11 de ago de 2016

8 DECLARAÇÕES CIENTÍFICAS QUE NOS IMPRESSIONARAM MUITO

Os cientistas – especialmente os da TV – dizem algumas coisas bastante surpreendentes. É tudo parte do trabalho deles. Mas apesar de algumas dessas declarações não serem absurdas pra eles, pra nós podem ser totalmente épicas. Aqui estão algumas palavras relacionadas à ciência que quase fizeram nossas cabeças explodirem.

Quando Neil deGrasse Tyson afirmou que a Matrix pode ser real
Em abril de 2016, o bom doutor Neil deGrasse Tyson disse que a probabilidade do mundo em que vivemos ser uma simulação de computador é muito real – e muito alta. Durante o Isaac Asimov Memorial Debate desse ano, Tyson argumentou que, enquanto aceitamos que a simulação universal é viável, podemos descobrir que algumas espécies altamente inteligentes lá fora já simularam um Universo e nós somos o resultado dessa simulação.
No entanto, provar esta verdade é mais complicada do que chegar à ideia. Essencialmente, a humanidade teria que descobrir todas as regras do Universo, que é o que os físicos fazem. Claro, isso não vai acontecer tão cedo, por isso não há necessidade de se preocupar sobre a pílula vermelha ou azul por enquanto.

Quando Adam Savage e Jamie Hyneman fizeram chumbo flutuar

No que eles chamaram de um episódio completamente inútil, os Mythbusters, Adam Savage e Jamie Hyneman, construíram um balão de chumbo flutuante. De acordo com a lógica comum, um balão de chumbo não deve ser capaz de ir muito longe por causa da alta densidade e do peso do metal. Mas a dupla bigoduda não segue os pensamentos das massas, então, em 23 de janeiro de 2008, eles testaram esse mito.
Com um pouco de folha de chumbo, que pode ser comprada na Amazon, eles criaram um cubo de 3 metros capaz de flutuar antes mesmo de colocar hélio na coisa. Com apenas uma mistura de hélio e oxigênio, o seu dirigível não só levantou voo, mas carregou uma cesta também. Claro, os fãs de Led Zeppelin já sabiam que o experimento funcionaria.

Quando Bill Nye explicou por que devemos nos preocupar com a mudança climática


Bill Nye, graduado da Universidade Cornell e ex-educador infantil, voltou sua atenção pras alterações climáticas recentemente. Na verdade, provavelmente ninguém tem sido mais vocal sobre o assunto, mas ele não quer fazer tudo sozinho. Num vídeo no YouTube de 2011, ele não só explica como a mudança climática funciona, mas também fornece uma experiência simples que ilustra a realidade da situação.
Esta experiência pode ser feita em casa, com duas pequenas bolas, dois recipientes de vidro, duas lâmpadas e um tanque de CO2. Nye passa a explicar as ramificações do aquecimento global e seus efeitos desastrosos sobre o planeta e sobre nossas vidas. Mas não se preocupe, o discurso do engravatado não é só desgraça e melancolia. Ele também fornece informações e propõe algumas medidas simples que todos podemos tomar pra evitar que o planeta de se transforme no filme Mad Max ou – pior – Waterworld.

Quando Brian Cox disse que a viagem no tempo é fácil

O físico britânico Brian Cox surpreendeu a todos quando disse que a viagem no tempo é fácil durante um discurso na Royal Institution em 2013. Embora seja fácil apenas em uma direção. Durante a palestra que marcou o 50º aniversário do Doctor Who, ele disse que é possível construir uma máquina do tempo e avançar pro futuro. Você só precisa atingir a velocidade da luz.
Como explicado Cox, “Se você for rápido, o relógio corre lento em relação a pessoas que ainda estão paradas. Quando você se aproxima da velocidade da luz, o relógio corre tão lento que você poderia voar dez mil anos no futuro.” Ir pro passado é um pouco mais complicado. Uma das hipóteses é o buraco de minhoca – algo que ainda estamos bem longe de testar.

Quando Carl Sagan disse do que somos feitos

Em uma de suas citações mais famosas, o narrador original de Cosmos, Carl Sagan, afirmou que todos nós somos feitos de estrelas. O cosmólogo e astrofísico disse: “O cosmo também está dentro de nós, nós somos feitos de material de estrelas”. Essencialmente, tudo no Universo se originou a partir do Big Bang, incluindo nós.
Enquanto isso soa uma forma piegas de dizer que estamos todos ligados de alguma forma existencial e metafísica, isso é na verdade uma afirmação muito profunda. A propósito, se isso faz você se sentir insignificante… Não fique assim. Olhe deste modo: Nós, e tudo ao nosso redor, somos o resultado final de uma série fenomenal de eventos e reações que começou no centro das estrelas primordiais. É apenas lamentável que isso também inclua coisas como a guerra, a inveja e o Justin Bieber.

Quando Michio Kaku explicou o déjà vu


Nós todos pensamos que déjà vu são breves momentos de alguma memória perdida e geralmente não damos muita atenção ao fato depois que ele passa. Mas e se eu disser que um déjà vu pode ser um contato com uma outra faceta do Multiverso? Sim, os físicos – como Michio Kaku – suspeitam que déjà vu possa ser uma janela pra outro Universo.
E, assim como na clássica história “Flash de Dois Mundos”, cada um dos Universos paralelos vibra em uma frequência diferente. Por alguma razão, os átomos que compõem os nossos corpos vibram e podem vibrar nas mesmas frequências desses outros Universos, provocando vislumbres dessas outras dimensões – e isso causa o déjà vu. Agora só temos que rezar pra que não exista um Antimonitor lá fora.

Quando David Attenborough explicou a vida

Estreando Life on Earth em 1979, Sir David Attenborough decidiu que queria explicar a vida neste planeta. Ele viajou o mundo, traçou a evolução de rãs, plantas, seres humanos, macacos e muitos outros seres vivos. Se isso soa como um esforço monumental, isso é porque realmente foi.
O projeto Life acabou consistindo em nove séries diferentes e levou quase três décadas pra filmar, terminando com Life in Cold Blood em 2008. E não se surpreenda se Attenborough iniciar outra série qualquer dia desses. Como ele já disse: “Parece-me que o mundo natural é a maior fonte de excitação, a maior fonte de beleza visual, a maior fonte de interesse intelectual. É a maior fonte de tanta vida que faz vale a pena viver.”

Quando James Burke previu o futuro

Em 1973, o historiador e autor James Burke previu a onipresença dos computadores até 1993 e, apesar da sublicitação por cerca de uma década, ele acertou em cheio. Burke sabia que não só as escolas e as empresas se tornariam dependentes dos computadores, mas as pessoas comuns também. Ele também previu bases de dados de informações pessoais e como as pessoas iriam compartilhar até mesmo o mais íntimo de suas vidas pessoais com estranhos de bom grado. Os usuários do Facebook e Twitter são provas o suficiente disso.
Seu prognóstico causou tanto barulho que a BBC elevou as apostas um pouco, pedindo-lhe que estimasse como a vida vai ser – ou, dependendo de quando você estiver lendo isso, é – em 2100. Sua previsão: a nanotecnologia 3D irá eliminar a pobreza e escassez. Se ele estiver certo, vai ser incrível. Se ele estiver errado, ele provavelmente vai estar morto até lá. E eu também. Talvez você. Talvez o mundo inteiro.
http://acrediteounao.com/8-declaracoes-cientificas-que-nos-impressionaram-muito/


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