8 de abr de 2013

Ciência X Escrituras

Gênesis: Ciência X Escrituras

 Posted by Liberte Sua Mente on segunda-feira, 08 Abril, 2013


Introdução básica a Cosmologia:
O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias. Perante a eternidade, o tempo não existe, não é suscetível de medição, não há começo nem fim: tudo lhe é presente.

A matéria é composta originariamente de um mesmo elemento primitivo, que é o fluido cósmico universal. Esta é a substância simples, única e geradora de todos os corpos. tudo o que existe em termos de matéria são, tão somente, variações sob as quais ela se apresenta.
As mais variadas formas com que se apresenta a matéria resultam da transformação do elemento primitivo, existem forças que atuam sobre a matéria suscetível de combinações que não fazemos idéia, produzindo efeitos apropriados a necessidades que não sabemos ou dando lugar a novas percepções. Tudo e em toda a parte, tudo transformando, permanentemente. Ninguém nem nada pode escapar aos seus efeitos. A matéria cósmica primitiva continha os elementos materiais, fluídicos e vitais de todos os universos. Ela é a causa fecundante de todas as coisas. Ainda hoje subsiste, gerando novas criações. Esse fluido cósmico é a substância primitiva de todas as coisas e de todos os seres, de onde tudo é tirado. Nele reside o princípio vital que dá origem à vida dos seres. Essa matéria primitiva, impregnada do fluido vital que dela deriva, aguardou que se apresentassem as condições necessárias para o aparecimento dos seres.

Corpos simples, são aqueles que não podem ser reduzidos a frações mais simples do que eles próprios. assim considerados o oxigênio, o hidrogênio, o cloro, o fósforo, o ouro, a prata, o chumbo, o ferro, dentre tantos outros metais e não-metais. os antigos consideravam o ar, a água e o fogo elementos primitivos, ou seja, corpos simples, indecomponíveis. As novas descobertas científicas, por intermédio da Química, demonstraram que o ar e a água podem ser decompostos, pois resultam de uma combinação de diversas substâncias. O fogo, ao contrário do que se pensava, é um estado da matéria submetida a transformação e resultante de uma combustão em estado latente. Hoje em dia, sabe-se que os elementos químicos são decomponíveis em dezenas de subpartículas, sendo que as mais importantes são o próton, o nêutron e o elétron.

A Via-Láctea é uma imensa região localizada no espaço sideral e composta por uma quantidade
calculada em trinta milhões de sóis com seus respectivos planetas, que brilham em toda a sua extensão. Vista da Terra, é uma faixa esbranquiçada, que atravessa o céu de uma a outra extremidade. Por sua aparência leitosa, os antigos a cognominaram de Via-Láctea. O nosso sol, assim como todos os corpos dele originados e que o acompanham - planetas, satélites, estrelas, etc. - fazem parte desse imenso conjunto. Com cerca de 100.000 anos-luz de diâmetro, abrigando um número que varia, de acordo com as diversas correntes, entre 200 e 400 bilhões de estrelas. Em comparação, o sistema solar parece pequeno: tem cerca de 12 horas-luz de diâmetro. Toda a Galáxia gira no espaço, sendo que as estrelas interiores se deslocam mais rápido do que as exteriores. O Sol, que está a cerca de dois terços do centro, completa uma volta ao redor da Galáxia a cada 220 milhões de anos."

Os sóis são estrelas, resultado da condensação da matéria cósmica primitiva em forma de imensa nebulosa,por força das leis universais que regem a matéria. Essas mesmas leis lhes deram a forma de um esferóide e, em seguida, pelo movimento circular produzido pela gravitação de suas zonas moleculares em direção ao centro, modificou a esfera primitiva, dando-lhe a forma lenticular. Alguns destes sistemas chegam a possuir milhares de planetas

Os planetas são formados de massas de matéria condensada ainda não solidificada, destacadas da massa central que formam os sóis pela ação de força centrífuga. Em virtude das leis do movimento, essa massa toma a forma esferoidal e ganha vida própria, isolada da massa nebulosa que se tornou sol, mas permanecendo sob sua influência. Por essa razão, tendo os planetas se originado dos sóis, diz-se que fazem parte de seu sistema, cada sol é o centro de um grande número de planetas dele oriundos.

Os satélites foram formados pelo desprendimento de parte das massas que deram origem aos respectivos planetas, antes das massas planetárias atingirem um grau de resfriamento bastante para lhes solidificar, soltaram glóbulos líquidos, que, por efeito das mesmas leis que operaram a sua formação, adquiriram um movimento de translação em torno do planeta de onde foram desprendidos, como ocorreu com os planetas em relação ao astro central. O número e o estado dos satélites de cada planeta variam conforme as condições especiais em que eles se formaram, tendo alguns dado origem a vários satélites e outros a nenhum astro secundário. A Lua teria se formado pelo desprendimento de parte da massa planetária que deu origem à Terra. Outros cientistas, baseados no fato das rochas da Lua serem diferentes das da Terra, afirmam que a Lua teria sido formada em outra parte do sistema solar, independente da Terra, que a atraiu pela força do seu campo gravitacional. O lado visível da lua está sempre voltada para a Terra porque ambas giram simultaneamente. Os anéis existentes em torno do planeta Saturno resultam da separação de uma parte da massa planetária ocorrida no equador do planeta, ainda durante a época de sua formação.

