosso passado. Bom, se muito dessa historia se fragmentou, podemos desfragmentá-la e juntar partes para entender o todo.

Levando em conta que de fato nosso DNA foi manipulado pelos Anunnakis, e ao que diz nas Tábuas de argila a razão dessa manipulação foi apenas para nos tornar seres capazes intelectualmente para realizar o trabalho que eles (os Anunnakis) queriam que realizássemos. Porém, sabemos que usamos apenas 20 dos 64 Códons de nosso DNA, ou seja, 44 estão “BLOQUEADOS”, e quem os bloqueou ???  Bom, essa resposta fica mais fácil de responder com outra pergunta:Quem nos manipulou geneticamente a 450 mil anos ??? Sim, os Anunnakis, e a razão, ou melhor, a principal razão de bloquearem parte de nosso DNA é justamente para que você não lembre nada de suas reencarnações passadas.  Assim ELES podem RE-programar você novamente na “Matrix”.

Sabemos que esses seres (Anunnakis) estão num nível vibratório de existência em 4D e a chamada morte de nosso corpo físico que está na 3D, nos faz retornar novamente à essa mesma4D, onde ELES também controlam em seus níveis vibratórios mais baixos (onde nos “atrapam” espiritualmente).

Você achava que ao morrer, depois de ter sido uma “boa” pessoa, trabalhadora e fiel a deus, ou melhor, aos deuses, você iria para o “céu” ficar ao lado dele, ou deles, e junto aos anjos e querubins ??? Sim, é verdade, você acertou! Os mesmos anjos retratados pelo catolicismo são os Sentinelas Anunnakis retratados no livro de Enoch, e os deuses são seus “Reis”.

 O próprio Vaticano confirmou que os anjos da bíblia são provavelmente ET’s. 




Assim na Terra como no céu ... Assim como cá é lá ... Essas e outras frases conhecidas pelo mundo principalmente no mundo religioso, nos diz que nosso mundo 3D é uma cópia do mundo dos céus, onde REINAM os “deuses”.

Ao morrer, ou desencarnar, você mantém sua consciência PRESA e APEGADA às idéias mundanas da Matrix 3D, onde aprendeu com TODA a Polarização possível que esse mundo lhe programou e assim, muitos perambulam por aqui achando que ainda estão na 3D, não aceitaram a morte ou desencarne.



Como cá é como lá, obviamente há também uma hierarquia imposta e regida pelos Reis Anunnakis onde estabelecem aos recém retornados à 4D uma nova “chance” de vida retornando à 3D para cumprir mais um Ciclo Reencarnatório. O que este recém chegado não sabe é que não se lembrará de nada e assim, poderá ser RE-programado (de NOVO) pela Matrix. Isso é tudo o que ELES querem de você. Que continue sendo um RECURSO comportando-se como gado e sendofiel ao “regimento” Celeste do “Rei dos céus”(O Pai todo poderoso). 

Ao regressar à 3D você não se lembrará de sua passagem anterior à 4D, e menos ainda da 3Danterior. Perceba que sua memória Almica foi manipulada desde um corpo 3D com DNA alterado para que você não possa se lembrar e assim, jamais poderá Evoluir Espiritualmente. ESSA É A GRANDE MANIPULAÇÃO !!! ELES manipulam e administram o Ciclo Reencarnatório na Terra.

Não estou dizendo que TODOS os que encarnam na 3D são “conduzidos” por ELES, mas a grande maioria sim. Os poucos que encarnam sem serem provenientes desse ciclo manipulado são seres com alguma capacidade superior (isentos de manipulação Anunnaki) e que “escapam” desse controle reencarnatório ao qual estamos "atrapados", e chegam aqui para poderem ajudar a divulgar um DESPERTAR espiritual e nos auxiliar a entendermos o que somos, quem somos e nossa situação atual.

Quando despertamos e entendemos essas verdades, compreendemos melhor nossa situação e nos tornamos realmente livres para escolhermos o que queremos. Assim. exerceremos por direito o chamado Livre-arbítrio. Essa era pra ser a natureza de nossa existência, o que na verdade, sempre foi. 

