Cadê Deus???????
Einstein quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”. ...
DEUS SEGUNDO SPINOZA
“Pára de ficar rezando e batendo no peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.
Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.
Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pára de me culpar da tua vida miserável:
Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria.
Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro!
Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim.
Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz...
Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.
Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?
Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez?
Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade?
Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.
A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.
Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes.
Ninguém leva um placar.
Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse.
Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada,
terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti.
Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias
teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem Me cansa que agradeçam.
Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.
Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.
A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas.
Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti”.
Baruch Spinoza.
As sábias palavras são de Baruch Espinoza - nascido em 1632 em Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677, foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Era de família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico
moderno. Acredite, essas palavras foram ditas em pleno séc XVI I. Para ilustrar um pequeno conto...
Cadê Deus?
Conta-se que uma vez Deus quis passar um tempo aqui na Terra, pois, ele queria monitorar algumas coisas e situações mais de perto, entender como os seres humanos usufruíam do livre arbítrio que Ele concedera.
Então Deus e seus assessores: os anjos, os arcanjos e os santos, numa reunião, ficaram discutindo, horas e horas, qual seria o melhor lugar para Ele se esconder para não ser incomodado em Seus estudos sobre Suas criaturas. Os palpites pululavam: – Acho que o senhor deveria se instalar no Alaska porque é menos habitado e lá serias menos incomodado. Pois eu já penso, bradou um Arcanjo, que o Senhor meu Deus deveria se instalar na Amazônia, onde tem menos gente e muita necessidade de Vós. E vários lugares e situações eram sugeridos.
Então, um grande clarão se fez, pois dizem que quando Deus se manifesta numa revelação, essa luz explode e Ele disse: – Não estarei particularmente em nenhum desses lugares. Eu já sei onde me instalarei. E os anjos, arcanjos e santos, perguntaram curiosos, onde, Senhor meu Deus, onde????
- Eu me instalarei no coração de cada ser humano e que cada um trate, do seu jeito, de me encontrar.
Adaptado e reescrito por Hércoles Jaci Velasquez
Evolução da Consciência
2 de mar. de 2015
1 de mar. de 2015
Último imperador inca é executado pelas forças espanholas
Atahualpa, o 13º e último imperador inca, morreu em um dia como esse, por estrangulamento, no ano de 1533, pelas mãos dos conquistadores espanhóis liderados por Francisco Pizarro. A execução de Atahualpa foi um marco para o fim de 300 anos de civilização Inca.
No alto das montanhas dos Andes do Peru, os incas construíram um império que contava com uma população de 12 milhões de pessoas. Embora eles não tivessem um sistema de escrita, eles possuíam um governo elaborado, grandes obras públicas e um sistema agrícola brilhante. Cinco anos antes da chegada dos espanhóis, uma devastadora guerra da sucessão abalou o império. Em 1532, o exército de Atahualpa derrotou as forças de seu meio-irmão Huascar em uma batalha perto de Cusco. Atahualpa estava consolidando seu domínio quando Pizarro e seus 180 soldados apareceram.
No dia 15 de novembro de 1532, Pizarro havia chegado à cidade inca de Cajamarca, onde Atahualpa desfrutava das fontes termais, em preparação para a sua marcha em Cusco, a capital do reino de seu irmão. Pizarro convidou Atahualpa para participar de um banquete em sua honra, e o imperador aceitou. Atahualpa havia acabado de ganhar uma das maiores batalhas da história Inca e, com um exército de 30 mil homens à disposição, ele achava que não tinha nada a temer de um desconhecido branco de barba com apenas 180 homens. Pizarro, no entanto, planejava uma emboscada.
No dia seguinte, Atahualpa chegou ao ponto de encontro, escoltado por milhares de homens, todos aparentemente desarmados. Pizarro enviou um sacerdote para forçar o imperador a aceitar a soberania do cristianismo e do imperador Carlos V. Atahualpa se recusou, lançando uma Bíblia entregue a ele no chão. Pizarro, imediatamente, ordenou um ataque. Com armas de fogo e cavalaria - coisas até então desconhecidas dos incas - milhares foram abatidos, e o imperador foi capturado.