A física quântica admite a existência de um criador clique

 Escrituras contraposta a cientifica

As Escrituras não é livro texto científico perfeito e completo, abrangendo Física, Astronomia, Biologia, etc. Mas apresenta certa harmonia. Abaixo alguns exemplos

Texto na Escrituras Fato científico implicado pela Bíblia Ciência do homem:
Is 40:22 A Terra é esférica 540 a.C.: um grego conjeturou a redondeza da terra; foi rejeitado.
1519-1521 Magalhães circundou a terra e demonstrou que ela é redonda.
Jó 26:7 A Terra paira no espaço 1687 Newton explicou como a gravidade do sol era equilibrada pela força centrífuga da rotação da terra.
Gn 15:15 (Jr 33:22; He 11:12) As estrelas são incontáveis 150 d.C. Ptolomeu errou: “há exatamente 1056 estrelas”. Outros erraram, mas cada vez chegam mais perto de reconhecer o que Deus disse.
2Sm 22:16; Jn 2:6 Há montanhas e cânions no leito do mar 1880 Oceanografia surgiu, e chumbadas descobriram isso.
Gn 7:11; 8:2; Pv 8:28 Há fontes d’água no leito do mar 1948 Batiscafos descobriram isso.
Sl 8:8 Há correntes, caminhos no mar 186? Matthew Fontaine Maury, ministro da Marinha americana, movido pela Bíblia, descobriu as correntes marítimas: premiando quem achasse garrafas semeadas por navios, descobriu como elas sempre seguiam rotas específicas.
Jó 26:8; 36:27-28; 37:16; 38:25-27; Sl 135:7; Ec 1:6-7 A água segue “ciclo hidrológico” (mar→nuvem→chuva→rio→mar) Somente nos últimos poucos séculos (digamos, depois de 1700) o ciclo hidrológico foi razoavelmente entendido pela ciência.
Gn 1:21; 6:19 Vida só vem de vida. E da mesma espécie 1862 Pasteur mostrou que moscas não se “geravam espontaneamente”: vida só vem de vida.
1865 Mendel provou: vida só vem da mesma espécie.
Lv 17:11 A vida da carne está em (diferente de “é”) o sangue 18?? Abandonou-se o conceito de que “sangue excessivo é a raiz de todas as doenças”, que matou inúmeras de pessoas (e.g.: George Washington), com sangrias!...
Gn 2:1-3; Sl 33:6-9; 102:25; He 4:3,10 “No universo, nada se cria, nada se perde. Tudo apenas se transforma” 177? Lavoisier formula a 1ª. Lei da Termodinâmica, uma das 2 leis mais universais da ciência.
Sl 102:26; Rm 8:18-23; He 1:10-12 “Em tudo: há aumento da entropia, da degradação, do caos, da morte do universo” 18?? É formulada a 2ª. Lei da Termodinâmica, uma das 2 leis mais universais da ciência.
Is 65:17; 66:22; 2Pe 3:13; Ap 21:1-5 A 2ª. Lei da Termodinâmica, a tendência à degradação, não existirá na nova criação, que, assim, será perfeita, eterna, eternamente perfeita. Só assim o universo permanecerá eternamente.
Lv 13, 14 Há contágios. A prevenção é total quarentena (no caso de doenças passageiras, como a varíola) & isolamento (no caso de doenças como a lepra). - No tempo de Moisés, o Papiro Ebers (que era considerado “o máximo da ciência”) receitava: sangue de lagarto, dente de porco, carne e banha podres, cera de ouvido de porco, excrementos humanos, etc.
- Só houve vitória contra a lepra, etc., obedecendo-se à Bíblia.
Dt 23:12-13 Isolar e dar rapidíssimo sumiço aos excrementos. Até 1790: todos excrementos eram lançados e permaneciam nas ruas, mesmo nas mais ricas capitais e cortes!
Lv 7:22-27 Evitar certas carnes e misturas. 1960: descoberto que causam colesterol, etc.
Lv 15:7, etc. Purificação (meticulosa!) pela água. Até 1900: mesmo cirurgiões eram sujos, não praticavam/ ensinavam higiene, 17% das grávidas que entravam no melhor hospital do mundo (em Viena) morriam de infecção! Ainda hoje, purificação salva mais que todos os remédios juntos.
Gn 17:12 Circuncisão ao 8º. dia de vida. 1946: descobriu-se que circuncisão controla câncer cervical. Depois, que, até o 5º. dia de vida, a criança não produz vitamina K, e a circuncisão traria perigosa hemorragia. Do 7º. dia em diante a produção de vitamina K normaliza-se. No 8º. dia, o nível de protombina alcança o máximo de toda a vida. O dia ideal é o 8º!