Esse é o “empreendimento” DELES – Um controle espiritual na 4D e simultaneamente um controle mental na 3D. Assim, ELES se certificam que seus propósitos se perpetuem.

Por isso, CUIDADO !!! TOOODAS as religiões foram manipuladas para atenderem à seus “mestres”, ao seu “Pai” e criador ... pense nisso, não é a toa que iremos pra 5D, certo ?!!




http://rmorais76.blogspot.com.br/2010/11/reencarnacao-ciclo-anunnaki.html?spref=fb



25 de jul. de 2015

Segredos de Estado - Psicopatas - Serial Killer - Maniacos, criminosos mentalmente lesados.


Segredos de Estado - Psicopatas - Serial Killer - Maniacos, criminosos mentalmente lesados.
Segredos de Estado - Psicopatas - Serial Killer - Maniacos, criminosos mentalmente lesados.
Posted by Bruno Guerreiro de Moraes on Quinta, 23 de julho de 2015

24 de jul. de 2015

A sociedade é um embuste, assuma o controlo da sua vida | Alan Watts

Alan Watts, Orador, Filósofo e Activista, discute o absurdo da vida moderna, levantando muitas perguntas sobre por que nós nos permitimos ser tão facilmente manipulados e coagidos a manter tais valores vazios e ineficazes.
Watts refere-se ao estado actual de doutrinação social das crianças como um tipo de liberdade condicional da sociedade, que somos ensinados a pensar em nós mesmos como indignos a partir do momento em que entramos no mundo. Que temos de nos provar aos nossos pais, professores e à sociedade em geral. Mas visto que a maioria estão cegos por um padrão ineficaz, que coloca os seres humanos numa caixa onde a maior perseguição na vida é a aquisição de dinheiro, poder e aceitação social, talvez seja a civilização que esteja em liberdade condicional.
Os valores da nossa idade perderam completamente de vista o que é a consciência, e quem somos. Muitas pessoas são totalmente inconscientes de que é o aspecto não-físico de si mesmos que anima o corpo e a mente. Com o mundo como um labirinto interminável de distracção, trauma e escassez imposta, quem é que tem tempo para cavar fundo dentro de si, destravando os mistérios do ser que infundem toda a vida? Mas é a resposta a esta pergunta fundamental: Quem sou eu, que uma vez procurada, vai construir um templo do conhecimento interior, limpando os desejos limitados e auto-suficientes de uma mente presa por exteriorizações?
A escolha para se conhecer a si mesmo, vai transformar a corrida de ratos sem sentido que a maioria da humanidade se encontra, desbloqueando um destino eterno e uma experiência divina que vai eclipsar qualquer meta materialista.E é esta capacidade transcendente escondido dentro de cada ser, independentemente da sua etnia, origem cultural ou posição social, que faz com que os nossos pretensos senhores tremam de medo.Se nós tivéssemos um vislumbre do nosso verdadeiro propósito na vida, e o que isso poderia significar para nós e para a posteridade, nós nunca mais seriamos enganados no jogo interminável que a vida moderna se tornou.
http://prisaoplanetaria.com/2015/07/22/a-sociedade-e-um-embuste-assuma-o-controlo-da-sua-vida-alan-watts/#prettyPhoto

O Caminho Para a Liberdade – David Icke – Completo e Legendado PT-BR

Gravado em 1999, nesta serie David Icke fala sobre as origens das raças humanas, as sociedades secretas ao longo da história humana, e como elas influenciaram e influenciam a nossa sociedade até os tempos de hoje.
David Icke explica também como funciona o sistema de chakras, de maneira bem simplificada, e o seu ponto de vista em relação à manipulação energética que acontece no nosso planeta.
São palestras meio grandes, mas são bem explicadas e muito úteis para as pessoas que realmente querem entender o porquê de muitas coisas.
Temos um caminho muito longo pela frente e toda informação é importante, acreditando ou não. Manter a mente aberta é um acto de sabedoria.


http://prisaoplanetaria.com/2015/07/21/o-caminho-para-a-liberdade-david-icke-completo-e-legendado-pt-br/#prettyPhoto


23 de jul. de 2015

UMA NOVA LÓGICA: "Quem disse que nascemos para procurar emprego?"


