23 de fev. de 2015

EGO: SENTINDO O CORPO INTERIOR


CAPÍTULO DOIS - EGO: O ESTADO ATUAL DA HUMANIDADE

1.9 - SENTINDO O CORPO INTERIOR
Embora a identificação com o corpo seja uma das formas mais básicas do ego, o lado bom disso é que, na maioria das vezes, temos condições de superar essa questão. Não fazemos isso tentando nos convencer de que não somos nosso corpo, e sim desviando a atenção da nossa aparência física e dos pensamentos sobre ela, beleza, feiúra, força, fraqueza, gordura, magreza para a sensação da energia vital interna. Não importa o aspecto do corpo no plano exterior, pois, além disso, ele é um campo energético intensamente vivo.

Se você não tem familiaridade com a consciência do "corpo interior", feche os olhos por um momento e descubra se existe vida dentro das suas mãos. Não pergunte à sua mente. Ela responderá: "Não sinto nada." Também é provável que diga: "Dê-me algo mais interessante sobre o que pensar." Então, em vez de dirigir a pergunta a ela, vá direto para suas mãos. Com isso quero dizer o seguinte: torne-se consciente do sentimento sutil de vida que há nelas. Para percebê-lo, basta manter-se atento. Você poderá ter uma ligeira impressão de tremor no início e, depois, uma sensação da energia vital. Caso se concentre em suas mãos por alguns instantes, a sensação dessa energia se tornará mais intensa. Há pessoas que nem sequer precisam fechar os olhos. Elas são capazes de sentir suas "mãos interiores" ao mesmo tempo em que lêem este texto. Em seguida, passe para os pés, fixe a atenção neles por cerca de um minuto e comece a sentir as mãos e os pés simultaneamente. Por fim, inclua outras partes do corpo - pernas, braços, abdômen, tórax, e assim por diante - até estar consciente do corpo interior como uma sensação global de energia vital.
O que chamo de "corpo interior" já não é mais o corpo, e sim energia vital, a ponte entre a forma e o informe. Adquira o hábito de sentir o corpo interior sempre que for possível. Depois de um tempo, você não precisará mais fechar os olhos para isso. Por exemplo, veja se é capaz de senti-lo sempre que estiver escutando alguém. Chega a ser quase um paradoxo: quando estamos em contato com nosso corpo interior, não estamos mais identificados nem com o corpo nem com a mente. É o mesmo que dizer que não nos identificamos mais com a forma, que estamos nos afastando dessa situação e indo em direção ao sem forma, que podemos também chamar de Ser. Isso é nossa identidade essencial. A consciência do corpo não só nos ancora no momento presente como é uma passagem para fora da prisão que é o ego. Além disso, fortalece o sistema imunológico e a capacidade que o corpo tem de curar a si mesmo.
Eckhart Tolle, O despertar De Um Nova Consciência.

Morreu Davi Miranda, líder da Igreja Deus é Amor





Morreu Davi Miranda Fundador da igreja evangélica pentecostal Deus é amor de 79 anos ,vitima de um infarto fulminante , na madrugada de Sábado (21).

A notícia da morte de Davi Miranda pegou os fiéis e simpatizantes da Deus é amor de surpresa e fez  muita gente acreditar que se tratava de uma pegadinha, coisa comum e corriqueira na internet nos dias de hoje. Mas não se trata de mentira, a rede de rádios da igreja  tem emitido comunicados oficiais frequentes lamentando a noticia do falecimento de seu líder, durante todo o dia de hoje.

Uma das filhas do missionário, Débora Miranda, diretora da igreja, lamentou a morte do pai numa postagem no Facebook. “Um homem guerreiro, lutador, foi recolhido ao paraíso de Deus. Descansa no Senhor. Meu paizinho, te amarei para sempre“escreveu, Débora.

Apesar dos alertas emitidos pela rede de rádio da Deus é Amor, pouco se sabe sobre as circunstâncias da morte,  além da causa ter sido um infarto durante o sono.

A Deus é Amor foi fundada em junho de 1962 e hoje possui mais de onze mil templos espalhados pelo Brasil e outros 136 países. Em 2004, a igreja chamou a atenção por causa da inauguração do gigantesco Templo da Glória de Deus, na avenida do Estado, em São Paulo, com capacidade para 60 mil pessoas.

http://www.verdadeabsoluta.com/

21 de fev. de 2015

Ectogenese: O útero artificial já existe




Alguém pensou na trilogia Matrix? Pois saiba que é uma imagem bem próxima. O útero artificial existe. Em Tóquio, os pesquisadores desenvolveram uma técnica chamada EUFI - incubação fetal extra-uterina. Eles empregaram fetos caprinos, cateteres de rosca através dos grandes vasos, conectados no cordão umbilical e forneceram aos fetos sangue oxigenado enquanto suspendendo-os em incubadoras que continham líquido amniótico artificial aquecido a temperatura do corpo.