Outro exemplo: Os judeus foram quase que imunes à devastadora pandemia da Peste Negra que assolou a Europa no século XIV e que, se estima, matou cerca de um terço da população do continente. Na Wikipedia lemos: “Uma vez que os judeus tinham uma obrigação religiosa de serem limpos, eles não utilizavam água de poços públicos. E assim, como mencionado anteriormente, os judeus eram suspeitos de causar a peste pelo deliberado envenenamento de poços [públicos]. Tipicamente, comparativamente menos judeus morreram de Peste Negra, em parte devido a leis rabínicas que promoviam hábitos que eram geralmente muito mais limpos do que a de um típico habitante de vilas na Idade Média [lembre: ruas cheias de excrementos, miríades de moscas e ratos e baratas não eram combatidos, poços contaminados, etc.]. Judeus foram também socialmente isolados [muitas vezes vivendo muito isolados,] em guetos judaicos. Uma vez que pessoas isoladas são menos susceptíveis de serem infectadas, houve [grandes] diferenças nas taxas de mortalidade entre judeus e não judeus, o que conduziu ao levantamento de suspeitas por parte de pessoas que não tinham noção de transmissão de bactérias.”

Formação da Terra: Desvendando algumas alegorias da Gênesis bíblica contraposta a cientifica
“Tenho ainda muitas coisas a vos dizer, mas não as podeis suportar agora.” João 16:12


Não rejeitemos, pois, a Gênese Escritural; ao contrário, estudemo-la, como se estuda a história da infância dos povos. Trata-se de uma época rica de alegorias, cujo sentido oculto se deve pesquisar; que se devem comentar e explicar com o auxílio das luzes da razão e da Ciência. Fazendo, porém, ressaltar as suas belezas poéticas e os seus ensinamentos velados pela forma alegórica. Esta será muito mais respeitada, quando esses erros deixarem de ser impostos à fé, como verdade, e Deus parecerá maior e mais poderoso, quando não lhe envolverem o nome em fatos de pura invenção.


O Gênesis dado a Moisés trata se de uma forma bastante resumida e em partes alegórica do processo de formação e criação, pois na época as pessoas não estavam maduras o suficiente para entender de forma detalhada essas questões, como disse Jesus, aos homens mais inteligentes de sua época, que estes ainda não estavam preparados para o alimento sólido ou seja, para a verdade.

O quadro comparativo aqui abaixo, em o qual se acham resumidos os fenômenos que caracterizam cada um dos seis períodos, permite se considere o conjunto e se notem as relações e as diferenças que existem entre os referidos períodos e a Gênese bíblica.


CIÊNCIA GÊNESE
I. PERÍODO ASTRONÔMICO - Aglomeração da matéria cósmica universal, num ponto do espaço, em nebulosa que deu origem, pela condensação da matéria em diversos pontos, às estrelas, ao Sol, à Terra, à Lua e a todos os planetas. Estado primitivo, fluídico e incandescente da Terra. -Atmosfera imensa carregada de toda a água em vapor e de todas as matérias volatilizáveis. 1º DIA - O Céu e a Terra. - A luz

II. PERÍODO PRIMÁRIO. - Endurecimento da superfície da Terra, pelo resfriamento; formação das camadas graníticas. -Atmosfera espessa e ardente, impenetrável aos raios solares. - Precipitação gradual da água e das matérias sólidas volatilizadas no ar. - Ausência completa de vida orgânica. 2º DIA - O Firmamento -Separação das águas que estão acima do Firmamento das que lhe estão debaixo.

III. - PERÍODO DE TRANSIÇÃO. - As águas cobrem toda a superfície do globo. - Primeiros depósitos de sedimentos formados pelas águas. - Calor úmido. - O Sol começa a atravessar a atmosfera brumosa. - Primeiros seres organizados da mais rudimentar constituição. - Liquens, musgos, fetos, licopódios, plantas herbáceas. Vegetação colossal. - Primeiros animais marinhos: zoófítos, polipeiros, crustáceos. - Depósitos de hulha. 3º DIA - As águas que estão debaixo do Firmamento se reúnem; aparece o elemento árido. - A terra e os mares. - As plantas.

IV. PERÍODO SECUNDÁRIO. - Superfície da Terra pouco acidentada; águas pouco profundas e paludosas. Temperatura menos ardente; atmosfera mais depurada. Consideráveis depósitos de calcáreos pelas águas. - Vegetação menos colossal; novas espécies; plantas lenhosas; primeiras árvores. -Peixes; cetáceos; animais aquáticos e anfíbios. 4º DIA - O Sol, a Lua e as estrelas.

V. PERÍODO TERCIÁRIO. - Grandes intumescimentos da crosta sólida; formação dos continentes. Retirada das águas para os lugares baixos; formação dos mares. - Atmosfera depurada; temperatura atual produzida pelo calor solar. -Gigantescos animais terrestres. Vegetais e animais da atualidade. Pássaros. 5º DIA - Os peixes e os pássaros.
DILÚVIO UNIVERSAL VI. PERÍODO QUATERNÁRIO OU PÓS-DILUVIANO. -Terrenos de aluvião. - Vegetais e animais da atualidade. - O homem 6º DIA - Os animais terrestres. - O homem.