Muhammad Yunus, o ''banqueiro dos pobres'', quer estimular os jovens a empreender mais – e convencer grandes empresários a abrir mão de lucros. Vai dar certo?
O economista Muhammad Yunus é conhecido no mundo todo como “o banqueiro dos pobres”. Por meio do Grameen Bank, que ele fundou em 1983 em Bangladesh, Yunus espalhou em escala internacional o conceito do microcrédito: empréstimos feitos, sem garantias ou papéis, a gente pobre que nunca antes teve acesso ao sistema bancário. Tal fomento ao empreendedorismo, sobretudo entre mulheres, e seus resultados efetivos lhe renderam, entre outros prêmios, o Nobel da Paz em 2006. Também transformaram Yunus em um dos oradores mais requisitados do planeta, inclusive em eventos lotados de empresários e banqueiros que ele critica sem censura.
Há dois meses ele esteve no Brasil para promover a Yunus Negócios Sociais, braço brasileiro da Yunus Social Business Global Initiatives, espécie de incubadora de negócios sociais – como são chamadas empresas criadas para resolver problemas sociais, e não exatamente gerar lucro para acionistas. Durante a passagem por São Paulo, ele falou à Trip sobre essa trajetória e sua crença de que esse tipo de negócio é um modo eficaz de repensar o sistema econômico vigente – do qual critica a concentração de renda em níveis absurdos e a própria lógica de que as pessoas precisam passar a vida procurando emprego. “O ser humano não nasceu para isso”, diz ele, um defensor pioneiro da ideia, tão em voga hoje, de que é melhor seguir o próprio caminho do que ser um funcionário.

“Lidar com teorias econômicas diante de pessoas morrendo [de fome], para mim era uma piada” 

Em Daca, capital e maior cidade de Bangladesh, Yunus mora com a mulher e a filha mais nova (a mais velha, que acaba de lhe dar o primeiro neto, vive em Nova York) no mesmo conjunto de prédios onde está a sede do Grameen Group, com suas mais de 50 empresas. Em boa parte do tempo, viaja pelo mundo com palestras e consultorias que lhe dão uma rotina atribulada, da qual diz não se cansar, mesmo aos 75 anos de idade. “Eu gosto disso. Sem essa rotina eu estaria terrivelmente entediado. Não sei o que fazer comigo mesmo quando não estou ocupado.”
A seguir, oito trechos da conversa que deixam claro que, para Yunus, o que falta ao mundo é olhar mais para o próximo e trabalhar pela prosperidade coletiva. Uma visão mais amorosa, pode-se dizer.
Arquivo pessoal
Yunus em 1976, quando começou as ações que deram forma ao Grameen Bank
Yunus em 1976, quando começou as ações que deram forma ao Grameen Bank

