20 de set. de 2015

O caso Praia do Saco de São Francisco

Caso de abdução envolvendo o testemunha de diversas pessoas na praia.


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O que é depressão

O que é depressão?

Perguntas e respostas sobre a depressão pelo mestre Chögyam Trungpa

Pergunta: E sobre a depressão? Todas as coisas que o senhor falou parecem ser energias, emoções de energias, mas, um estado de depressão parece ser uma energia negativa, uma ausência de energia.
Chögyam Trüngpa: A depressão é uma das energias mais poderosas, uma das energias mais comuns que temos. É uma energia. A depressão é como um tanque de oxigênio que quer explodir, mas ainda está engarrafado. É um fantástico banco de energias, muito mais do que a agressão ou a paixão que são um tipo de desenvolvimento e que depois é manifestado. Elas são, de algum modo, frívolas, enquanto a depressão é a mais digna energia de todas.
Pergunta: Ainda não estou satisfeito. O senhor fala que é um banco de energia. Como o senhor tira dinheiro do banco ou ele só fica lá dentro do cofre?
Chögyam Trüngpa: Bem, tente se relacionar com a textura da energia numa situação de depressão. A depressão não é um espaço vazio, sem expressão; ela tem todo tipo de coisas inteligentes acontecendo dentro dela. Quero dizer, basicamente a depressão é extraordinariamente interessante, é um estado de ser altamente inteligente. É por isso que você está deprimido. A depressão é um estado mental no qual você sente que não tem saída. Então, trabalhe com a insatisfação dessa depressão. Seja lá o que houver dentro dela é extraordinariamente poderoso. Há todos os tipos de respostas dentro dela, mas as respostas estão escondidas. Então, de fato, acho que a depressão é a mais poderosa de todas as energias. É uma energia extraordinariamente desperta apesar de você achar que está dormindo.
Pergunta: É porque ela limpa tudo? Poderia ser um tipo de vacuidade, um tipo de portal para a meditação. Quero dizer, neste tipo de depressão existe um sentimento de que absolutamente nada está acontecendo.
Chögyam Trüngpa: Bem, é isso. É uma coisa muito profunda. Ela tem suas próprias texturas. Digamos que você se sinta extraordinariamente deprimido e não faz sentido fazer alguma coisa. Parece que você está fazendo a mesma coisa toda de novo. Você desiste da coisa toda, mas você não pode. E no todo, você está extremamente deprimido e tentar não fazer algo é extremamente irritante. Porque você deveria fazer alguma coisa? A coisa toda é absolutamente sem sentido. Você se sente extremamente para baixo. Tentar entrar nas coisas que costumavam lhe inspirar antes deixa você mais deprimido porque você costumava sair [da depressão] por elas e agora você não pode mais. Isto é muito depressivo e tudo é realmente comum extremamente comum e realmente real e você não quer mesmo fazer nada. É um peso muito grande que empurra para baixo. Você começa a sentir que seu teto está mais pesado do que era que o chão começa a ficar mais pesado do que era. Há uma parede inteira feita de chumbo te comprimindo por todos os lados e não há nenhuma saída. Até sua respiração é metálica, ou de chumbo, ou muito grossa. Não há nenhum alívio. Tudo que esta depressão traz é realmente real e muito pesado. E você não pode mesmo sair dela porque a idéia de sair de si mesmo traz mais depressão. Então, você está constantemente engarrafado e empurrado para aquela situação e você gostaria de simplesmente se sentar.
Bem, se tudo piorar, então só tente sair. O que parece ser a única resposta é uma abordagem suicida. As coisas ficam mais pesadas e lentas. Encontrar amigos inspiradores, que costumam ajudar pessoas, tornam-se depressivos. Quando você tenta colocar uma música que antes te alegrava, também traz depressão. Nada se mexe ainda. Tudo é negro, absolutamente negro.
Mas, ao mesmo tempo, você está experimentando uma tremenda textura, a textura de como o samsara funciona o que é fantástico. Você sente a textura de alguma coisa. Aquele divertimento não adiantou. Este também não. Voltar ao passado não funcionou; remeter-se ao futuro, também não. Tudo é feito de texturas e você pode sentir a depressão de um modo muito inteligente. Pode se relacionar com ela completamente. E, uma vez que você se relaciona com uma textura de algum tipo, como uma situação sólida que contém tremenda textura, tremendo cheiro, então a depressão se torna uma bela estrada. Na verdade, temos que entrar numa depressão pesada e então senti-la.
Pergunta: Unido com a depressão.
Chögyam Trüngpa: Sim, você se torna a depressão.
Extraído livro “The Lion Roar” (O Rugido do Leão).