Atahualpa ofereceu uma sala cheia de tesouros pela sua libertação, e Pizarro aceitou. Foram trazidos cerca de 24 toneladas de ouro e prata para o espanhol de todo o império Inca. Embora Atahualpa tivesse pago o resgate mais caro da história, Pizarro o traiu e o acusou de conspiração contra um espanhol, pelo assassinato do seu meio-irmão Huascar e por várias outras acusações menores. Um tribunal espanhol condenou Atahualpa a morte. Em 29 de agosto de 1533, o imperador foi amarrado a uma estaca e tinha duas opções: ser queimado vivo ou estrangulado por garrote se convertido ao cristianismo. Na esperança de preservar o seu corpo para mumificação, Atahualpa escolheu a segunda opção, e um colar de ferro foi apertado em seu pescoço até sua morte.
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Conheça os deuses egípcios mais aterrorizantes
A mitologia egípcia é repleta de deuses das mais diversas características. Alguns deles, talvez menos conhecidos, por não serem os protagonistas das histórias mais comumente relatadas, são verdadeiramente assustadores. Segue abaixo uma breve lista das divindades egípcias mais amedrontadoras.
Mafdet: essa deusa, simbolizada por uma mulher com cabeça de gato, representava a justiça e as execuções. Com frequência, era retratada como um gato subindo em um carrasco, já que ela era invocada quando eram feitas as execuções dos inimigos do faraó.
Ammit: “O Devorador dos Mortos” era um demônio com cabeça de crocodilo, com parte superior do corpo de leão e inferior de hipopótamo. Se o coração de um morto pesava mais que as plumas da deusa Maat, símbolo da justiça e da verdade, ele era, então, considerado impuro, e Ammit o comia, transformando o defunto em um espírito vagabundo.
Shezmu: era o deus da execução, do sangue e do vinho: cortava a cabeça dos inimigos e a esmagava junto às uvas, para obter seu elixir. Com esse vinho, recebia os mortos no além.
Babi: representado por um macaco babuíno dotado de um falo enorme, era invocado para pedir fertilidade e uma boa vida sexual, embora de forma cuidadosa, já que ele costumava comer as entranhas das pessoas.
Menhit: deusa-gato, divindade da guerra, com tendência à agressão e ao assassinato. Seu nome pode significar “a degoladora”, “a que sacrifica” ou “a que massacra”.
Am-heh: deus do submundo egípcio, representado por um homem com cabeça de cão, que vivia em um lago de fogo, onde honrava o seu nome: “devorador de milhões”. Somente Atum, pai dos deuses, podia controlá-lo.
Se você quer saber mais sobre deuses destruidores, assista o vídeo abaixo, sobre os deuses Vikings, e entenda o motivo de sua fama aterrorizante ter permanecido viva até hoje:
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Não a religião...e i que é, e onde está a VERDADE?
Do ponto de vista da tradição esotérica, a inteligência não é privilégio humano, mas constitui um principio cósmico presente em tudo o que existe.
A ciência já demonstra que todo o universo é lógico, matemático e constituído segundo proporções magicamente harmoniosas. A inteligência humana é a capacidade de compreender e entrar em sintonia, dentro das limitações do nosso estágio de evolução, com esse fato divino e ilimitado.
A partir do fato de que somos todos partes de algo maior, micro cosmo e macro cosmo, alguém já escreveu que a mente humana, na verdade, é o instrumento pelo qual o próprio universo olha para si mesmo e pensa na sua existência. Os upanixades indianos afirmam que o homem sábio não ama seus filhos apenas por si mesmos, mas vê e ama, neles, a presença do Espírito universal e eterno. Para os upanixades , o sábio tampouco ama sua esposa como um ser isolado, mas reconhece no centro da alma dela a marca da alma do universo. Assim, se formos sábios, saberemos amar nossa cidade, nosso país, a humanidade, os amigos, os animais ou as florestas não como realidades separadas, mas como partes de um todo cósmico em que estamos amorosamente imersos e em que vivemos como peixes na água.
Amar é ultrapassar a barreira da separação que existe no plano físico. Os níveis de consciência humana são aparelhos que nos permite sintonizar o universo, e todas as nossas percepções e atividades existem apenas para acelerar o desenvolvimento da nossa alma imortal.
O ser humano é como um prédio vivo de sete andares, cujo nível “térreo” é o corpo físico denso. Logo acima dele está o principio vital, o prana, a vida que nos faz respirar. Subindo mais encontramos o nosso principio emocional, que “lê” o universo ao seu redor com a linguagem dos sentimentos. Um andar mais acima, temos o principio mental concreto, que vê o mundo como fatos e idéias de curto prazo, e gira em torno dos cinco sentidos e da memória pessoal. Sua missão é buscar o bem-estar material e emocional do indivíduo.