UM NOVO CAPITALISMO
“Há 85 pessoas no mundo que têm mais da metade de toda a riqueza do planeta. Já a metade mais pobre da população mundial detém menos de 1% desses recursos. Que mundo é esse? Minha luta tem sido contra essa estrutura. As pessoas não podem fazer nada além de tocar o barco como foi concebido. Luto por uma nova máquina, por alternativas, por um movimento contrário. A estrutura que existe não vai resolver nosso problema. A disparidade de renda só piora, a riqueza se concentra em pouquíssimas mãos. Conheço empresa que ficou cem vezes maior em sete anos, e o número de funcionários só diminui. Inclusive por causa de tecnologia, eficiência. O que vai acontecer com todas essas pessoas sem trabalho? Se a Europa, a parte mais próspera do mundo, vive isso, o que acontece em economias menores? Temos que redesenhar o sistema capitalista. Tudo o que dizem é ‘faça dinheiro, seja feliz’. Mas aí você ganha us$ 1 bilhão e não faz nada pelos outros. Para que serve us$ 1 bilhão? ‘Ah, dei emprego a muita gente.’ Sim, e pegou a riqueza para você. Concentração é tudo o que você produziu.” 
EMPREGO: ESQUEÇA ESSA IDEIA
“Uma questão essencial está na ideia de emprego. Quem disse que nascemos para procurar emprego? A escola? Os professores? Os livros? Sua religião? Seus pais? Alguém colocou isso na cabeça das pessoas. O sistema educacional repete: ‘você tem que trabalhar duro’. Seres humanos não nasceram pra isso. O ser humano é cheio de poder criativo, mas o sistema o reduz a mero trabalhador, capaz de fazer trabalhos repetitivos. Isso é vergonhoso, está errado. As pessoas precisam crescer sabendo que é uma opção se tornar empregado, mas que existe a possibilidade de ser empreendedor, seguir o próprio caminho. É arriscado, incerto, há frustrações, mas é bem mais estimulante. Arrumar emprego é o que é seguro, garantido. Mas sua vida será limitada ao que decidirem por você.

“Não somos robôs fazedores de dinheiro. A vida não pode ser reduzida a uma busca egoísta como essa” 

TEORIA VERSUS REALIDADE
“Meu pai era um pequeno comerciante. Admirava a educação, mas não pôde ir além do oitavo ano na escola. Minha mãe foi até o quarto ano. Somos sete irmãos e duas irmãs, e todos decidimos por conta própria o que fazer. Oportunidades surgiram, empregos me foram oferecidos, e eu não aceitei. O único emprego que tive foi o de professor – porque eu queria ensinar. Não me empolgou a possibilidade de carreira, salário, mas o espaço para pensar, criar. E, quando chegou a hora, comecei o negócio do microcrédito. O isolamento da universidade sempre me irritou. Qual a utilidade do conhecimento se ele não chega às pessoas? Em Bangladesh, tínhamos pessoas morrendo de fome. Faz sentido ensinar teorias tão bonitas, das quais somos tão orgulhosos, e elas não terem o menor significado na vida de quem não pode comer? Há muitas maneiras de morrer, mas a fome é uma das mais dolorosas. Lidar com teorias econômicas diante de pessoas morrendo assim era uma piada.” 
Arquivo Pessoal
Com mulheres de Bangladesh, nos anos 1980. Foi para artesãs que ele concedeu os primeiros empréstimos, no valor de US$ 27
Com mulheres de Bangladesh, nos anos 1980. Foi para artesãs que ele concedeu os primeiros empréstimos, no valor de US$ 27