Dizendo que a criação foi feita em seis dias, terá Moisés querido falar de dias de 24 horas, ou terá empregado essa palavra no sentido de período, de duração? É mais provável a primeira hipótese, se nos ativermos ao texto acima, primeiramente, porque esse é o sentido próprio da palavra hebraica iôm, traduzida por dia. Depois, a referência à tarde e à manhã, como limitações de cada um dos seis dias, dá lugar a que se suponha haja ele querido falar de dias comuns. Não se pode conceber qualquer dúvida a tal respeito, estando dito, no versículo 5: “Ele deu à luz o nome de dia e às trevas o nome de noite; e da tarde e da manhã se fez o primeiro dia.” Isto, evidentemente, só se pode aplicar ao dia de 24 horas, constituído de períodos de luz e de trevas. Ainda mais preciso se torna o sentido, quando ele diz, no versículo 17, falando do Sol, da Lua e das estrelas: “Colocou-as no firmamento do céu, para luzirem sobre a Terra; para presidirem ao dia e à noite e para separarem a luz das trevas. E da tarde e da manhã se fez o quarto dia.”Aliás, tudo, na criação, era miraculoso e, desde que se envereda pela senda dos milagres, pode-se perfeitamente crer que a Terra foi feita em seis vezes 24 horas, sobretudo quando se ignoram as primeiras leis naturais. Todos os povos civilizados partilharam dessa crença, até ao momento em que a Geologia surgiu a lhe demonstrar a impossibilidade.

Um dos pontos que mais criticados têm sido na Gênese é o da criação do Sol depois da luz. Tentaram explicá-lo, com o auxílio mesmo dos dados fornecidos pela Geologia, dizendo que, nos primeiros tempos de sua formação, por se achar carregada de vapores densos e opacos, a atmosfera terrestre não permitia se visse o Sol que, assim, efetivamente não existia para a Terra. Semelhante explicação seria, porventura, admissível se, naquela época, já houvesse na Terra habitantes que verificassem a presença ou a ausência do Sol. Ora, segundo o próprio Moisés, então, somente plantas havia, as quais, contudo, não teriam podido crescer e multiplicar-se sem o calor solar. Há, pois, evidentemente, um anacronismo na ordem que Moisés estabeleceu para a criação do Sol; mas, ele não errou, dizendo que a luz precedeu o Sol. O Sol não é o princípio da luz universal; é uma concentração do elemento luminoso em um ponto, ou, por outra, do fluido que, em dadas circunstâncias, adquire as propriedades luminosas. Esse fluido, que é a causa, havia necessariamente de preceder ao Sol, que é apenas um efeito. O Sol é cassa, relativamente à luz que dele se irradia; é efeito, com relação à que recebeu.

Numa câmara escura, uma vela acesa é um pequeno sol. Que é que se fez para acender a vela? Desenvolveu-se a propriedade iluminante do fluido luminoso e concentrou-se num ponto esse fluído. A vela é a causa da luz que se difunde pela câmara; mas, se não existira o princípio luminoso antes da vela, esta não pudera ter sido acesa. O mesmo se dá com o Sol. O erro provém da idéia falsa, alimentada por longo tempo, de que o Universo inteiro começou com a Terra. Dai o não compreenderem que o Sol pudesse ser criado depois da luz. Em princípio, pois, a asserção de Moisés é perfeitamente exata: é falsa no fazer crer que a Terra tenha sido criada antes do Sol. Estando, pelo seu movimento de translação, sujeita a esse último, a Terra houve de ser formada depois dele. Com a mesma idéia se depara na Gênese dos antigos persas. No primeiro capítulo do Vendedad, Ormuz, narrando a origem do mundo, diz: “Eu criei a luz que foi iluminar o Sol, a Lua e as estrelas.” (Dicionário de Mitologia Universal.) A forma, aqui, é sem dúvida mais clara e mais científica do que em Moisés e não reclama comentários.

Ele se houve com mais acerto, dizendo que Deus formou o homem do limo da Terra (1). A Ciência, com efeito, mostra que o corpo do homem se compõe de elementos tomados à matéria inorgânica, ou, por outra, ao limo da terra. A mulher formada de uma costela de Adão é uma alegoria, aparentemente pueril, se admitida ao pé da letra, mas profunda, quanto ao sentido. Tem por fim mostrar que a mulher é da mesma natureza que o homem, que é por conseguinte igual a este perante Deus e não uma criatura à parte, feita para ser escravizada e tratada qual hilota Tendo-a como saída da própria carne do homem, a imagem da igualdade é bem mais expressiva, do que se ela fora tida como formada, separadamente, do mesmo limo. Eqüivale a dizer ao homem que ela é sua igual e não sua escrava, que ele a deve amar como parte de si mesmo. O termo hebreu haadam, homem, do qual se compôs Adão e o termo haadama, terra, têm a mesma raiz.

