24 de mar de 2014

Há 25 000 anos atrás, a Atlântida e a Lemúria, duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, e porque desapareceram?!



De acordo com antigas lendas de povos que habitavam a América do Sul muito antes da chegada de Cristóvão Colombo ao "Novo Continente", Mu era um continente rico em ouro, prata e cobre.

Alguns séculos depois, a lenda retornou à tona, quando o coronel inglês James Churchward afirmou ter decifrado antigas inscrições em pedra. As inscrições revelavam a existência de Mu, indicava sua localização (ligeiramente abaixo da Linha do Equador), sua extensão (9.600 quilômetros de Leste a Oeste, e 4.800 quilômetros de Norte a Sul) e a causa de sua submersão (uma ação vulcânica que dizimou a população de 64 milhões de pessoas!). Segundo levantamentos posteriores toda a humanidade descenderia de Mu, e segundo Churchward tratava-se do Jardim do Éden, onde há 200 mil anos havia surgido o homem. As diferenças raciais teriam levado os grupos colonizadores a migrar para diferentes partes do mundo. Os mais poderosos formaram o império Uigur, cuja capital encontra-se até hoje enterrada sob o deserto de Gobi, na Ásia. Os outros formaram outras civilizações, entre elas as também hipotéticas Atlântida e Lemúria.

Lemúria

Cerca de 4 500 000 anos a.C. , o Arcanjo Miguel, com a sua equipe de anjos da Chama Azul e muitos seres do Reino de Luz, com a bênção do Pai-Mãe-Deus, escoltaram para este planeta as primeiras Almas que se tornariam a semente da raça lemuriana.
Lemúria estendia-se de Madagascar a Ceilão e Sumatra. Incluía algumas partes do que é hoje a África. Porém o gigantesco continente, que ia do Oceano Índico à Austrália, desapareceu por completo sob as águas do Pacífico, deixando ver, aqui e ali, somente alguns topos de seus montes mais elevados.

Uma das lendas mais antigas da Índia, conservada nos templos por tradição oral e escrita, reza que há várias centenas de milhares de anos, havia no Oceano Pacífico um imenso continente, que foi destruído por convulsões geológicas e cujos fragmentos podem ver-se em Madagascar, Ceilão, Sumatra, Java, Bornéu e ilhas principais daPolinésia. Segundo os Brahmanes, essa região havia alcançado um alto grau de civilização e a península do Industão, acrescida pelo deslocamento das águas na ocasião do grande cataclisma, não fez mais que continuar a cadeia das primitivas tradições originadas no mesmo continente. Essas tradições dão o nome de Rutas aos povos que habitavam o imenso continente equinocial; e de sua linguagem é que derivou o sânscrito.

Quando fala sobre a direção (e movimento) dos continentes e demonstra que as massas infra - árticas acompanham geralmente o meridiano, está a ciência referindo-se a vários continentes antigos, embora indiretamente e como conseqüência devia existir uma proximidade muito grande entre a Índia e a Austrália, e em época tão remota que era seguramente pré-terciária, a Lemúria pereceu, e o que restou dela, ressurgiu mais forte do que nunca, conhecida como Atlântida.

Relatos sobre a Lemúria diferem quanto à maioria dos pormenores. No entanto, todos partilham a crença comum de que o continente existiu na pré-história mas afundou no oceano devido a alterações geológicas.

Ao longo do século XIX, os seguidores das teorias de Madame Blavatsky, em sua Doutrina Secreta passaram a acreditar numa versão diferente da História do Mundo que defendiam que a raça humana havia passado por quatro estágios pré-evolutivos, se encontrando no quinto estágio.

Embora algumas raças do quarto estágio (e, portanto, menos evoluídas) ainda coabitassem com as do quinto estágio. Para esses teosóficos, a quarta raça seria muito semelhante à quinta e teria habitado principalmente em Atlântida. A terceira raça, contudo, seria bem diferente e, tendo habitado a Lemúria, teria esqueleto cartilaginoso, três olhos (sendo um na nuca, hoje atrofiado, tendo dado origem à glândula pituitária (atualmente conhecida como hipófise), mãe dos poderes paranormais de tal raça. A segunda raça teria sido semi-etérea e a primeira raça não seria tangível, sendo feita de éter, no sentido metafísico da palavra.