CONTRA OS BANCOS
“Fico furioso com agiotagem. Como um ser humano pode ser tão cruel com outro? Vi situações dramáticas de pessoas devendo dinheiro. Então comecei a emprestar, para que parassem de procurar exploradores. Eram quantias mínimas – o primeiro empréstimo foi de us$ 27. O problema é que meu dinheiro foi acabando. Fui a uma agência bancária no próprio campus da universidade onde eu lecionava e pedi ajuda ao gerente. A resposta: ‘Isso é problema seu’. Começou aí meu confronto com bancos. Ouvi explicações absurdas sobre por que não dar crédito a gente pobre. Até que entendi: eu deveria ter um banco. Um banco que fizesse um bom trabalho pelas pessoas. Foi o que inventei em 1983: o Grameen Bank. Diziam que era um fenômeno local, que só funcionaria em Bangladesh. Fomos à Malásia, a convite de pessoas de lá, e deu certo. Disseram: ‘é um fenômeno de países muçulmanos’. Fomos às Filipinas, país católico. Passaram a dizer: ‘é um fenômeno asiático’. Explicações e mais explicações vieram, sempre para proteger a ideia de que o sistema continua certo – e você apenas inventou algo que não vale para o mundo. Em 2006 vem o prêmio Nobel. Nem assim o sistema muda.”
DESENVOLVIMENTO?
“Na crise de 2008, eu estava em Nova York. Vendo as notícias sobre o colapso, os escândalos, lembrei daquele gerente que procurei e pensei: quem merece crédito, afinal? Quem está dando calote? Os pobres a quem empresto dinheiro me devolvem cada centavo. Temos oito agências em Nova York, com 30 mil clientes, e nenhuma inadimplência. Então, por que continuar teimando? Por que ensinar na universidade o que é sistema bancário sem se perguntar por que mais da metade da população do planeta não tem nada a ver com bancos? Construir rodovias é medida de desenvolvimento? Para mim, não existe desenvolvimento se pessoas têm uma única muda de roupa. Ou se só fazem uma refeição ao dia.”
RESOLVENDO PROBLEMAS
“Em determinada época, percebi que crianças de muitas famílias não conseguiam enxergar à noite. Vi isso em diferentes lugares: crianças que não veem nada depois que o sol se põe. Médicos me disseram: ‘Isso é uma doença chamada cegueira noturna, causada por falta de vitamina A. Se tomarem comprimidos ou tiverem alimentação rica em vegetais, voltam a enxergar’. Voltei a algumas famílias e expliquei a importância de comer vegetais. ‘Ah, não é simples encontrar vegetais’, diziam. Tive a ideia de vender pequenos pacotes de sementes, a 1 centavo. Gradualmente, foram comprando e plantando. O Grameen Group passou a ter um negócio de sementes. Em sete anos, nos tornamos o maior vendedor de sementes do país. E a cegueira noturna foi erradicada. É essa a ideia do negócio social.”
Divulgação
Yunus durante uma palestra do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, em 2010
Yunus durante uma palestra do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, em 2010

ISSO É NEGÓCIO, SIM
“Muita gente diz que isso não é um negócio de verdade. Se não tem lucro, não é negócio. De onde vem essa definição? É negócio, sim. É decisão minha não ter lucro. Se a teoria não se encaixa no que eu criei, não sou eu quem está errado; é a teoria. O capitalismo é uma ideia maravilhosa, porque dá opções. O problema está na ideia de que é preciso maximizar lucros e que só isso é aceitável como negócio. Não somos robôs fazedores de dinheiro. A vida não pode ser reduzida a uma busca egoísta como essa. Outra lógica é possível e há empresas interessadas. O chairman da Danone me procurou dizendo que queria resgatar os ideais de seu pai – e não apenas tocar uma corporação mais preocupada com o valor das ações. Nasceu aí um negócio social: um iogurte muito barato, com os nutrientes de que uma criança precisa diariamente, vendido de porta em porta, por gente que não tinha trabalho em Bangladesh. A Danone não terá lucro com isso: apenas recupera o que foi investido e nada mais. Você pode não morrer de amores por esse modelo – e eu quero discussão, quero ouvir críticas. Mas não pode simplesmente dizer ‘não funciona’ ou ‘não é real’.” 
NOVAS GERAÇÕES
“Tenho falado muito, em diferentes países, a convite de empresários, banqueiros. Então creio que estejam prestando atenção ao que eu digo. Se me odiassem, me manteriam longe. Não odeio os banqueiros, as pessoas, apenas digo: ‘Não é possível continuar agindo assim’. E estão entendendo. Talvez ainda haja uma diferença entre a imagem pública e o que pensam. Muitos chegam em casa e são criticados pelos filhos. Porque as novas gerações estão espalhando essas mensagens. Viajo muito, é uma rotina corrida, mas a energia das pessoas, particularmente as mais jovens, me renova. Quando vejo essa gente respondendo ao que digo, se inspirando, querendo fazer alguma coisa, tudo faz sentido. Quando estou longe de casa, no Brasil, na Colômbia, no Chile ou na China, e vejo que as pessoas conhecem o que eu disse, o que eu fiz, esqueço as horas de sono perdidas, o jetlag. São sementes sendo espalhadas, que um dia vão germinar. Algumas podem se tornar árvores gigantes. Quem sabe?”


http://revistatrip.uol.com.br/revista/245/reportagens/o-banqueiro-dos-pobres-muhammad-yunus-propoe-uma-nova-logica.html


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