Subindo mais um andar, chegamos à parte considerada “imortal” do prédio. De acordo com a teoria da reencarnação, ela flutua nos céus quando não está apoiada no plano físico, entre uma vida e outra. Uma das imagens descritivas da anatomia oculta do ser humano é que ele é como uma árvore com as raízes para o alto e a copada apontada para baixo, isto é, para o mundo físico. No final de uma vida, ele volta às suas raízes, às origens, ao céu, e descansa até que chega o momento de florescer outra vez em uma nova primavera física. Em compensação, nessa nossa imagem de um prédio de sete andares, temos um estranho edifício que pode ficar flutuando quando perde seus andares inferiores.
No quinto andar, do mental superior, a atmosfera já é diferente, e a visão que se obtém do mundo é muito ampla. Aqui trabalha o principio chamado em sânscrito de manas , a mente abstrata, que “lê” o universo na sua condição filosófica, lógica, geométrica e matemática. No sexto andar funciona o princípio búdico, crístico ou intuitivo. Para buddhi, o mundo já não é um desfile de fatos concretos, sensações, emoções e pensamentos. A intuição superior mergulha diretamente na realidade primordial, porque é feita com a mesma realidade essencial que está presente em todas as coisas aparentemente diversas. É este princípio búdico da compaixão e da solidariedade que dá sentido e significado, em última instância, às nossas pobres existências pessoais.
No sétimo andar temos o princípio cujo nome em sânscrito é atma. O nível de consciência mais elevado do ser humano e a presença em nós do principio supremo dos universos. Atma é o todo, é a realidade suprema misteriosamente presente em nós. Ele é feito com a mesma matéria prima da vontade que mantém as galáxias em movimento, e é , ao mesmo tempo, a fonte da nossa vontade de agir corretamente em cada situação da nossa existência pessoal. Assim os andares superiores do nosso “prédio” são ocupados respectivamente pela inteligência espiritual, o amor espiritual e a vontade espiritual.
Podemos até dizer que estes andares são quando adquirimos a superconsciência, ou melhor, nossa consciência se comunica com o inconsciente, dando acesso a um conhecimento total do tudo relativo e nos interligando no inconsciente coletivo de Jung, nos fazendo parte da inteligência universal, num processo de troca consciente.
Tudo é inteligente no universo, e a vida vegetativa do nosso organismo físico não é exceção. O nosso fígado, o estômago, os rins, os pulmões , o coração e o cérebro trabalham para nós coordenadamente e em equipe, do início ao fim da vida. O nosso comportamento pessoal é que nem sempre está à altura dessa equipe de trabalho maravilhosa. Há uma inteligência das células e uma inteligência dos átomos. Nada escapa das leis da inteligência universal. Na verdade de tudo, é que somos formados por partes inteligentes em nós, mas também dentro de um processo evolutivo. Cada um de nós somos um universo particular.
A inteligência aparentemente separada e aprisionada dentro de uma cápsula de preocupações consigo mesma, que chamamos de “eu”, só surge depois que a vida ultrapassa o reino animal pré-racional. Nossos cachorros e gatos domésticos, por exemplo, estão relativamente próximos de sentir-se como “eus” separados, mas ainda não chegaram a esse ponto, que é privativo do reino humano. Eles já têm suas primeiras idéias, assim como os cavalos, as vacas, os golfinhos e outros mamíferos, mas seus pensamentos ainda são relativamente esparsos e simples. Só os seres humanos levaram às últimas conseqüências a noção da separatividade e a experiência de “solidão”. A separatividade pode ser uma perspectiva ilusória, mas constitui um estágio necessário da nossa evolução.
Agora, a partir do terceiro milênio , a humanidade foca sua consciência cada vez mais na mente abstrata, manas , a inteligência universal. Assim redescobrimos gradualmente a unidade essencial de todas as coisas, embora já não usando o instinto animal, e sim a intuição espiritual. A humanidade começa a retornar o contato consciente com o mundo divino e sua inteligência transcendental. A vanguarda da nossa civilização já supera a dolorosa experiência de separação e isolamento necessária aos primeiros estágios de desenvolvimento mental, marcada pelas funções de separar, classificar, rotular, escolher, rejeitar. A mente que cria e sintetiza, instalada no hemisfério cerebral direito, volta a tomar iniciativa e a orientar o foco da consciência. Essa mente é despertada por inúmeros fatores e processos, completamente diferentes entre si na aparência, mas que confluem para a formação de uma nova consciência. Entre eles estão:
Os estudos espiritualistas
- O pensamento ecológico
- A nova ciência física e biológica
- A nova psicologia
- A revolução da informática
- A nossa capacidade de amar incondicionalmente
- O esforço para agir com ética em todas as situações
Aos poucos, cada um de nós aprende a usar as experiências concretas para desenvolver ainda mais sua inteligência e ampliar sua compreensão da vida.