O dilúvio bíblico, conforme narrado no Antigo Testamento, retrata o grau de evolução intelectual da humanidade àquela época. O conhecimentos científicos eram ainda muito precários. Pensavam os homens que a Terra era uma área plana e que sua extensão era restrita aos locais até onde lhes era permitido o acesso. Como o dilúvio inundou toda a área em que vivia os ascendentes do povo hebreu, para o povo de então toda a Terra fora inundada, idéia que passou de geração a geração, até chegar ao tempo de Moisés. Atualmente, é ponto pacífico para a ciência que, embora o dilúvio tenha se estendido por uma grande superfície, foi apenas local, naquela região onde viviam os ascendentes do povo hebreu. Por maior que fosse a densidade da chuva, a quantidade de água, ainda que se prolongasse por quarenta dias, não poderia ser suficiente o bastante para cobrir toda a Terra, incluindo as mais altas montanhas. Segundo a narrativa da gênese bíblica, um dilúvio teria destruído todo o gênero humano, à exceção apenas da família de Noé e de um casal de cada espécie animal. O povoamento da Terra, em conseqüência, dataria daquela época. Entretanto, o dilúvio aconteceu no ano de 1.656 após a época assinalada para o surgimento do homem na Terra, ou seja, 2.348 antes da era cristã. Ao se estabelecerem no Egito, os hebreus encontraram um poderoso império, que teria sido povoado em menos de seis séculos. Considerando que, além do povo egípcio, havia outros países povoados, é inadmissível que toda essa população fosse constituída pelos descendentes de Noé.

Hoje podemos detalhar mais a questão da formação da terra através da Química que possibilitou ao homem o conhecimento das leis de afinidade molecular, explicando o processo de formação dos corpos sólidos e permitindo uma melhor compreensão acerca da formação da Terra. A massa central que formou a nebulosa que deu origem ao sol, a matéria condensada desprendida, ao longo de muitos anos e pela ação das leis de movimento deu origem ao Planeta Terra, que conserva em si os traços evidentes da sua formação. Nesse período, a Terra não continha nenhum átomo a mais nem a menos do que hoje. Possuía os mesmos elementos que hoje são nela encontrados. Todavia, devido à incandescência que reinava àquela época, esses elementos, que hoje formam a água, a terra, as pedras e os metais, encontravam-se em estados diversos dos de hoje. Sofreram, unicamente, uma transformação, necessárias às condições de vida do globo, por força do resfriamento a que foram submetidos, o que gerou novas combinações. O ar dilatado se estendia a uma grande distância; a água, forçosamente era transformada em vapor, com o ar; as matérias, tais como os metais, o enxofre, o carbono, achavam-se em estado gasoso. O aspecto da atmosfera, desse modo, nada tinha de comparável ao que é hoje. Os únicos acréscimos que se agregaram e ainda se agregam à massa da Terra são os meteoros e a poeira cósmica que incidem sobre o planeta, que, porém, são insignificantes, comparados com a sua massa total. O resfriamento da massa incandescente que originou a Terra provocou a solidificação da sua superfície externa, formando uma crosta resistente e homogênea, que deu origem à pedra chamada granito. Essa camada granítica foi a primeira que se formou no globo e o envolve por completo, constituindo-se numa espécie de seu esqueleto. Sobre ela e nas cavidades que a sua superfície apresentava foram depositadas, sucessivamente, as demais camadas posteriormente formadas. Neste período, também, o resfriamento da massa formadora da Terra permitiu a permanência das águas evaporadas que se precipitavam sobre o solo até então formado.

A história da formação da Terra encontra-se escrita em suas camadas geológicas, que se distinguem entre si pela cor e pela natureza das substâncias de que se compõem. São, em geral, homogêneas, isto é, cada uma delas é constituída da mesma substância ou de substâncias diversas, mas sempre formando um todo compacto. Estes caracteres permitem se reconheça que elas se formaram sucessivamente, depositando-se uma sobre a outra, em condições e por causas diferentes, recebeu novas camadas, de naturezas diferentes, que foram sendo superpostas umas às outras, em condições e formas distintas, até chegar ao seu estado atual. Vemos que a Terra, antes de chegar ao seu estado atual, passou por violentas revoluções físicas, verdadeiros cataclismos, que duraram milhares de séculos. . Em sua origem, a Terra era uma massa incandescente.

Durante muitos milênios, essa massa, desmembrada da nebulosa solar, esfriou-se, pouco a pouco, em sua extremidade, provocando o achatamento dos pólos e a formação da crosta terrestre. O calor, que aumenta à medida que se penetra em seu interior; as fontes térmicas, tanto mais quentes quanto profundas as suas nascentes; os vulcões, com suas lavas incandescentes, levam a crer na existência de um fogo interior ainda atuante. O estado primitivo de globo se caracteriza, pois, pela incandescência da matéria e precedeu aos períodos de formação da Terra que se seguiram. Temos, então, uma gênese lastreada pela ciência, mais condizente com o que realmente aconteceu e sem a simbologia da gênese mosaica, que muitos interpretam literalmente. No interior do planeta, que seria, assim, uma massa incandescente, recoberta por uma crosta sólida, cuja espessura, estima-se, varia de seis quilômetros no leito dos oceanos a quarenta quilômetros no solo continental. O fogo e as matérias fundidas esbraseadas, são expelidas pelos vulcões ou pelas fendas abertas por tremores de terra. A ciência concluiu que, a cada trinta metros de profundidade, dá-se um elevação de 1°C na temperatura, chegando a 6.000°C em seu núcleo, existem ainda fontes térmicas, que, quanto maior a profundidade em que se situam as nascentes, mais quentes são as suas águas