As Almas novas encarnadas neste planeta vieram originalmente da Terra de MU, no Universo de Dahl. Nessa altura, a Terra expressava em todo o lado uma perfeição, uma abundância e uma beleza difíceis de imaginar hoje em dia. Finalmente, outras raças de Sírius, Alfa Centauro e Plêiades, e mais alguns planetas, vieram e juntaram-se a estas Almas-“semente” para também elas evoluírem

O principal seguidor de Blavatsky e maior propagador dessas histórias sobre a Lemúria foi W. Scott Eliott, em seu livro Lendas de Atlântida e Lemúria.
Lemúria, a Mãe-Pátria, tornou-se o berço de uma civilização iluminada neste planeta

Nesse tempo,a Terra existia numa expressão de 5dimensões e eles viviam principalmente nos seus corpos vibracionais de Luz, com a capacidade de diminuírem a sua vibração para experimentarem, nos seus corpos, níveis vibracionais mais densos, voltando para os corpos de Luz quando quisessem.

A Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente 4 500 000 a.C. até cerca 12 000 anos atrás.
Há 25 000 anos atrás, a Atlântida e a Lemúria,duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa das “ideologias”.

Esta discórdia causou uma série de guerras termonucleares entre a Atlântida
e a Lemúria. Quando as guerras acabaram e a poeira assentou não sobravam vencedores.
O nosso povo, como muitas outras civilizações, caiu definitivamente para o nível de 4dimensões e, mais tarde, por completo para o de 3ª dimensões.



A Atlântida e a Lemúria tornaram-se vítimas da sua própria agressão e as terras-mãe de cada continente enfureceram-se por aquelas guerras.
As pessoas foram então informadas, através dos sacerdotes de que, em menos de 15 000 anos, os seus continentes seriam destruídos.
Assim, com o objetivo de obterem permissão para construir uma
cidade e tornar-se parte da rede subterrânea de Agartha, os Lemurianos tiveram de provar a muitos organismos, como a Confederação Galáctica dos Planetas, que haviam aprendido a sua lição a partir dos anos de guerra e agressão.
Com a permissão concedida, os Lemurianos construíram a sua cidade, denominada Telos,com o propósito de albergar aproximadamente
200 000 pessoas. De fato, quando o continente foi destruído, o que
aconteceu um pouco antes do previsto, muitas pessoas não conseguiram
chegar à cidade de Telos a tempo e, quando o cataclismo ocorreu,
apenas 25 000 pessoas chegaram ao interior da montanha e foram salvas.
É sabido que a amada mãe-pátria desapareceu numa noite. Disse o Mestre Himalaya, através de Geraldine Innocenti (a Chama Gêmea de El Morya), a maioria dos sacerdotes permaneceram fiéis à Luz e ao seu sagrado chamado; como capitães de um navio a afundar, permaneceram nos seus postos. Destemidos até ao fim, cantavam e oravam enquanto se afundavam sob as vagas.
Ainda antes de a Lemúria submergir, alguns destes sacerdotes e sacerdotisas regressaram a casa nesse continente e ofereceram-se como
voluntários para desaparecerem com a terra e o seu povo, prestando apoio com a sua irradiação, espalhando conforto e coragem.
Na verdade, essa ajuda foi oferecida para contrapor o medo que acompanha sempre as atividades cataclísmicas. Estes afetuosos benfeitores, pela irradiação do seu sacrifício, rodearam, literalmente, as auras das pessoas num manto de paz, permitindo assim a criação de um veículo de libertação do medo, de modo a que os corpos etéreos daqueles fluxos de vida não fossem tão severamente marcados.
Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram à medida que afundavam sob as águas. A melodia que cantavam era a mesma que atualmente é conhecida como Auld Lang Syne.