18 de set. de 2015

Amor: Porque tudo no homem é doente?!


Compaixão 
Só a compaixão é terapêutica, porque tudo que é doente no homem é devido à falta de amor. Tudo que está errado com o homem está de algum modo associado com o amor. Ele não tem sido capaz de amar ou ele não tem sido capaz de receber amor. Ele não tem sido capaz de compartilhar seu ser. Essa é a miséria. Isso cria todo tipo de complexos intimamente.
Esses ferimentos internos podem vir à tona de muitas maneiras: eles podem se tornar doenças físicas, eles podem se tornar doenças mentais; mas no fundo o homem sofre de falta de amor. Assim como a comida é necessária para o corpo, o amor é necessário para a alma.
O corpo não pode sobreviver sem comida e a alma não pode sobreviver sem amor. De fato, sem amor a alma nunca nasce; não existe a questão de sua sobrevivência.
Eis porque digo que a compaixão é terapêutica. O que é compaixão? Compaixão é a forma mais pura de amor. O sexo é a forma mais baixa de amor, compaixão é a forma mais elevada de amor. No sexo, o contato é basicamente físico; na compaixão o contato é basicamente espiritual. No amor, compaixão e sexo são ambos misturados, o físico e o espiritual estão ambos misturados. O amor é meio caminho entre o sexo e a compaixão.
Você também pode chamar a compaixão de oração. Você também pode chamar a compaixão de meditação. A forma mais elevada de energia é compaixão. A palavra compaixão é bela: metade dela paixão; de alguma maneira paixão se tornou tão refinada que não é mais como uma paixão. Ela se tornou compaixão.
Na compaixão, você simplesmente dá. No amor, você está agradecido porque o outro lhe deu alguma coisa. Na compaixão, você está agradecido porque o outro levou algo de você; você está agradecido porque o outro não lhe rejeitou.Você veio com energia para dar, você veio com muitas flores para compartilhar e o outro lhe permitiu, o outro foi receptivo. Você está agradecido porque o outro foi receptivo.
Compaixão é a forma mais elevada de amor.
A maior angústia da vida é quando você não pode se expressar, quando você não pode se comunicar, quando você não pode compartilhar. O homem mais pobre é aquele que não possui nada para compartilhar ou que tem alguma coisa para compartilhar, mas perdeu a capacidade, a arte, de como compartilhar; dessa maneira um homem é pobre.
O homem sexual é muito pobre. O homem amoroso é mais rico comparativamente. O homem de compaixão é o mais rico, ele está no topo do mundo. Ele não tem nenhum confinamento, nenhuma limitação. Ele simplesmente dá e segue seu caminho. Ele nem sequer espera por você dizer um muito obrigado. Com tremendo amor ele compartilha sua energia.
Isso é o que chamo de terapêutico.
A menos que a compaixão tenha acontecido a você, não pense que você viveu corretamente ou que você viveu absolutamente. Compaixão é o florescimento. E quando a compaixão acontece a uma pessoa, milhões são curados. Quem quer que chegue perto dessa pessoa é curado. A compaixão é terapêutica.

Osho, Extraído de: A Sudden Clash of Thunder


17 de set. de 2015

A vida é selvagem - Vivemos tentando criar sistemas que controlem o incontrolável....