Além do movimento anual em torno do Sol, origem das estações e de rotação sobre si mesma em 24 horas, origem do dia e da noite, a Terra tem um terceiro movimento que se completa em cerca de 25.868 anos e que produz o fenômeno denominado, em astronomia, precessão dos equinócios. Este movimento consiste numa espécie de oscilação circular, como a de um pião a morrer, em virtude do qual o eixo da Terra, mudando de inclinação, descreve um duplo cone, cujo vértice está no centro do planeta e abrange, as bases desses cones, a superfície circunscrita pelos círculos polares. A precessão dos equinócios, resultante deste movimento, provoca as chamadas revoluções periódicas que ocorrem no globo. Seus efeitos sobre as condições de vida no planeta não são percebidos ao longo de uma geração, posto que as transformações geradas por esse fenômeno se operam lentamente, de modo imperceptível. Hoje, a Terra vive um momento de estabilização.

O Universo é regido por leis e forças soberanas, imodificáveis e sábias, advindas de uma Sabedoria Suprema. Todo o seu mecanismo foi criado com o objetivo de que os movimentos dos planetas e sóis sejam harmoniosos entre si e precisos, o que torna inviável a probabilidade de um choque. A sabedoria e a imutabilidade destas leis garantem a impossibilidade de tal acontecimento.

As rochas são as camadas do solo terreno situadas abaixo da camada vegetal, como um leito ou um banco feito de uma substância mineral qualquer. Umas são formadas de areia, de argila ou de terra argilosa, de marna, de seixos rolados; outras o são de pedras propriamente ditas, tais como os mármores, os calcáreos ou pedras calcáreas, as pedras molares, ou carvões-de-pedra, etc.. Umas formaram-se pela ação do fogo; outras, pela ação de determinados agentes químicos ou por outras causas que as levaram ao endurecimento e, com o tempo, à consistência de pedra.

A formação dos mares e oceanos: Algumas matérias contidas no ar, em estado de vapor, liquefaziam-se e caíam sobre o solo em formação. Como a temperatura deste era ainda muito elevada, as águas caídas se evaporavam, tornando a cair mais tarde e novamente se evaporando, num processo repetitivo. Foi no período primário que o resfriamento do solo permitiu que as águas caídas não mais se evaporassem com a mesma intensidade, possibilitando, assim, que permanecessem no solo, em estado líquido. Dava-se início, dessa maneira, à formação dos mares e dos oceanos. o começo do período de transição, a espessura da camada granítica formada durante o período primário era ainda pequena. As águas, pouco profundas, cobriam quase toda a superfície do globo, com exceção das partes soerguidas, que, formando terrenos baixos, eram freqüentemente alagadas. Os espessos vapores aquosos que se elevavam de todos os lados da imensa superfície líquida recaíam em chuvas copiosas e quentes, que obscureciam o ar. Os ralos do Sol começavam a aparecer, através dessa atmosfera nebulosa. Surgem, aí, os primeiros seres vivos do reino vegetal e do reino animal.

O aparecimento dos seres vivos: As condições do planeta - quase que inteiramente coberto pela água facilitaram o surgimento da vida no meio aquático. Assim, os primeiros seres orgânicos que apareceram na Terra foram os vegetais de organização mais simples, como liquens, cogumelos, musgos e plantas herbáceas. Não se vêm, à essa época, árvores de tronco lenhoso, mas, apenas, do tipo palmeira, com haste esponjosa, à semelhança das ervas. Também por esse motivo os primeiros animais eram exclusivamente marinhos, surgidos após o aparecimento dos primeiros vegetais. De início, tinham uma organização simples, ainda rudimentar, muito próxima da dos vegetais. Só mais tarde surgiram os primeiros crustáceos e peixes de espécie que já não mais existe. Outro fator determinante de serem aquosos os primeiros seres orgânicos (vegetais e animais) é que, neste período, havia um excesso de ácido carbônico espalhado no ar, que, embora necessário às plantas, é impróprio à respiração dos animais terrestres. Por isso, os terrenos expostos cobriam-se de uma densa vegetação, ao mesmo tempo que se multiplicavam as plantas aquáticas, nas áreas cobertas por pântanos. Restos fósseis da vegetação dessa época acham-se hoje tanto sob os gelos das terras polares, como na zona tórrida, levando-se à conclusão de que a vegetação era uniforme e, conseqüentemente, também a temperatura o havia de ser. A teoria da geração espontânea, é que os seres vivos se formaram pela combinação de elementos em virtude da lei de afinidade molecular, comandada por leis e forças que ainda desconhecemos. A geração espontânea seria, assim, o processo pelo qual se formaram os primeiros exemplares de cada tipo. Os que se seguiram foram formados da maneira comprovada pela teoria da Biogênese, ou seja, originados uns dos outros.