Através da ação e sacrifício destes sacerdotes, escolhendo ficar juntos em grupos e cantando até ao final, muito medo foi mitigado, mantendo-se um certo nível de harmonia e, deste modo, o dano e o trauma para as Almas que pereceram foram enormemente diminuídos.
A idéia de suporte desta ação era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma profundo no corpo etéreo e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas a curar.

Os sacerdotes e os músicos que os acompanhavam cantaram e rezaram até à chegada das ondas e da água ao nível das suas bocas até ao momento em que desapareceram.
Durante a noite, enquanto as massas dormiam, sob um céu estrelado, tudo terminou, a amada Mãe-Pátria foi submersa sob o Oceano Pacífico. Nenhum dos sacerdotes abandonou o seu posto e nenhum evidenciou qualquer medo. A Lemúria desapareceu com dignidade!
Auld Lang Syne foi a última canção para sempre ouvida na Lemúria.
CANALIZAÇÃO

Esta noite pedir-vos-ei para cantarem esta canção de novo como parte da nossa apresentação. As pessoas da Terra trouxeram novamente esta canção através do povo irlandês somos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo. Aqueles de nós pertencentes ao Reino tridimensional estão reunidos agora, em consciência, com os seus antigos amigos e membros da família da Lemúria.

Ouçam bem dentro dos vossos corações, meus amigos, esta próxima afirmação.
Antes do afundamento completo da Lemúria, foi profetizado que, um dia, num futuro algo distante, muitos de nós se reuniriam em grupos e cantaríamos esta canção de novo, sabendo, com toda a certeza, que a “Vitória da Terra” estava garantida.
É quase com lágrimas nos olhos que eu vos faço saber de Adama, que muitos de vós nesta sala, esta noite, estavam entre aquelas valentes Almas que sacrificaram a vida para benefício coletivo. Aplaudamos a vossa coragem de então e rejubilemos agora pelo nosso reencontro, para continuar a grande missão lemuriana, de assistência da Humanidade e do planeta, na senda da sua gloriosa ascensão.

O Novo Dia, o Novo Mundo, está mesmo a nascer. Aprendemos as nossas lições de Amor e a Nova Lemúria, o paraíso reencontrado, está quase a manifestar-se de novo.
Estamos aqui esta noite para criarmos em conjunto uma muito importante limpeza e cura para o nosso planeta e para todos vós também. Vamos chamar a isto a primeira limpeza dos antigos registros lemurianosdolorosos, ainda remanescentes nos corações e Almas da maioria das pessoas.
O tempo da nossa separação está quase a acabar e estamos agora a religar coração a coração com o maior número de vós,diariamente.
Fiquemos agora em silêncio durante uns breves momentos e peço-vos para estabelecerem as vossas intenções de terem os vossos próprios registros limpos e sanados. Mergulhem profundamente no vosso coração.
Depois de pedirem a limpeza para vós próprios, peçam silenciosamente, no vosso coração, com a permissão dos Eus Superiores deles, limpeza e cura para toda a humanidade que pode, nesta altura, ter os seus próprios registros limpos.
Criamos a Nova Lemúria na 5.ª dimensão, um paraíso de maravilhas e magia. Tudo quanto sonharam está aqui e muito mais. Quando chegar o momento, em conjunto com todos vós, estenderemos a Lemúria à dimensão da superfície deste planeta. Ensinar-vos-emos tudo quanto sabemos e tudo o que aprendemos nestes últimos 12 000 anos do nosso isolamento das pessoas da superfície.


http://www.salves.com.br/lem.htm






2 comentários:

  1. Somos muito antigos,ja tivemos muitas quedas e muitos recomeços,para breve teremos novo recomeço,é parte da evolução necessária.

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  2. Correto amigo Ira.....e assim o ciclo continua, ascensão, queda e recomeço! O mundo realmente é um palco para os artistas onde a meta a é contínua evolução!

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