Yoshinori Kuwabara, presidente do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Juntendo, em Tóquio, tem trabalhado em placentas artificiais há uma década. Seu interesse cresceu a partir da sua experiência clínica com bebês prematuros . Kuwabara e seus associados têm mantido os fetos caprinos neste ambiente por até três semanas. Mas a equipe do médico passou a ter problemas com insuficiência circulatória, juntamente com muitas outras dificuldades técnicas. Pressionado a especular sobre o futuro, Kuwabara cautelosamente prevê que "deve ser possível alargar o comprimento" e, em última análise, "pode ser aplicado a seres humanos."

Por um momento, enquanto você contempla esses fetos de cabras, pode parecer um pequeno salto para o incubatório Central da imaginação de Aldous Huxley. De fato, nas últimas décadas, como a medicina tem se concentrado nos estágios inicial e final da gravidez, o tempo essencial dentro do corpo da mulher foi reduzido. Temos, no entanto, ainda um longo caminho a partir de ligar esses dois pontos, desde a criação de uma gestação completamente artificial. Mas estamos em um momento em que o feto, durante o seu tempo obrigatório no útero, não é mais inacessível, já não bloqueado de intervenções médicas.

Historicamente, novas tecnologias são recebidas com reservas e suspeitas, inclusive pela própria comunidade acadêmica. Sendo fruto de um pensamento novo, elas incidem sobre hábitos arraigados, uma vez que a atividade científica alicerça-se na repetição e resiste à inovação. Em nossa época, são essas descobertas e invenções, principalmente as ocorridas nos campos da biologia e das ciências de computação, que vêm impulsionando as mudanças de paradigmas, tanto na produção de conhecimento quanto nas transformações culturais e de representações do imaginário. Acrescente-se, pois, às resistências do ambiente acadêmico as que se criam no grande público, com freqüência, sob o impacto de informações parciais, equivocadas ou tendenciosas.

Dezoito anos atrás, a fertilização in vitro foi a notícia de tabloide: bebês de proveta! Agora fertilização in vitro é uma terapia padrão, uma disputa de seguros, outro termo médico imediatamente compreendido por mais leigos. Anúncios enormes em jornais diários oferecem fertilização in vitro, programas de ovo-doação, até mesmo a nova técnica de ICSI injeção intracitoplasmática de espermatozoides como alternativas de consumo. Ela costumava ser, para as mulheres, pelo menos, que a maternidade genética e gestacional eram uma e a mesma coisa. Agora é possível ter o seu próprio ovo fertilizado transportada por um substituto ou, muito mais comumente, de passar por uma gravidez que leva um embrião formado a partir do óvulo de outra pessoa.

Dado o forte desejo de estar grávida, o que leva muitas mulheres a solicitar óvulos doados e passar por maternidade biológica sem uma conexão genética com o feto, é realmente muito provável que uma proporção significativa de mulheres iria tirar proveito de um útero artificial? Poderíamos alguma vez chegar a um ponto em que o desejo de levar o seu próprio feto em seu próprio ventre vai parecer uma rejeição deliberada de saúde moderna e higiene, uma terra-maternidade afetada que bate na cara do senso comum.

Então, o que muda quando algo tão fundamental como a reprodução humana sai da cartola, por assim dizer? Seremos, de fato, diferentes, se tivermos o controle sobre esse aspecto mais básico de nossa biologia? Devemos mudar a nossa trajetória genética e, portanto, o nosso caminho evolutivo? Eliminar defeitos ou eliminar as diferenças ou eles são uma e a mesma coisa? Vigiar cada feto, fazer de cada bebê um bebê desejado, ajudar cada criança a nascer saudável - são estes os motivos reais? Quais são os nossos objetivos como uma sociedade, quais são os objetivos da profissão médica, quais são nossos objetivos como pais individuais - e onde esses objetivos divergem?

É curioso pensar que o que julgamos ser nossa decisão, empenhando-nos ou não nessa direção evolutiva, faz parte já das vicissitudes ou das vantagens de um processo em marcha inexorável, sem que tenhamos, evidentemente, qualquer condição de classificação prévia do que seria ‘do bem’ e ‘do mal’ senão – mas este é um importante senão! – em termos de evitar o sofrimento estéril de seres humanos e lhes propiciar, quando não ferindo a instância anterior, a evolução criativa e libertadora.