O aparecimento da vegetação no solo: daTerra apareceu após a retirada das águas tranqüilas que, por longo tempo, cobriram extensas faixas do solo. A vegetação surgiu nos lugares cujas camadas eram dotadas de meios para assimilarem princípios nutritivos, após a retiradas das águas que os cobriam. Nos lugares onde o solo não era próprio para assimilar os princípios nutritivos, onde apenas foram depositadas areias silicosas, impróprias à agregação, formaram-se planícies arenosas, sem vegetação, que constituem os desertos. São em número de seis os principais períodos, segundo esta classificação: Período Primário Período de Transição Período Secundário Período Terciário Período Diluviano Período Pós-Diluviano ou atual. Em muitas regiões, o solo levanta-se, em virtude de explosões causadas por compressão da matéria incandescente pela camada agora mais resistente, formando
os picos e as cadeias de montanhas. Com o surgimento das montanhas, as águas, que até aquele momento cobriam a superfície do solo, foram empurradas para lugares mais baixos, deixando, em algumas regiões, cumes elevados de terra seca, que vieram a formar as ilhas.

Os primeiros animais não foram criados para atender as necessidades do homem nem em sua intenção. Tal presunção, é fruto de seu orgulho. Muitos dos animais surgidos na Terra foram extintos antes mesmo do aparecimento do homem. Incalculável número de espécimes povoou a Terra durante milhares de séculos sem a presença do homem, o que afasta a idéia de terem sido criadas para o seu proveito. O fim para o qual Deus criou os animais ainda escapa à nossa plena capacidade de entendimento. Certamente, faz parte de seu projeto da Criação, pois nada foi criado inutilmente. Tudo e todos têm o seu papel no contexto do Universo e devem concorrer para a sua harmonia. No seu início, a produção vegetal e animal é interrompida, passando por um período de destruição quase geral. Em seguida, surgem novas espécimes, com uma organização mais perfeita, adaptada à natureza do meio onde são chamadas a viver. No período diluviano ocorreu um dos maiores cataclismos que revolveram o globo terrestre. Sua superfície foi novamente modificada em seu aspecto. Uma imensidade de espécies vivas foram destruídas uma vez mais. As águas foram violentamente arremessadas para fora de seus leitos, invadindo continentes. Surgiram os primeiros aerólitos. A temperatura da Terra sofreu um súbito resfriamento, cobrindo os pólos de gelo e formando geleiras nas montanhas, o que causou o desaparecimento de animais. Com o retorno da estabilidade na superfície do planeta, após os cataclismos que caracterizaram o período diluviano, o solo se consolidou, o Sol tornou-se menos sufocante e o ar adquiriu características que o tornaram propício a órgãos mais delicados, tudo contribuindo para a retomada da normalidade da vida vegetal e animal. Surgiram, então, animais menos ferozes e mais sociáveis e vegetais que proporcionavam uma alimentação menos grosseira. Estava pronto o planeta para nele viver o homem, o último ser da criação. Os vegetais tornaram-se mais suculentos, o que proporcionou uma alimentação menos grosseira. Pode-se de dizer que o planeta encontrava-se, então, preparado para a habitação daquele que é, em última análise, a razão da sua existência: o homem.

O homem moderno, o homo sapiens, somente aparece há, aproximadamente, três milhões de anos, o que corresponde ao Plioceno, última época do período terciário. Do ponto de vista unicamente material, o homem possui a mesma composição de todos os animais. Nele são os mesmos os órgãos, com as mesmas funções específicas e mesmas são as condições de nutrição, respiração, secreção e reprodução. Como todos os animais, ele nasce, vive e morre. Seu corpo se decompõe e se transforma, pelas leis e forças universais que regem a matéria, em novos corpos minerais, vegetais e animais. É o resultado final de uma cadeia que se inicia no mineral e passa pelo vegetal. Todavia o objetivo é a evolução espiritual. Os seres orgânicos constituem-se de corpos que estão submetidos a uma cadeia evolutiva que se eleva pouco a pouco, progredindo lenta e ininterruptamente. Assim, cada espécie é um aperfeiçoamento resultante da transformação da que está imediatamente abaixo. Do ponto de vista material, sendo constituído dos mesmos elementos que compõem os corpos dos animais, o homem é parte integrante dessa cadeia evolutiva, constituindo-se o ponto culminante de todo esse processo, no que se refere à vida na Terra, que se originou a raça simbolizada na pessoa de Adão e por isso denominada raça adâmica. Nesta época a Terra já era habitada, mas a raça adâmica, mais adiantada do que as outras raças aqui existentes, com a sua chegada, vai impulsionar o progresso do Planeta, A raça adâmica é apresentada na Gênese bíblica como sobremaneira inteligente, pois que, desde a segunda geração, constroem cidades, cultivam a terra, trabalham os metais, progridem nas artes e nas ciências

