16 de ago de 2015

LIBERDADE NÃO É LIBERTINAGEM


LIBERDADE NÃO É LIBERTINAGEM
Os que assim pensam, é porque os mesmos tem pavor da própria liberdade, porque liberdade exige responsabilidade consigo mesmo e a negação de toda e qualquer dependência, porém é bem nessa em que as pessoas se tornam reféns e escravos do medo de si mesmo, em que moralistmente é que deram o nome de "libertinagem", e quando os escravos e reprimidos observam o voo dos livres de consciência, os que "voam" andando dentro de uma gaiola, logo se escudam e tarjam os que eles mesmos desejam ardentemente viver e desfrutarem de outros mundos e sabores.

Infelizmente se fazem pactos onde não se há nada para validar e falsamente assegurar um amor que é logo dissipado, e que não existe essa de acordos contratuais, porque o amor não tem parte com essas coisas que fere e compromete o seu próprio universo (a sua essência de ser). Se amor é liberdade não há espaço para o contrário em nada. Quem conhece pelos menos o mínimo da natureza humana, sabe que adotar uma relação de um "amor gaiola" ou de posse já se tem uma relação traçada para mais um desastre, porque sempre são relações de "príncipes e princesas".....ou seja, a história de contos de fadas que ainda não foi desmistificada, porém coletivamente ainda adotada cegamente em pleno século 21...aaff....


Liberdade não tem antônimo. O que dizem por aí de "libertinagem" é um termo que não existe, mas que foi uma tarja inventada para se ocultar o que chamam moralistamente de "libertinagem".
Já que "existe" esse termo e colocado em situações nada a vê com a realidade em que a maioria desconhecem, então vou dizer o que é libertinagem: Libertinagem é quando a pessoa se corrompe a si mesmo vendendo a própria inata liberdade em função de um "amor" afunilado e totalmente regido no autoengano (seres de "asas" podadas). E com efeito se adultera sendo infiel a si mesmo, no que realmente gostaria de ser e viver em plena liberdade, estando ou não com alguém.
LIBERTINAGEM: Traidores de si mesmos, tudo para não ter que reconhecer e encarar a sua própria natureza que é sacrificada o tempo todo, tendo como meta a não se esbarrarem no "arame farpado", numa patológica relação de ordem cultural e condicionada.

Uma "amor" que compromete e tira a sua liberdade, esse "amor" não é digno de relevância alguma.



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