14 de abr de 2015

Depressão? Liberte-se!

A sensação de um indivíduo depressivo é de ter suas próprias asas cortadas. Você as têm, mas não pode mais voar.

O stress e o ressentimento se acumulam, e o abandono é tanto que você perde a felicidade pela vida, e se fecha
no seu mundinho,  escravo de seu próprio aprisionamento mental e emocional… sem motivação alguma, totalmente passivo e deprimido.

A Depressão é  um lugar dentro que ti… Esse lugar que você abandonou interiormente  e culpa o lado de fora por estar assim.

Muitas vezes, culpamos a Deus por estar assim.  Em momentos de raiva perguntamos: –  Porque tanta coisa ruim acontece comigo? Justo eu? O que fiz para merecer essas desgraças? O que eu fiz para Deus me castigar tanto?

Mas ao invés de tentar curar a dor, você se enfoca em se afogar mais e mais no poço sem fundo e culpar o lado de fora por seu sofrimento interior. Até o ponto de não conseguir mais sair do poço sem fundo e reprimir mais ainda todo esse sentimento acumulado.

A  Repressão dos sentimentos é a origem da Depressão! Quanto mais você os ignora e os reprime para dentro de si, mais depressão é acumulada em seu interior.

Se você não expressa sua raiva, sua dor, continua engolindo o que as pessoas dizem, você acumula mais e mais dor com essa dificuldade de não expressar seus sentimentos.

Essa dor muitas vezes se reflete no físico, causando doenças:  em forma de enxaquecas, úlceras, gastrites, inflamações
abdominais, etc.. Tudo isso devido ao acumulo de stress!

Como expressar meus sentimentos mais intensos (raiva, ódio, stress…) sem machucar os outros? Existe uma forma que aprendi e vou compartilhar com vocês…

Exercício: pegue um travesseiro ou uma manta. Grite, chore (abafe com o travesseiro) e dê socos, bata o travesseiro em um colchão!  Desconte sua raiva, seu sofrimento, seu passado!  E tira tudo isso de dentro de você! E após o alivio (realmente ficamos aliviados), tudo se acalma. Assim você não  machuca a sí mesmo e nem molesta o outro (com palavrões, agressões etc.).  Assim, você será capaz de voltar a atenção para si mesmo e se concentrar no que realmente é importante. Deixar seus sentimentos saírem e depressão ir embora.
Muitas pessoas “adoram” estar deprimidas pois esse hábito já faz parte delas, e elas não querem abandonar esse “falso eu” que elas se identificam tanto e viciaram em sofrer.

Mas a cada momento você pode Soltar, Desapegar e Escolher. Em um momento de sofrimento ao observar que essa onda  vai te engolir novamente…você escolhe o Amor e Solta!!  Escolhe viver o momento Presente e nele não há dor. E escolhe o Amor novamente. É questão de se observar e praticar a escolha.

Lembre-se que nós não somos os nossos sentimentos, sofrimentos, dramas de nossas vidas, e nem a voz dentro de nossa cabeça! Somos Amor e Consciência! Somos a voz que observa a mente! A mente nos prega peças, ela te convence que sofrer é bom, e o Coração diz que ser livre disso é melhor ainda!

Nós somos mais que tudo! Somos amor e sempre seremos! Se concentre no momento presente, no agora, conecte-se ao seu coração e veja que não há sofrimento algum. O sofrimento não existe e ele não faz parte de você pois não é real…

Reflita – Eu Sou aquilo que Escolho. Tenho o poder de escolher a cada segundo. Eu escolho: Amor!
Você  sempre pode Escolher sair do fundo do poço a qualquer momento e voltar ao seu Coração!
Ser apenas você, em sua melhor “versão” possível a cada momento!

Luz  e Amor – Natalie Wiese

Escolhi um Vídeo da Whitney Houston atual, pois ela depois de inúmeras vezes depressiva e depois de cair e voltar diversas vezes com drogas, dramas, casamento infeliz etc, e deu a volta por cima e se permitiu mais uma chance.