Além da matéria, há no homem um princípio espiritual como nos ensinou Jesus, imaterial para os nossos sentidos, que tem vida própria e que é indestrutível. A comprovação da existência do princípio espiritual é conseqüência do axioma segundo o qual não há efeito sem causa e da própria existência de Deus. Ao lado da matéria, é um dos princípios gerais do Universo. É dotado de inteligência, tem vida própria e é imortal. Utiliza-se da matéria para progredir moral e intelectualmente, impulsionando a sua evolução rumo à perfeição possível. O princípio espiritual é o corolário da existência de Deus. Sem esse princípio, a própria Divindade não teria razão de ser. Teríamos que admitir a existência de um ser soberano a reinar unicamente sobre matéria bruta, por toda a eternidade. Seus atributos de justiça e bondade tornar-se-iam inúteis, pois a ninguém aproveitariam, se ele as houvesse de exercitar somente sobre a matéria. Também a sobrevivência desse princípio pensante é inerente à justiça e bondade divinas. Onde estariam esses atributo se, após alguns anos - poucos, se considerarmos a eternidade da vida - o ser inteligente viesse a ser extinto? Em nada aproveitaria o aprendizado, os sofrimentos nem o aperfeiçoamento de seus sentimentos e de suas tendências. o princípio vital é o princípio inerente à vida orgânica, ou seja, à matéria, enquanto o princípio espiritual é inerente à vida inteligente, isto é, ao espírito. A origem dos seres inteligentes do Universo, que são espírituais, ainda faz parte dos mistérios da Divindade. Quer porque ao homem ainda não convém esse conhecimento, quer porque não tenha ele desenvolvido o suficiente a sua capacidade de entendimento, não nos é dado conhecer quando e como Deus cria o princípio espiritual. O que nos é permitido saber, por enquanto, é que todos são criados iguais, simples e ignorantes, com as mesmas aptidões e com os mesmos atributos da Divindade, a serem desenvolvidos até o limite possível.

Rica em simbolismos e escrita numa época em que a humanidade ainda não evoluíra o bastante para adquirir a compreensão correta dos fatos, "a queda do homem" foi a forma que a gênese mosaica encontrou para explicar ao povo hebreu as conseqüências do pecado. Com "paraíso perdido" entende-se o mundo de onde foram emigrados. Esse mundo, para eles, se comparado àquele para o qual foram expulsos e onde viverão em condições mais difíceis, relegados por milhares de séculos, constitui-se um verdadeiro paraíso, cuja vaga lembrança lhes faz recordar o que perderam por culpa própria. por desobedecerem minhas leis estais expulsos do mundo onde ereis felizes, tendo aqui neste novo mundo que trabalhar duro, mas através da vossa conduta reconquistar o que haveis perdido.



As leis do universo: O fato de serem elas regidas por uma única e soberana vontade, que garante a estabilidade e a perfeita harmonia existente no Universo, considerando que todo efeito tem uma causa, tudo se encadeia, garantindo a continuidade. É a conseqüência de um dos atributos do Criador, que é um ser único e soberano em sua vontade. Se não fosse único, outro haveria a também impor suas leis, o que possibilitaria serem conflitantes entre si.

A época do início da criação primária das coisas:
O começo absoluto da sua criação esta remonta a época inimaginável, por mais que imaginemos recuar no tempo, até onde vai a nossa capacidade de imaginação, milhões de século atrás, jamais chegaremos à época do começo da criação. A criação está intimamente ligado à existência do Criador sendo ele infinito, tendo o Universo nascido do Eterno. Por mais que imaginemos avançar de um ponto qualquer do Universo, jamais poderemos supor haver terminado o espaço, mesmo percorrendo o espaço numa velocidade imaginária de um relâmpago, durante milhões de séculos, partindo de qualquer ponto da Terra, em qualquer que fosse a direção, da mesma forma, nenhum passo teríamos avançado, se comparado à imensidão que é o espaço constataremos não haver avançado um só passo no Universo. Portanto um universo infinito, no qual a terra é menor que um grão de areia, se nos julgarmos que o Criador criou um universo desses apenas para a raça humana no planeta terra, é um raciocínio ilógico e presunçoso ou seja, são frutos do orgulho e da vaidade humana. Podemos concluir que a criação sempre existiu e sempre existirá, pois o Pai não pára de trabalhar, ensinou Jesus. Basta lembrar que, apenas na nossa Via-Láctea, que é uma nebulosa insignificante no todo universal, como, existem entre 200 e 400 bilhões de sóis. Esses diversos sóis, em sua maioria, deram origem a inúmeros planetas.


Por Verdade Re Oculta




Um comentário:

  1. tem uma presença,uma não,a presença ao meu lado me guiando todo os dias,nas minhas pesquisas ciêntificas,sobre as escrituras etc...alguns chamam esta presença de DEUS,eu chamo de áxios patéras(grego)

    meu nome é kmc(kleber o primeiro nome,não falarei o resto

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