O lema do movimento teosófico, fundado em 1875, é “não há religião superior à verdade” . Penso que é preciso ir além e reconhecer que “não há religião, filosofia, ciência, ideologia, política ou interesse pessoal acima da verdade”. Perante Jesus, Pilatos perguntou:
- Qual a verdade? O Mestre responde olhando para o céu, como quem falasse que a verdade é a Consciência Universal, e tudo o mais é relativo. O caminho ao Divino é o caminho da verdade.
Há um ensinamento da Gautama Buda que ensina a identificar o que é verdadeiro. Gautama disse que o contato real com a verdade nos leva ao desapego, não ao apego; ao abandono da busca cega de vantagens pessoais, e não à busca de satisfações egoístas; à simplicidade voluntária e não à cobiça; ao contentamento e não ao descontentamento; à independência, e não a viver mecanicamente como membro de um rebanho; e, finalmente, o contato com a verdade nos leva a ter mais energia, e não a ser preguiçosos.
Esta série de opções e alternativas mostra os dois tipos básicos de inteligência: a que serve à alma imortal e a que trabalha em função dos nossos interesses animais e da busca de segurança. A mente humana é um principio dual. Está dividida entre dois senhores: o eu superior e o eu inferior. O eu inferior não é o dono da casa, mas o caseiro, o zelador. O dono do prédio é o eu superior, que vive nos andares de cima e depende da lealdade do seu caseiro pra inspirar toda a vida da casa e conduzi-la pelo caminho do bem.
Sem dúvida, a história da humanidade é a historia do desenvolvimento da nossa inteligência. Rousseau escreveu em 1750 algo válido para o terceiro milênio:
“É um espetáculo grande e belo ver o homem sair à bem dizer do nada por seus próprios esforços; dissipar, pelas luzes da sua razão, as trevas em que o envolvera a natureza; elevar-se acima de si mesmo; alçar-se pelo espírito até as regiões celestes; percorrer a passos de gigante, assim como o Sol, a vasta extensão do universo; e, o que é ainda maior e mais difícil, penetrar em si mesmo para estudar o homem e conhecer sua natureza, seus deveres e sua meta”
São sábias também as palavras de Sócrates: “Conheça-te a ti mesmo e conhecerás o universo”.
A longa tarefa atual da humanidade é viver o despertar de manas, a inteligência pura, que nada distorce em função de objetivos pessoais. Há milhares de anos, Jesus Cristo e Gautama Buda ensinaram o contato direto de cada um com o mundo divino, foram contrários às burocracias religiosas e seus primeiros seguidores foram perseguidos. Mais recentemente, desde Francis Bancon (1561-1626), criador do método cientifico experimental, os grandes sábios que orientam a humanidade têm apontado com ainda mais clareza o caminho não do dogma religioso e ritualístico, mas da percepção direta da realidade, pelo velho método que inclui as etapas da tentativa, do erro, da observação do erro e da correção, pelos menos parcial, do equívoco na tentativa seguinte, e assim sucessivamente. Nas últimas décadas, a vanguarda das ciências voltou a unir-se com a vanguarda do pensamento religioso e filosófico, como queria, no século 19, Helena Blavatsky.
No início do terceiro milênio , mais do que nunca, o objetivo não é enquadrar cegamente o cidadão dentro desta ou daquela crença, mas sim despertar nele aquela inteligência direta que o liberta das formas externas e o faz navegar no território ilimitado da sabedoria eterna, enquanto assume a direção da sua própria vida.
Um mestre de sabedoria escreveu um dia a um dos seus discípulos, aconselhando-o sobre o esforço espiritual que ele fazia:
“Nunca deixe que a serenidade de sua mente seja perturbada em suas horas de trabalho. É sobre a serena superfície da mente imperturbada que as visões captadas do mundo invisível encontram uma representação no mundo visível. É com intenso cuidado que temos de proteger nosso plano mental de todas as influências adversas que surgem diariamente em nossa passagem pela vida terrestre”.