Infelizmente, mantendo o foco no controle das massas perpetrado pela elite, urge compreender mais profunda e efetivamente, por exemplo, as raízes das diversas formas de apego emocional distorcido e de intolerâncias inter-societárias inaceitáveis – que pretextam sua equivocada lealdade a categorias como ‘família’ e ‘nação’ em detrimento raivoso de sua inserção prioritária na humanidade –, partindo do princípio (filosófico em seu cerne) e do juízo de valor (segundo posição ética assumida sem hipocrisia) de que isto ‘pode’ e ‘deve’ ser feito.

Ou seja, será que algo de bom poderá "nascer" de um útero artificial funcional e institucionalizado?


# Ivan Figueiredo 

20 de fev. de 2015

VOCÊ É UM MORTO VIVO


Título invertido? Não, título com a devida reversão.

O confinamento criado e desenvolvido pela inversão humana, foi tão preciso, tão minucioso que, raramente, encontramos algum conceito neste mundo que não tenha sido invertido.

Somos nós que estamos "mortos". Esta humanidade confinada e privada da sua liberdade, contêm todos aqueles que vieram experimentar a "morte", ou seja, a dissociação (desligado da sua fonte).

Ironicamente, a manipulação conseguiu que os "mortos" pensassem que estão vivos. E é por este equívoco que eles fazem questão de manterem-se presos e, se possível, eles querem se eternizar confinados neste corpo de carne de curto prazo de validade e em constante necessidade de manutenção. Outra engenhosa manipulação, foi o sistema de crenças através das religiões que os fez acreditar em ter medo de "morrer", ou melhor, medo de ir para a sua verdadeira Liberdade.

Alguém ainda acha que eu estou inventando ou exagerando? Então vou falar um pouco sobre a sua escravidão: primeiramente, todos são DESEDUCADOS, pois a verdadeira educação é nos mostrada como "errada" baseado no falso e catastrófico conceito de "bem". Logo após a infância, todos os indivíduos começam a sentir o peso das "obrigações", eu não falo de deveres, eu falo das cobranças desta humanidade que obrigam ao condicionamento socioeconômico. Os “mortos-escravos” estudam e depois trabalham todos os dias, pois o confinamento foi dividido em dias/meses/anos para disfarçar a noção de escravidão.

Usando o exemplo de um pai de família de classe média, vou falar superficialmente sobre 90% dos anos de vida deste indivíduo: o escravo acorda bem cedo, mal humorado, se alimenta mal, antes de sair para o trabalho ele enfrenta um ou mais transportes precários, tem um ambiente de trabalho insatisfatório, se alimenta inadequadamente durante o dia, o mal humor é constante, ganha pouco, a volta pra casa é estressante, chega em casa e encontra problemas familiares, o cansaço daquele dia é imenso, o tempo de descanso não é suficiente para recompor o dia cansativo, perde-se tempo em frente a uma caixa  de imagens que fala mentiras e mantém a ilusão (TV). Agora é hora de dormir, pois o cansaço daquele dia é imenso. Muitos sofrem de insônia, dorme-se muito mal e tudo recomeça com a mesma rotina com pequenas diferenças no dia seguinte. Isso é religiosamente sofrido por 5 ou 6 dias da semana com 1 ou 2 dias de suposto descanso. E desde quando o indivíduo que tem essa rotina, consegue radicalmente silenciar a mente? Nunca. Então, de descanso ele não tem nada.

Continuando a escravidão, são 365 dias do ano contra 50 a 70 dias de suposto descanso. Ou trabalhe 7 e descanse 1 ou 2. Ou viva 70 anos e, se conseguir, desfrute apenas 7 ou 10. Este é o preço da escravidão dos "escravos-mortos" e eles não percebem. Eles dizem que são felizes, eles se agarram a essa  "vida de escravo-morto" e dizem que amam viver, dizem que são abençoados e dizem que se amam. Mas, o pior, dizem que são seres inteligentes.

Será que alguém questionou sobre a existência deste sistema para satisfazer àqueles que criaram este confinamento? Eles se alimentam do seu sofrimento, da sua ignorância, do seu ódio, do seu medo, do seu egoísmo, do seu preconceito, da sua burrice em se achar inteligente, de suas emoções sejam elas quais forem, das suas guerras, pois eles sustentam os dois lados.

