8 de jun de 2017

Reflexão: O mal que concedo

Pense comigo: Você está bem, vivendo seu domingo em paz. O telefone toca e com ele vem a notícia de que um amigo querido morreu há seis meses, mas só agora puderam lhe avisar. Seu choro, seu luto, sua luto, sua dor virão na mesma intensidade que viriam se ele tivesse acabado de morrer.

A morte aconteceu há seis meses e nada tinha mudado para você, tudo normal, a vida caminhando bem até que a informação da morte determinou que naquele momento, seis meses depois, o amigo tinha morrido. Para você ele acabou de morrer. Tudo ficou escuro de repente.

  • Agora, responda com isenção: O que causou seu sofrimento, a morte ou a informação?

Tudo depende de como encaramos os acontecimentos e, sobretudo, como projetamos significados no que acontece.
Não são as pessoas, nem os acontecimentos, nem as perdas, nem mesmo a morte que nos faz mal. Não são necessariamente os maus tratos, as grosserias ou as armadilhas que colocam em nosso caminho. Sei que dói, somos humanos, não estou dizendo que é fácil, mas, repare: pessoas diferentes reagem de maneiras completamente diferentes a acontecimentos iguais; males coletivos despertam reações únicos e individuais conforme cada um vive a própria experiência.
Uns sofrem mais, outros menos, outras pessoas não sofrem; uns crescem, outros retrocedem; uns veem lições, outros apenas tragédias. Ninguém tem o poder de afetá-lo, nada pode lhe fazer mal, nenhum acontecimento lhe tocará a não ser que você conceda. Não são os fatos, é você. Pense nisso.


- Mensagens que chegam pela manhã


Um comentário:

  1. O que me trouxe sofrimento foi o fato de eu saber que jamais voltaremos a nos encontramos e compartilharmos momentos de alegria, impedidos pelo morte dele.

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