Isso me leva a concluir, afinal que a suprema inteligência é exatamente a percepção da paz eterna. Já a burrice, ao contrário, consiste em fechar os olhos para a possibilidade de buscar e perceber a dinâmica da harmonia que é a eterna dança da vida dentro e fora de nós.
Notas:
Pontes, Márcio Resende
The Wisdom of Buddhism – Ed. Christmas Humphreys
Discurso sobre as Ciências e as Artes – J.J. Rousseau
O Poder da Sabedoria – Carlos Cardoso Aveline
http://www.psicenter.psc.br/
Buraco negro monstruoso tem a massa de 12 BILHÕES DE SÓIS
Cientistas descobriram o quasar mais brilhante do início do universo, alimentado pelo buraco negro mais maciço conhecido da época.
A equipe internacional liderada por astrônomos da Universidade de Pequim, na China e da Universidade do Arizona, nos EUA, nomeou o quasar SDSS J0100 + 2802.
A descoberta é um passo importante na compreensão de como os quasares, os objetos mais poderosos do universo, têm evoluído desde o início do mundo, apenas 900 milhões de anos após o Big Bang.
Buraco negro é flagrado engolindo planeta gigante pela primeira vez
O mistério do buraco gigante
A descoberta desse quasar desafia teorias científicas atuais de que os buracos negros e suas galáxias hospedeiras cresceram em sintonia em relação ao longo das eras.
Descoberto buraco negro gigante que gira na metade da velocidade da luz
O buraco negro recém-descoberto tem 12 bilhões de massas solares e uma luminosidade de 420 trilhões de sóis. Ele está a uma distância de 12,8 bilhões de anos-luz da Terra.
“O buraco negro contém o equivalente a cerca de 12 bilhões de sóis, mais do que o dobro da massa dos buracos negros encontrados previamente da mesma idade”, disse o pesquisador Bram Venemans, do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha.
Em comparação, o buraco negro escondido no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, tem cerca de 4 a 5 milhões de vezes a massa do sol.
Buraco negro gigantesco cria bolha de partículas
Os cientistas não conseguem explicar como esse buraco negro cresceu tão rapidamente. Teoricamente, ele não poderia ter se alimentado de gás circundante tão rápido e o tanto que seria necessário para atingir o seu enorme tamanho sob as leis da física tal como as entendemos.
“Como pode um quasar tão luminoso, e um buraco negro tão grande, se formarem tão cedo na história do universo, em uma época logo após as primeiras estrelas e galáxias terem acabado de aparecer?”, questiona Xiaohui Fan, professor da Universidade do Arizona. “Este quasar ultraluminoso e o seu buraco negro supermassivo fornecem um laboratório exclusivo para o estudo da formação da massa em torno dos maiores buracos negros no início do universo”.
Medida pela primeira vez a boca de um buraco negro gigante
O quasar superbrilhante
Descobertos em 1963, os quasares são objetos poderosos que irradiam grandes quantidades de energia através do espaço. Com o avanço das técnicas de detecção, os astrônomos descobriram mais de 200.000 deles desde então, com idades variando de 0,7 bilhões de anos após o Big Bang até hoje.
Quasar: o que é? Clique aqui e descubra!
Brilhando o equivalente a 420 trilhões de sóis, o novo quasar é sete vezes mais brilhante que o quasar mais distante conhecido (que está a 13 bilhões de anos de distância).
“Este quasar foi descoberto pelo telescópio Lijiang de 2,4 metros em Yunnan, na China, tornando-se o único quasar já descoberto por um telescópio de 2 metros em tal distância, e nós estamos muito orgulhosos disso”, disse Feige Wang, estudante de doutorado da Universidade de Pequim. “A natureza ultraluminosa deste quasar nos permitirá fazer medições sem precedentes das condições de temperatura, estado de ionização e de metal do meio intergaláctico na época da reionização”.
Para desvendar ainda mais a natureza deste quasar notável, e para lançar luz sobre os processos físicos que levaram à formação dos primeiros buracos negros supermassivos, a equipe de pesquisa irá fazer novas investigações sobre o objeto espacial usando mais telescópios internacionais, incluindo o Telescópio Espacial Hubble e o Telescópio de Raios-X Chandra. [Phys, Reuters]
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