O sistema de servidão é tão bem feito, que o "escravo-morto" nada percebe e está sempre pronto a servir sem desconfiar ao que ele presta. Um dos muitos exemplos de manipulação social é o calendário criado para os escravos seguirem à risca. No Brasil, por exemplo, o ano é iniciado com muitas dívidas devido ao anterior fim de ano com suas "festas". Então, o janeiro endividado, fora as despesas fixas mensais, têm os impostos de IPVA, IPTU, para quem tem filhos, as matrículas escolares, material escolar e outras continhas.

Fevereiro, ahhhhh o que são 4 dias de carnaval para animar os escravos de um ano inteiro? E mais gastos com a folia são acumulados.

 

VOCÊ É UM MORTO VIVO

Finalmente março chegou, não tem datas comemorativas, mas é o mês que o escravo tem que trabalhar dobrado para pagar as dívidas e separar dinheiro para o mês de abril, pois vem aí a semana santa com as despesas das ceias e a Páscoa com os ovinhos de chocolate para o trouxa ficar a mercê da mídia bombardeando de todas as maneiras, que ele tem que comprar. Mas só não alertam que ele também tem que pagar. E para tripudiar com você, você tem que explicar aos seus filhos que coelhos não põem ovos, muito menos de chocolate.
O mês de abril se foi, e ele desesperado com as dívidas, tem que se entregar mais ainda para pagar todas as despesas que o calendário vem lhe impondo através de muitas chantagens sociais e midiáticas. Mas o ano só começou e a escravidão continua, pois maio é o mês das mães e das noivas, ou seja, sempre tem um FDP que manda convite de casamento, pois quando se trata de ser convidado para um casamento, tenha certeza que estão contando com o seu valioso presente. Agora o dia das mães, mesmo se a sua já foi, mães de braços abertos querendo presentes não faltam: esposa, sogra, etc.

Ahhh mês de junho, mas logo na semana seguinte do dia das mães em maio, já começa a mídia a bombardear sobre o 12 de junho, dia dos namorados. As chantagens em todas as mídias te pressionam a gastar e se endividar mais ainda. A sua esposa diz que é a sua eterna namorada a cada comercial visto falando da data. Esse "amor" desaparece a partir do dia 13.

Chegaaaaaaaa, estamos no meio do ano e até agora eu só paguei, paguei e paguei com todas as minhas energias. Mas se você tem filhos, sorria, julho é o mês de férias escolares e mais uma vez você tem que enfiar a mão no bolso e dizer que é feliz e ama a vida.

Passou o meio do ano e chegou agosto, obaaaa, é meu mês, dia dos pais. Mais mídias enchendo o saco com as campanhas emocionalmente apelativas. E coitado do "escravo-morto", a sua esposa lhe pede dinheiro fingindo que é para fazer algo. Mas você sabe que ela está mentindo, pois ela na verdade vai comprar um presente para o seu filho lhe dar cumprindo aquele teatro, aquela farsa social de lhe presentear no dia dos pais.

Calma, o ano ainda não acabou, trabalhe mais, faça extras e se esforce, pois em setembro só tem os aniversários da sogra, do afilhado, da esposa, do filho, do amigo, do chefe, etc. Gaste como um condenado e pague tudinho para, no final, dizer que essa vida é maravilhosa. Pois você tem medo de "morrer". Te enfiaram isso na cabeça desde muito cedo para o medo te manter escravo deste sistema.

Ainda em setembro, a mídia mais uma vez ataca com as campanhas de presentes para o dia das crianças em 12 de outubro. Você está criando um monstrinho deseducando-o com seus exemplos de pai dedicado na burra e estúpida maneira de viver a sua vida para agradar a sociedade.

Finalmente chegou novembro, é o mês que ele respira aliviado porque a oferta de crédito na praça é grande devido às festas de fim de ano. É o mês que ele mais gosta dentre os muitos anos desde que constituiu uma família. E é em novembro que ele pega um empréstimo no banco, pois o do ano anterior as prestações terminaram em agosto. E com este empréstimo ele poderá saldar as dívidas acumuladas deste ano inteiro e, se deus quiser, vai sobrar um dinheirinho para bancar as festinhas de natal e ano novo. Nossa, este é um momento de grande felicidade do "escravo-morto", pois ele vai conseguir ter "momentos" maravilhosos neste fim de ano.

E no dia 31 de dezembro às 23:59 ele diz: “eu sou feliz, obrigado meu deus, passei um ano maravilhoso, com saúde (usei um exemplo de quem não teve gastos com a saúde) e muita felicidade junto à minha família”.