I Didn’t Know My Own Strength

Whitney Houston



“Perdi o contato com minha alma
Não tinha pra onde me voltar, não tinha pra onde ir
Perdi o rumo do meu sonho, achei que seria o meu fim
Eu achei que nunca conseguiria
Eu não tinha esperança para aguentar
Eu achei que iria quebrar
Eu não conhecia minha própria força”

“E eu acabei e eu caí

Mas eu não não me despedacei
Eu atravessei toda a tristeza
Eu não conhecia minha própria força
Sobrevivi às minhas horas mais negras
Minha fé me manteve viva
Eu me reergui novamente
Mantive minha cabeça erguida
Eu não fui feita pra se quebrar
Eu não conhecia minha própria força”

“Houveram tantas vezes

que eu me perguntava como iria passar a noite
Eu achei ter levado tudo que eu podia”

“Eu não fui feita pra se quebrar

Eu não conhecia minha própria força
Eu não fui feita pra se quebrar
Eu conheci minha própria força”


Achei interessante essa abordagem de Osho sobre anular a tristeza com a raiva e vice-versa. Enfim é mais um ponto de vista para reflexão e ação.

OSHO diz – “Não fique triste, fique irritado!”

A raiva e a tristeza são a mesma coisa. A tristeza é raiva passiva e a raiva é tristeza ativa. É difícil para uma pessoa triste ficar irritada.

Se você conseguir se irritar em vez de ficar triste, sua tristeza desaparecerá imediatamente. Da mesma forma, é muito difícil uma pessoa irritada ficar triste. A tristeza é um antídoto para a raiva.

Em todas as nossas emoções permanece uma polaridade básica – homem e mulher, yin e yang, macho e fêmea. A raiva é um sentimento masculino e a tristeza, um sentimento feminino.

Assim, se você estiver em harmonia com a tristeza, será difícil deslocar-se em direção à raiva, mas eu gostaria que você tentasse. Coloque-a para fora, deixe-a agir. Faça o que for necessário, mas coloque a raiva para fora!

Se você puder oscilar entre a raiva e a tristeza, conseguirá uma transcendência sobre elas e poderá, então, observar os jogos e escaramuças desses dois sentimentos e ir além de ambos.

Mas, primeiro, você precisa se mover com facilidade nesse cenário. Caso contrário, a tendência é que você se entristeça – e isso dificulta a transcendência.

Lembre-se de que quando duas energias opostas são semelhantes – uma é o espelho da outra – é muito fácil se livrar delas. Na medida em que a tristeza e a raiva lutam entre si, acabam se anulando mutuamente – o que o deixa livre para sair desse círculo vicioso.

Mas se houver 70% de tristeza e 30% de raiva, as coisas se tornam muito difíceis porque isso significa que restarão 40% de tristeza e, nesse caso, você não poderá sair da situação com facilidade. Esses 40% ficarão dentro de você.

Essa é uma das leis básicas sobre as energias interiores: deixe as polaridades opostas entrarem em equilíbrio para que você possa escapar despercebido. É como se as pessoas estivessem tão entretidas umas com as outras que nem percebem que você escapuliu.

O importante é transformar isso em um exercício diário – não espere que a raiva ou a tristeza apareçam. Fique irritado diariamente: pule, movimente-se, grite e coloque suas emoções para fora.

Ao conseguir expressar a raiva pela raiva, aparentemente sem motivos, você ficará muito feliz, pois se sentirá livre. Do contrário, mesmo a raiva é controlada pelas situações, não por você. Se não puder fazê-la surgir, como a deixará partir?

No começo pode parecer um pouco estranho, porque você sempre acreditou na teoria de que a raiva é o resultado de um insulto ou da ação de outra pessoa. Isso não é verdade. A raiva sempre esteve lá, esperando por uma “desculpa” para vir à tona.

Por isso, encontre uma desculpa para si mesmo: imagine uma situação que o deixaria louco de raiva. Fale com a parede, xingue, grite, perca a cabeça – a parede logo estará rebatendo cada xingamento. Você tem que trazer a raiva e a tristeza para o mesmo patamar, de maneira que elas se anulem mutuamente. Só então você se sentirá livre.

O filósofo grego Georges Gurdjieff costumava dizer que esse era o caminho do homem “esperto” – colocar as energias internas em tamanho conflito que elas lutem entre si e se anulem, de forma que você possa escapar.



Vídeo -Isha – Libertando-se da Depressão

https://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/11/25/depressao-liberte-se-by-natalie-wiese/


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