A vida é selvagem. Vivemos tentando criar sistemas que controlem o incontrolável, caixas onde caiba o infinito. Criamos a religião e tentamos encurralar a espiritualidade. Criamos um nome “D-e-u-s” que explique e reduza o mistério a um legislador moral. Criamos instituições como o casamento e pensamos que é só isso: padres, igrejas, certidões, estética social, comportamental, performática. O amor é selvagem. Casamentos são encontros de alma.
A espiritualidade não se limita aos códigos da religião, esse reflete apenas os humanos e suas buscas, apenas isso. Deus? Enquanto passamos a vida discutindo se cremos ou não cremos, reduzimos algo que transcende arquétipos, que não cabe em teologias, em livros, que não precisa de um nome que o legitime porque Deus é selvagem. Selvagem como a vida, como os animais, o cosmos, a natureza, como a vida e a morte.
Essa é nossa essência. Essencialmente selvagens. Chegamos assim. São os cuidados, a educação, a cultura onde fomos inseridos, a classe social e uma infinidade de vetores que nos roubam a condição da liberdade. A liberdade é selvagem. Aceitamos as caixas e nos esquecemos da essência. Trocamos o imprevisível pela ilusória sensação de controle.
Agora a nudez nos agride, nos escondemos em nossas roupas, em nossas caixas, nossos crachás, nossas instituições morais, nossa religião, nossa crença em absolutos que nos faça esquecer os tantos eus que habitam esse corpo. Elegemos a versão que melhor se enquadre às expectativas alheias, fingimos que a insuficiência nos basta, satisfeitos, até qualquer janela abrir, às vezes uma pequena rachadura na parede do quarto blindado, claustrofóbico, uma pequena fresta de luz. Luz selvagem.
O quarto não basta. As caixas não cabem. Os muros viraram prisões. Agora eu vejo lá fora e confronto meu ceticismo cínico. Meu conformismo amedrontado diante do fato de que nunca houve controle real. Eram negações, esconderijos para uma alma selvagem que aceitou as formas e deformou-se. Cética, cínica, morta.
Na morte do eu, renascem os eus. Eus que sou. Ser, selvagem, além dos códigos, maior, bem maior do que as caixas onde não quero mais caber.
Cada humano é um jeito de existir e cada jeito são muitos. Seres livres que vivem em um corpo, que jamais aceitarão reduzir sua experiência ao discurso do medo, da ameaça, da culpa, da morte.
Vivos em liberdade, conscientes que a morte não é um evento fúnebre, mas uma intervenção do imprevisível, do incontrolável. Morte selvagem. Selvagem como a vida, como Deus, como o amor, como tudo o que se assume como é, seres que só são em liberdade. Humanos. Selvagens. 

Flávio Siqueira


15 de set. de 2015

A CRUCIFICAÇÃO DE "JESUS" OU "MESSIAS" - MITO OU VERDADE?


VOCÊ AINDA ACHA QUE EXISTE UM TAL SALVADOR COM NOME TAL DE "A" a "Z"? E QUE VOCÊ AINDA ILUDIDO DE QUE ALGUM AVATAR VIRÁ PARA "SALVAR" VOCÊ POR SEGUIR LIVRO TAL OU POR SEGUIR MANDAMENTOS EM NOME DE UMA LENDA RELIGIOSAMENTE GERADA E ESCRITA POR HOMENS DE SAIAS?

Você ainda acredita nessa de que o seu "salvador" ou "messias", veio mesmo para te salvar? Ele morreu mesmo de fato em prol dos seus pecados? Ele ressuscitou para que a morte fosse vencida e você em ter a vida eterna?
Acreditar ainda nessas coisas não é diferente de uma criancinha que acredita em papai Noel. Adultos que esqueceram de crescer, mas ainda vivendo no jardim da infância.

CRUCIFICAÇÃO DE "JESUS" ou "Messias"

Ele bloqueou a dor, tal como tinha aprendido no Tibete e na Índia.
Ele também aprendeu a reduzir os processos do corpo até ao ponto de não serem detectáveis.
Eles pensaram que ele tinha morrido. E os seus seguidores o tiraram da cruz, colocaram ele nunca caverna.
Como ele tinha treinado, o seu corpo voltou ao normal.
Ele tentou sair sem ser visto, mas os seus devotos estavam vigiando.
Ele tentou explicar.
Ficaram em êxtase.
Para os seguidores foi dado que ele tinha ressuscitado, e ele subiu até à Europa Central, para fugir o mais longe possível.
Ou seja, ele não subiu ao céu como é mostrado em filmes e nem no que está escrito nessas fraudes de livros carregados de fábulas recheados com muitas mentiras.

Obs.: Os seus livros não passam de 'mixagens' bem elaborados para que a histeria coletiva seja bem eficaz a mantê-los a vida toda numa gaiola a espera de um céu, como prêmio da própria ignorância.

Na cruz ou em numa estaca, no máximo ele foi amarrado, mas pregos e sangue fazem melhor arte religiosa.

Aahh...se você não sabia..... Os ensinamentos filosóficos de "Jesus" ou "Messias" são o budismo num tom hebraico.

Então sejam livres e conscientes, a salvação existe sim, mas não está em lugar algum, e nem em ninguém, seja lá que deus for, a não ser em você mesmo (a). Ninguém pode fazer nada por você nem mesmo os deuses das crenças religiosas.
Livros ditos "sagrados" só servem para te manter como escravos na farra da prisão da completa ignorância.
Liberte sua mente, não seja mais coagido pelo medo.....deus, salvadores com diversos nomes, inferno, castigos ou punições de ordem divina, não são mais do que projeções religiosas para trazer e manter você num implacável terrorismo psicológico.



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