Felicidade? Quando? Família? Família é isso, uma cambada de dependentes chantagistas que só sabem pedir. Mas não esqueça que você já foi membro familiar deste modelo imbecil de relacionamento sócio-humano-econômico.




Trabalho? Ou escravidão? Felicidade? Ou Miséria? Ele está vivo com saúde? Ou é um escravo-morto?

Diante deste relato de escravidão que se repete ano após ano durante 60, 70 ou 80 anos de cada ser "morto" neste mundo, o indivíduo tem medo de ir para sua Liberdade. Mesmo sabendo o que ele passa depois de ler este simples texto. Eles querem manter essa vidinha miserável, pois é só isso que eles conhecem.
Quando alguém, de fato, se livra dessa escravidão, eles choram e lamentam por quem eles julgam "mortos". Eles deveriam comemorar por aqueles que se libertaram dessa escravidão, mas na verdade não percebem que choram pelos seus sofrimentos neste sistema de humano invertido.

Vocês querem a Vida, querem a Liberdade? Então extraiam-se dessa inversão. Ou mantenham-se "escravos-mortos e felizes".

Só se consegue se extrair deste mundo, quando conseguimos compreender como as pessoas que sustentam ele funcionam. A fuga é uma covardia e uma vergonha, esta autoextração deve ser de maneira honesta consigo mesmo, sem autoenganação. E extrair-se dessa inversão não significa a "morte" na visão dele, ou a sua ida para a Liberdade. A sua passagem aqui tem muitos propósitos, e entre muitos, há o de extrair-se e apreender com o funcionamento dele, embora completamente burro e equivocado.

É extremamente proveitoso ao seu apreendizado, quando você se extrai do sistema e observa os escravos indo e vindo como zumbis. Esta posição de observador, te permite observar-se dentro da inversão humana e, obviamente, trabalhar em prol da sua reversão.

Eu não vou continuar a minha vida, agora consciente da inversão desta humanidade, como um gado no meio da manada a caminho do precipício.

Esta é a imagem de quem se acomoda, gosta, diz que é feliz e é refém do "medo de morrer", o medo de ser Livre.



Esta também é a imagem de quem insiste em ficar na resistência para se manter confinado e invertido. É também a imagem daqueles que fogem de si se comportando como zumbis que não têm o mínimo controle sobre suas ações e reações.
É ou não é uma estupidez manter-se invertido? Pois disso você pode sair. Você não é obrigado, de maneira alguma, a sofrer como a manada, você pode, se quiser, trabalhar em prol da sua reversão.

Eu sou vivo e estou vivo numa humanidade de "mortos" que pensam estar vivos, ou melhor, invertidos.

E você, vai ou não, trabalhar a sua reversão?

Anthonio  Magalhães

http://www.reversaohumana.com.br/

Por ano, 15 milhões de gravidezes indesejadas são causadas por subutilização de métodos contraceptivos

Dos 16,7 milhões de gravidezes indesejadas que acontecem todos os anos, um estudo estima que 15 milhões poderiam ser evitadas em 35 países de baixa e média renda se as mulheres tivessem a oportunidade de usar métodos modernos de contracepção. Os dados, que se aplicariam a aproximadamente um terço da população mundial, foram publicados online na “Human Reproduction”, uma das principais revistas de medicina reprodutiva do mundo.
Os autores da pesquisa – Saverio Bellizzi, Howard L. Sobel, Hiromi Obara e Marleen Temmerman – apontam que as mulheres que engravidam sem querer nesses países podem enfrentar um futuro complicado, incluindo morte, doença, deficiência ou menores oportunidades de educação e de emprego. Além disso, muitos casos de gravidez indesejada terminam em abortos induzidos. O peso das gravidezes indesejadas é ainda maior para as pobres e menos bem-educadas.
Uso de paracetamol na gravidez pode levar a déficit de atenção e hiperatividade nos filhos
Os pesquisadores compararam o uso de anticoncepcionais entre 12.874 mulheres que engravidaram sem querer com 111.301 mulheres sexualmente ativas que não estavam grávidas e nem queriam engravidar – mulheres sexualmente ativas foram definidas como aquelas que haviam tido relações sexuais pelo menos uma vez no mês anterior à entrevista.
Eles coletaram as informações por meio de pesquisas demográficas e de saúde, que são padronizadas globalmente, do período de 2005 a 2012. Informações destes 35 países, que vão desde a Armênia ao Zimbábue, estavam disponíveis para análise e uma média de 96% das mulheres de 15 a 49 anos de idade elegíveis participaram do levantamento. Usando os dados, os pesquisadores calcularam as gravidezes indesejadas nos países estudados e a proporção que foi atribuída à não utilização de métodos modernos de contracepção.
Os métodos contraceptivos foram classificadas como modernos, tradicionais ou de não utilização. Os métodos modernos incluíam contraceptivos orais combinados, pílulas só com progesterona, implantes, anticoncepcionais injetáveis, dispositivos intrauterinos, preservativos masculinos e femininos, esterilização e método de amenorréia lactacional (que parte do princípio que as mulheres que amamentam exclusivamente nos primeiros meses de vida do bebê tendem a não voltar a menstruar). Os tradicionais incluíam a famosa “tabelinha” – que tem como objetivo manter as relações sexuais fora do período fértil do ciclo menstrual de uma mulher – e o ato de tirar o pênis da vagina antes da ejaculação.
As mulheres também precisavam dar a razão principal para a não utilização da contracepção:
1) Medo de efeitos colaterais/preocupações com a saúde;
2) Oposição, incluindo da mulher, de seu parceiro ou de alguma outra pessoa ou proibição religiosa;
3) Falta de conhecimento, incluindo não saber onde comprar contraceptivos ou os tipos de métodos disponíveis;
4) Motivos relacionados com o método, como custar muito ou estar muito longe de quem presta estes serviços;
5) Subestimação do risco de gravidez, incluindo o marido estar longe, sexo pouco frequente e separação conjugal;
6) Outro, incluindo o fatalismo (a ideia de que um evento é predeterminado pelo destino e, portanto, imutável).
Moderno x Tradicional x Não utilização
Eles verificaram que a utilização de métodos tradicionais de contracepção estavam associados a um aumento de 2,7 vezes no risco de uma gravidez indesejada, quando comparados com o uso de métodos modernos.
Previsivelmente, a não utilização de qualquer método foi associada com um aumento de 14,5 vezes. Estes aumentos corresponderam a um número estimado de 16,7 milhões de gestações indesejadas todos os anos em 35 países, das quais 15 milhões poderiam ter sido evitadas pelo uso correto de métodos modernos de contracepção – 13,5 milhões de mulheres que não utilizam métodos modernos e 1,5 milhões que utilizam métodos modernos de forma incorreta.
A horripilante história dos testes de gravidez
As mais pobres e com menores níveis de educação eram as menos propensas a usar contraceptivos modernos. Entre as 14.893 mulheres que não usam contracepção e não querem engravidar, 37% justificaram a escolha alegando que têm medo de efeitos colaterais e outras preocupações com a saúde. Curiosamente, esta resposta aparece de maneira uniforme entre rendas variáveis, embora a maioria (67%) não tenha completado o ensino secundário.
A oposição aos contraceptivos foi citada por 22,4% das entrevistadas; 17,6% subestimaram o risco de gravidez e 4,8% justificaram que o custo é muito alto ou que não sabiam como obter contraceptivos modernos.
Um dos autores do estudo, Howard Sobel, coordenador regional da saúde reprodutiva, materna, neonatal, infantil e adolescente no Escritório Regional do Pacífico Ocidental da Organização Mundial de Saúde, afirma que os resultados têm muitas implicações.”Por exemplo, ‘preocupações com a saúde’ foi a razão mais comum para a não utilização de contracepção moderna, contudo essas preocupações não são apoiadas por evidências científicas”, diz.
8 mudanças estranhas que acontecem durante a gravidez
Para ele, é importantíssimo o papel dos profissionais de saúde na hora de tranquilizar, educar, tratar os sintomas e encontrar os métodos que melhor se adaptem a cada paciente. “Nós poderíamos evitar a esmagadora maioria das gestações se pudéssemos desmascarar os mitos e ideias erradas sobre os métodos modernos e usar métodos contraceptivos de longo prazo, tais como implantes e dispositivos intra-uterinos”.
Os cientistas apontam que “o acesso universal à saúde reprodutiva” era um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio acordados pelas Nações Unidas em 2005. “De todos os objetivos relacionados com a saúde, o acesso universal à saúde reprodutiva é o que está mais atrasado”, aponta Sobel, ressaltando que, não importa o quão caros sejam os métodos modernos de contracepção, eles ainda são muito mais baratos para famílias, governos e sociedades do que gravidezes não planejadas. [Medical Xpress]

http://hypescience.com/



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